Fonte diario de cuiaba
As pesquisas científicas foram importantes para a UFMT desde sua criação, ao ponto de tornar os relatos de fundação diferente das demais faculdades brasileiras.
O professor Gabriel Novis Neves, fundador da instituição e que por pouco mais de 11 anos a dirigiu, conta que no princípio a Universidade Federal de Mato Grosso abdicou do pomposo e nobre título para ser somente a Universidade da Selva, ou UNISELVA, como era denominada.
No princípio, antes de ofertar a formação acadêmica, os fundadores foram a campo cientificamente por meio do Projeto Aripuanã. Só então, com gente preparada, ocuparam a Amazônia. E nada melhor do que buscar o conhecimento com o homem da floresta, o maior conhecedor desse mundo até hoje fascinante, com suas surpresas.
O cacique xavante Ceremecê, conta Novis Neves, foi um dos grandes colaboradores da busca do saber amazônico. O entendimento coletivo era que “ninguém ensina o que não sabe, ainda mais em nível de universidade”.
“Construímos o primeiro campo de pouso para aviões Búfalos da FAB (Força Aérea Brasileira) em Aripuanã, as palafitas da etapa inicial da cidade científica de Humboldt, ao lado do salto de Dardanelos. Criamos o polígono de conhecimentos da Amazônia, envolvendo todas as universidades e órgãos de pesquisa da região”, relata.
O ex-reitor e fundador observa que não havia possibilidade de importar conhecimentos amazônicos da Europa, dos Estados Unidos ou Ásia. Teria que ser aqui. E a UNISELVA tinha a proposta.
Com o entusiasmo e a alegria de quem fez parte dessa história, Novis Neves relembra que pesquisadores nacionais e estrangeiros aqui aportaram para ajudar, e não faltaram recursos financeiros nessa etapa do projeto.
Ele diz que fatores externos, como a crise mundial de petróleo, e internos fizeram com que a ciência fosse afastada do processo de desenvolvimento sustentável da Amazônia, pelo pragmatismo feroz das motosserras.
Passados quase 40 anos, diz, volta às manchetes nacionais e internacionais o velho assunto: ocupação racional e científica da Amazônia.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Presidente de sindicato é esfaqueado em Juína
Depois de receber três ameaças de morte por telefone o Presidente dos Trabalhadores do Comercio de Juína (735 Km a noroeste de Cuiabá), Euvino Mendes do Nascimento, 50, (Victor) foi vítima de um esfaqueamento em sua casa por volta das 0h30m da madrugada desta segunda-feira (06).
O crime foi registrado pela Polícia Militar de Juína, após ter conhecimento que havia dado entrada no hospital municipal um homem vitima desta agressão. Victor sofreu um corte no pescoço provocado faca foi encontrado caído pelo seu filho que encaminhou imediatamente para o hospital municipal.
Conforme o boletim de ocorrência o suspeito pode ser morador do município de Aripuanã, segundo relatos da vítima que estava transtornada ao prestar depoimentos aos policiais.
O sindicalista contou a TV Record que eram dois rapazes que lhe agrediram e depois esfaquearam. As ameaças segundo ele, já ocorre há quatro meses e que um boletim de ocorrência foi registrado na polícia.
Na semana passada estiveram em Juína representantes do Sindicato no estado em reunião de rotina, disseram também ter vindo a Juína para dar suporte ao presidente local por que havia recebido ameaça de morte. O caso será investigado pela Polícia Civil, a vítima continua internada. (JuinaNews).
O crime foi registrado pela Polícia Militar de Juína, após ter conhecimento que havia dado entrada no hospital municipal um homem vitima desta agressão. Victor sofreu um corte no pescoço provocado faca foi encontrado caído pelo seu filho que encaminhou imediatamente para o hospital municipal.
Conforme o boletim de ocorrência o suspeito pode ser morador do município de Aripuanã, segundo relatos da vítima que estava transtornada ao prestar depoimentos aos policiais.
O sindicalista contou a TV Record que eram dois rapazes que lhe agrediram e depois esfaquearam. As ameaças segundo ele, já ocorre há quatro meses e que um boletim de ocorrência foi registrado na polícia.
Na semana passada estiveram em Juína representantes do Sindicato no estado em reunião de rotina, disseram também ter vindo a Juína para dar suporte ao presidente local por que havia recebido ameaça de morte. O caso será investigado pela Polícia Civil, a vítima continua internada. (JuinaNews).
Ameaçado de morte, suplente de Taques abre mão de suplência
24horas news
Rondonópolis pode perder a primeira suplência na vaga do senador eleito Pedro Taques (PDT). O primeiro suplente eleito, José Antônio Medeiros (PPS), confirmou que está sendo pressionado pelo grupo do segundo suplente, Paulo Fiúza (PV), a abrir mão da primeira suplência do Senado. “A pressão não está somente em mim e sim no Percival e também no Pedro Taques” - disse Medeiros. Na realidade, Fiúza pressionou Taques, Percival Muniz e até mesmo o candidato do grupo ao governo Mauro Mendes para buscar apoio na articulação com o intuito de derrubar Medeiros. Os líderes, a princípio, não resistiram a pressão.
