Ao lado de um restrito grupo de empresas, como Techint e Arcor, a Impsa se firma como uma das mais bem sucedidas multinacionais argentinas e comemora neste ano sua entrada no clube do bilhão. Com a entrada em funcionamento de novos parques eólicos no Ceará e em Santa Catarina, além de contratos já garantidos para o fornecimento de turbinas de hidrelétricas em vários países da América Latina, a empresa espera um salto no faturamento: dos US$ 650 milhões de 2009, a expectativa é atingir US$ 1 bilhão.
A internacionalização da Impsa passou pela Malásia, onde tem um centro de produção de equipamentos hidromecânicos, guindastes e componentes de unidades geradoras. Também na Ásia, em abril, fechou joint venture com a Vietnam Petro Power para construir e operar um gigantesco conjunto de parques eólicos com mil megawatts (MW) de potência. Na vizinhança, os negócios estão aumentando em países como Venezuela e Uruguai. É no Brasil, entretanto, que estão suas apostas mais altas de crescimento.
"A participação do Brasil no faturamento da companhia passará de 40% para 60%, e pretendemos que continue nesse patamar", disse ao Valor o vice-presidente da Impsa, Juan Carlos Fernández. A empresa está investindo US$ 150 milhões para expandir sua unidade em Pernambuco, cuja ampliação será inaugurada em abril de 2011.
"Quando se investe tanto, é preciso levar em conta o que se imagina que ocorrerá nos próximos 20 anos. E os riscos políticos no Brasil são hoje muito baixos", continua Fernández. "É um país que oferece estabilidade econômica, segurança jurídica, boas condições de financiamento e tem um plano de energia confiável", afirma ele.
O volume de investimento pode subir caso ganhe o contrato de fornecimento de parte das turbinas para a usina de Belo Monte, hoje uma de suas principais prioridades. Por enquanto, não há data para retomar os planos de abrir o capital da holding Venti, sediada em Luxemburgo por razões tributárias, na BM&FBovespa. O plano foi abortado com a crise mundial. "Estamos prontos para sair ao mercado assim que ele se estabilizar", afirma Fernández. Hoje, a família Pescarmona detém 100% das ações. A Venti controla a Impsa, voltada exclusivamente a energias renováveis, da fabricação de equipamentos eólicos e turbinas até a operação de empreendimentos.
Sua atual carteira de projetos inclui 900 MW em parques eólicos e fornecimento de turbinas para hidrelétricas que totalizam 6,6 mil MW. No Brasil, fabrica máquinas para as usinas de Simplício (RJ) e Dardanelos (MT). Na semana passada, assinou contrato de R$ 160 milhões com a Copel, para fornecer turbinas kaplan à hidrelétrica de Colíder (MT), leiloada em 30 de julho. Ao contrato pode ser estendida a venda de equipamentos hidromecânicos e sistemas elétricos, levando-o a R$ 200 milhões. Nos últimos dias, também arrebatou contrato para repotenciar a usina de La Tasajera, na Colômbia, e decidiu fabricar os equipamentos para essas obras em Pernambuco.
Fernández adiantou que a Impsa participará do próximo leilão de energia de reserva e de fontes alternativas, no Brasil, com projetos de parques eólicos que somam "entre 300 MW e 400 MW". O certame está marcado para 25 e 26 de agosto.
Em eólica, a Impsa atua no desenvolvimento e execução de projetos no Brasil por meio da subsidiária Energimp, que tem o FI-FGTS como sócio desde março. A Energimp prepara-se para erguer novos projetos de 211 MW no Ceará, com investimentos de R$ 900 milhões até julho de 2012 (início da operação). Já é majoritária, em sociedade com a Cemig, em três parques eólicos no Estado, com 100 MW de potência. Também está em construção um conjunto de usinas em Santa Catarina, com 222 MW, no valor de R$ 1,3 bilhão.
Nesse último projeto, a Energimp conseguiu recentemente financiamento de R$ 837 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a Caixa Econômica Federal (CEF). A operação das usinas catarinenses deverá começar até fevereiro de 2011.
Fonte: Valor Econômico/DR
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Aripuanã: Participe do Pit Stop da educação para o trânsito

Redação e fotos: topnews
No próximo sábado, dia 14 de agosto, a partir das 18:30 h., colaboradores do projeto Sinal Verde de Educação para o Trânsito – Educar para Preservar Vidas, irão se concentrar em frente ao Banco do Brasil para realizar a colagem de adesivos nos veículos que por ali circularem e também, através da orientação, abordar os condutores para que adotem um comportamento mais seguro no trânsito.
Na ocasião, a Polícia Militar estará presente, no entanto, como é uma ação de sensibilização dos condutores não será realizada a popular ‘blitz’, mas sim uma ação de orientação para a educação no trânsito.
Essa é mais uma atividade do projeto Sinal Verde, que já tem sua próxima ação agendada para o dia 22/08, trata-se de um mutirão que ocorrerá na localidade de Milagrosa, em um momento oportuno na comunidade que estará organizada em prol da eleição da diretoria da Associação.
FAÇA SUA PARTE, TRÂNSITO SEGURO É A GENTE QUE FAZ!
O TRÂNSITO NÃO É UMA ARMA, MAS MATA.
Iniciativa: Secretaria Municipal de Saúde
Parcerias: Prefeitura Municipal, Câmara de Aripuanã, Polícia Militar, CIRETRAN, CONSEG, Conselho Tutelar, Energética Águas da Pedra, Auto escolas Meridional e Aripuanã, Clube de Desbravadores Pérolas do Noroeste, Sec. de Educação e Cultura, Sec. de Obras e Viação Pública
Educação é vitima da Lei Eleitoral

Na maioria das escolas estaduais de Mato Grosso , existe a falta de professores .
Mesmo depois de uma longa discussão no Conselho Estadual de Educação não há previsão para a contratação de professores substitutos na rede estadual de ensino. O que há de "concreto" é o comprometimento do Tribunal Regional Eleitoral em marcar uma reunião com as Secretarias de Estado de Educação e Ciência e Tecnologia para possíveis encaminhamentos emergenciais.
Junto com as demais instituições presentes na reunião, entre elas o Conselho Estadual de Educação e o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), ficou acordado que todos iniciarão um movimento para tentar incluir a educação na lista de serviços essenciais do governo.
Isso foi deliberado depois que o representante do TRE, Edvaldo Rocha, contextualizou a decisão do pleno em não permitir a contratação de professores substitutos durante o período eleitoral. O coordenador lembra que a Lei de Greve nº 7.783, que especifica quais são os serviços e atividades consideradas essenciais não inclui a educação.
A discussão sobre legalidade ou não da contratação de professores para ocupar as vagas de quem tirou licença médica ou faleceu é inflamada, pois tanto as secretarias quanto o conselho e o sindicato defendem que a Constituição Federal também é clara ao afirmar que educação é um direito de todos e um dever do Estado.
O presidente do conselho, Geraldo Grossi Júnior, lembra que a legislação que define o que e quais são os serviços essenciais é antiga, ainda do período da ditadura militar, quando a educação não era vista com a importância de hoje.
A secretária estadual de educação, Rosa Neide Sandes, explica que a secretaria enviou, em março deste ano, uma petição ao TRE solicitando orientações de como proceder em casos de afastamento de professores e a necessidade de contratação. Entretanto, o tribunal apenas se manifestou no final de junho com um acórdão proibindo as contratações.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Senado aprova transferência das glebas da União para Estado promover reordenamento agrário
Já está aprovada no Senado a transferência das glebas Maiká e Cristalino/Divisa da União para o Estado de Mato Grosso. Agora a decisão segue para ser sancionada pelo presidente Lula. A expectativa é que isso se dê até o fim de agosto. Juntas, as áreas somam próximo de 2 milhões de hectares e são disputadas judicialmente pelo Estado e a União há cerca de 30 anos. O Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) promoverá o reordenamento agrário das áreas após a publicação da sanção presidencial, no Diário Oficial da União (DOU).
A gleba Maiká (1,2 milhão de ha), nos municípios de Marcelândia e União do Sul, e a gleba Cristalino/Divisa (600 mil ha), que abrange o território de Novo Mundo, Matupá e Peixoto de Azevedo, tem posseiros morando na área há décadas. “Essas áreas são disputadas judicialmente e os maiores prejudicados com essa demora na regularização fundiária são os pequenos produtores rurais”, pondera o presidente do Intermat, Afonso Dalberto
Com o reordenamento agrário será possível apontar onde há áreas devolutas, deslocamento de títulos e onde começa e termina o Parque do Cristalino, dentro da gleba com o mesmo nome. Há várias situações diversas sobre quem ocupa a área. “Há casos de pessoas que entraram na área depois da criação do parque, outros já estavam no local antes da transformação da área em parque estadual e possuem títulos. Mas a definição de quem fica ou de quem sai da área é a Secretaria de Estado de Meio Ambiente quem vai dizer, e não o Intermat”, explica.
Na Gleba Maiká cerca de 80% da área já foi georreferenciada por meio de uma "varredura" que o Intermat fez e o processo de regularização está mais adiantado. Na Gleba Cristalino/Divisa os trabalhos devem começar do zero.
Segundo Afonso Dalberto, o Estado está precavido quanto aos riscos de grileiros se aproveitarem do reordenamento agrário para regularizarem áreas ocupadas irregularmente. “Há um limite de regularização fundiária de famílias por hectare e vamos respeitar isso dentro do que diz a legislação estadual. Quando o Estado percebeu a ação de ‘laranjas’ em outras glebas, como a Conselvam (Aripuanã e Colniza) e São Tomé (Apiacás), a Procuradoria Geral do Estado pediu a suspensão das matrículas e o cancelamento dos títulos dessas pessoas”.
A gleba Maiká (1,2 milhão de ha), nos municípios de Marcelândia e União do Sul, e a gleba Cristalino/Divisa (600 mil ha), que abrange o território de Novo Mundo, Matupá e Peixoto de Azevedo, tem posseiros morando na área há décadas. “Essas áreas são disputadas judicialmente e os maiores prejudicados com essa demora na regularização fundiária são os pequenos produtores rurais”, pondera o presidente do Intermat, Afonso Dalberto
Com o reordenamento agrário será possível apontar onde há áreas devolutas, deslocamento de títulos e onde começa e termina o Parque do Cristalino, dentro da gleba com o mesmo nome. Há várias situações diversas sobre quem ocupa a área. “Há casos de pessoas que entraram na área depois da criação do parque, outros já estavam no local antes da transformação da área em parque estadual e possuem títulos. Mas a definição de quem fica ou de quem sai da área é a Secretaria de Estado de Meio Ambiente quem vai dizer, e não o Intermat”, explica.
Na Gleba Maiká cerca de 80% da área já foi georreferenciada por meio de uma "varredura" que o Intermat fez e o processo de regularização está mais adiantado. Na Gleba Cristalino/Divisa os trabalhos devem começar do zero.
Segundo Afonso Dalberto, o Estado está precavido quanto aos riscos de grileiros se aproveitarem do reordenamento agrário para regularizarem áreas ocupadas irregularmente. “Há um limite de regularização fundiária de famílias por hectare e vamos respeitar isso dentro do que diz a legislação estadual. Quando o Estado percebeu a ação de ‘laranjas’ em outras glebas, como a Conselvam (Aripuanã e Colniza) e São Tomé (Apiacás), a Procuradoria Geral do Estado pediu a suspensão das matrículas e o cancelamento dos títulos dessas pessoas”.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Valec promete ferrovia em Lucas do Rio Verde em dois anos
O Superintendente da Valec Engenharia e Construções de Ferrovia, André Luiz de Oliveira, garantiu que em dois anos a região Norte do Estado poderá contar com os benefícios da Ferrovia Centro-Oeste. André Luiz garante que toda a parte burocrática para a implantação da ferrovia está sendo concluída. “A ferrovia já está saindo do papel porque estamos nos trâmites de desapropriação das terras por onde passarão os trilhos, licitando o projeto básico” – informou, ao proferir palestra a lideranças agrícolas e empresariais, na Expolucas.
André apresentou as principais vantagens para o setor produtivo ter a Ferrovia Centro-Oeste para escoar a produção agrícola, pelo trem, até Porto Velho (RO) e, de lá, para o exterior, compreendo o traçado de Campinorte (GO), Lucas do Rio Verde a Rondônia e terá conexão com a Ferrovia Norte Sul (dando acesso a portos em São Paulo e Bahia). “Mato Grosso e Goiás estão precisando de uma ferrovia para transportar toda essa carga disponível e que nós da Valec já tivemos a oportunidade de conhecer” – ele disse.
“O traçado da ferrovia é definitivo e não muda mais. Nós estamos tirando a licença prévia até o final de setembro. Depois da licença a instalação e efetivamente a licitação da parte da construção da ferrovia que deve ocorrer ainda esse ano, conforme nosso presidente, na audiência pública realizada aqui em Lucas do Rio Verde” - disse.
Até dezembro de 2012, o trecho de Campinorte a Lucas do Rio Verde deverá estar concluído, segundo o superintendente da Valec. A obra foi dividida em vários lotes. A ferrovia terá uma parte de dormentes de concreto e sua capacidade será para escolar 20 milhões de toneladas/ano. R$ 4 ,1 bilhões serão investimentos nos mais de mil km de trilhos e terminais de grãos. Cada quilômetro da ferrovia custará gasto R$ 4 milhões.
A ferrovia vai gerar 12 mil empregos. Em cada lote, serão cerca de mil empregos diretos. Um dos lotes é em Lucas. "De repente, vai faltar mão de obra em Lucas do Rio Verde e alertamos para esta necessidade", disse o superintendente.
O prefeito Marino Franz, o vice-prefeito e presidente da Expolucas, Joci Piccini, também assistiram a palestra.
André apresentou as principais vantagens para o setor produtivo ter a Ferrovia Centro-Oeste para escoar a produção agrícola, pelo trem, até Porto Velho (RO) e, de lá, para o exterior, compreendo o traçado de Campinorte (GO), Lucas do Rio Verde a Rondônia e terá conexão com a Ferrovia Norte Sul (dando acesso a portos em São Paulo e Bahia). “Mato Grosso e Goiás estão precisando de uma ferrovia para transportar toda essa carga disponível e que nós da Valec já tivemos a oportunidade de conhecer” – ele disse.
“O traçado da ferrovia é definitivo e não muda mais. Nós estamos tirando a licença prévia até o final de setembro. Depois da licença a instalação e efetivamente a licitação da parte da construção da ferrovia que deve ocorrer ainda esse ano, conforme nosso presidente, na audiência pública realizada aqui em Lucas do Rio Verde” - disse.
Até dezembro de 2012, o trecho de Campinorte a Lucas do Rio Verde deverá estar concluído, segundo o superintendente da Valec. A obra foi dividida em vários lotes. A ferrovia terá uma parte de dormentes de concreto e sua capacidade será para escolar 20 milhões de toneladas/ano. R$ 4 ,1 bilhões serão investimentos nos mais de mil km de trilhos e terminais de grãos. Cada quilômetro da ferrovia custará gasto R$ 4 milhões.
A ferrovia vai gerar 12 mil empregos. Em cada lote, serão cerca de mil empregos diretos. Um dos lotes é em Lucas. "De repente, vai faltar mão de obra em Lucas do Rio Verde e alertamos para esta necessidade", disse o superintendente.
O prefeito Marino Franz, o vice-prefeito e presidente da Expolucas, Joci Piccini, também assistiram a palestra.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Ministério do Ambiente vai apresentar Código Florestal alternativo
E quem achava que a nova Lei ambiental estava para ser aprovada de acordo com a decisão da comissão , estava enganado.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta quinta-feira (5) em São Paulo que a discussão sobre o Código Florestal é "extemporânea" e que vai fazer uma nova proposta de reforma na lei.
O Ministério do Meio Ambiente se opõe ao novo texto do código, do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), aprovado mês passado por uma comissão especial da Câmara.
Segundo João de Deus Medeiros, diretor de Florestas do ministério, apesar de o deputado já ter modificado seu projeto original, pontos "problemáticos" permanecem.
A intenção é tentar corrigi-los em forma de um substitutivo ou de destaques ao projeto, quando o assunto for discutido no plenário da Câmara -em data incerta.
Um deles é a anistia a desmatadores. Rebelo diz que ela tem base em decreto de 2009 do próprio ministério, o do programa Mais Ambiente. "O projeto subverte isso, porque dá essa possibilidade e ao mesmo tempo diz que o desmatamento consolidado fica mantido", diz Medeiros. "Como recuperar assim?"
Outros pontos que a proposta deve tentar alterar são a redução das áreas de preservação permanente e a possibilidade de supressão de remanescentes florestais com espécies ameaçadas.
Apesar de o código atual prever que essas áreas podem ser desmatadas se houver compensação ambiental, a Lei da Mata Atlântica, posterior ao código, as protege. "Entendemos que com a nova proposta essa lei fica comprometida", diz Medeiros.
Ele cita uma extinção decorrente disso: uma bromélia que só ocorria em uma região de Santa Catarina, inundada pela hidrelétrica de Barra Grande.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta quinta-feira (5) em São Paulo que a discussão sobre o Código Florestal é "extemporânea" e que vai fazer uma nova proposta de reforma na lei.
O Ministério do Meio Ambiente se opõe ao novo texto do código, do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), aprovado mês passado por uma comissão especial da Câmara.
Segundo João de Deus Medeiros, diretor de Florestas do ministério, apesar de o deputado já ter modificado seu projeto original, pontos "problemáticos" permanecem.
A intenção é tentar corrigi-los em forma de um substitutivo ou de destaques ao projeto, quando o assunto for discutido no plenário da Câmara -em data incerta.
Um deles é a anistia a desmatadores. Rebelo diz que ela tem base em decreto de 2009 do próprio ministério, o do programa Mais Ambiente. "O projeto subverte isso, porque dá essa possibilidade e ao mesmo tempo diz que o desmatamento consolidado fica mantido", diz Medeiros. "Como recuperar assim?"
Outros pontos que a proposta deve tentar alterar são a redução das áreas de preservação permanente e a possibilidade de supressão de remanescentes florestais com espécies ameaçadas.
Apesar de o código atual prever que essas áreas podem ser desmatadas se houver compensação ambiental, a Lei da Mata Atlântica, posterior ao código, as protege. "Entendemos que com a nova proposta essa lei fica comprometida", diz Medeiros.
Ele cita uma extinção decorrente disso: uma bromélia que só ocorria em uma região de Santa Catarina, inundada pela hidrelétrica de Barra Grande.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Magistrados aprovam novas técnicas diferenciadas para conciliação
A formação de magistrados imbuídos pela cultura da paz, conhecedores de técnicas diferenciadas acerca da conciliação e mediação, e multiplicadores dessas ferramentas foi uma das conquistas viabilizadas pelo Curso de Formação de Multiplicadores em Mediação e Técnicas Autocompositivas, promovido por intermédio de parceria entre a Escola Superior da Magistratura do Estado de Mato Grosso (Esmagis-MT), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Ministério da Justiça. O curso, que teve início na segunda-feira (2 de agosto), terminou no final da tarde desta quarta-feira (4 de agosto).
A juíza Alethea Assunção Santos, da Vara Única da Comarca de Aripuanã ,salientou a importância da cultura da paz em comarcas menores e mais distantes de grandes centros. “Geralmente as pessoas são amigas ou conhecidas, quando não são da mesma família. Implementando a conciliação, prevenimos o surgimento de novos conflitos, pois as próprias partes chegaram ao acordo. Assim ainda conseguimos diminuir o número de processos”.
A juíza Alethea Assunção Santos, da Vara Única da Comarca de Aripuanã ,salientou a importância da cultura da paz em comarcas menores e mais distantes de grandes centros. “Geralmente as pessoas são amigas ou conhecidas, quando não são da mesma família. Implementando a conciliação, prevenimos o surgimento de novos conflitos, pois as próprias partes chegaram ao acordo. Assim ainda conseguimos diminuir o número de processos”.
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