O primeiro suplente que é policial rodoviário federal explicou que o segundo suplente, Paulo Fiúza, se baseia em uma ata antes da escolha de Medeiros para entrar na chapa de Pedro Taques. “Ele alega que há uma ata quando o Zeca Viana desistiu e ele [Fiúza] com a desistência do Viana passaria a ser o primeiro suplente”, disse. Fiúza foi um dos principais colaboradores na busca de recursos para a campanha de Pedro Taques.
Medeiros entrou como suplente depois da desistência de Viana e foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral como primeiro suplente. No sábado, inclusive, houve uma reunião marcada por muita tensão entre os dois suplentes, Pedro Taques e membros do PPS e PDT.
Medeiros explicou ainda que recebeu um documento para assinar, onde reconheceria que houve um erro de registro, o que daria condições para Fiúza entrar com pedido da primeira suplência junto à Justiça Eleitoral. “Fui muito pressionado e acabei assinando o documento” - afirmou. Medeiros explicou que se não assinasse o documento e Fiúza entrasse na Justiça, Taques estaria correndo o risco de perder o mandato. Ele disse, inclusive, que diante desse quadro pode antecipar a situação e renunciar junto ao Tribunal Regional Eleitoral à primeira suplência.
“O que me estranha é que o Fiúza somente veio dizer isso agora, que ganhou a eleição. Durante a eleição teve prestação de contas e tudo mais e ele não se manifestou” - disse Medeiros.
Medeiros demonstra muita chateação com o impasse. Segundo ele, houve inclusive ameaças mais sérias. “Fui até ameaçado de morte, não diretamente pelo Fiúza, mas por gente que estava com ele, e durante a semana eu recebi ligações com ameaças veladas”, denunciou. Medeiros repassou que as ameaças foram testemunhadas pelos membros do PPS, Antônio Carlos Maximo e João Batista de Oliveira.
O suplente disse que Taques está preocupado com a situação e os reflexos dessa confusão, principalmente em Rondonópolis, cidade onde o senador eleito foi muito bem votado. No município, Taques foi o segundo mais votado, ficando a apenas mil votos de diferença do governador Blairo Maggi, que foi o candidato ao senador mais votado no município.
O senador eleito obteve na cidade 62.981 votos contra 63.981 do ex-governador Blairo Maggi. Uma grande parcela destes votos em Rondonópolis foi resultado da ação de Medeiros, onde os eleitores apesar de saber que Taques era o candidato, levaram em consideração o fato de Medeiros ser o primeiro suplente. O risco também é o eleitor de Rondonópolis se sentir lesado por não ter mais o primeiro suplente.
Para se ter uma ideia do que ocorreu, em Sinop, cidade de Paulo Fiúza, Pedro Taques foi o terceiro colocado. Ele ficou atrás de Blairo Maggi (PR) que teve 34.857 votos, Jorge Yanay (DEM) que obteve 23.731 votos. Taques, em Sinop, teve apenas 16.124 votos e por pouco não foi alcançado por Carlos Abicalil (PT) que ficou com 15.753 votos.
Rondonópolis pode perder a primeira suplência na vaga do senador eleito Pedro Taques (PDT). O primeiro suplente eleito, José Antônio Medeiros (PPS), confirmou que está sendo pressionado pelo grupo do segundo suplente, Paulo Fiúza (PV), a abrir mão da primeira suplência do Senado. “A pressão não está somente em mim e sim no Percival e também no Pedro Taques” - disse Medeiros. Na realidade, Fiúza pressionou Taques, Percival Muniz e até mesmo o candidato do grupo ao governo Mauro Mendes para buscar apoio na articulação com o intuito de derrubar Medeiros. Os líderes, a princípio, não resistiram a pressão.
O primeiro suplente que é policial rodoviário federal explicou que o segundo suplente, Paulo Fiúza, se baseia em uma ata antes da escolha de Medeiros para entrar na chapa de Pedro Taques. “Ele alega que há uma ata quando o Zeca Viana desistiu e ele [Fiúza] com a desistência do Viana passaria a ser o primeiro suplente”, disse. Fiúza foi um dos principais colaboradores na busca de recursos para a campanha de Pedro Taques.
Medeiros entrou como suplente depois da desistência de Viana e foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral como primeiro suplente. No sábado, inclusive, houve uma reunião marcada por muita tensão entre os dois suplentes, Pedro Taques e membros do PPS e PDT.
Medeiros explicou ainda que recebeu um documento para assinar, onde reconheceria que houve um erro de registro, o que daria condições para Fiúza entrar com pedido da primeira suplência junto à Justiça Eleitoral. “Fui muito pressionado e acabei assinando o documento” - afirmou. Medeiros explicou que se não assinasse o documento e Fiúza entrasse na Justiça, Taques estaria correndo o risco de perder o mandato. Ele disse, inclusive, que diante desse quadro pode antecipar a situação e renunciar junto ao Tribunal Regional Eleitoral à primeira suplência.
“O que me estranha é que o Fiúza somente veio dizer isso agora, que ganhou a eleição. Durante a eleição teve prestação de contas e tudo mais e ele não se manifestou” - disse Medeiros.
Medeiros demonstra muita chateação com o impasse. Segundo ele, houve inclusive ameaças mais sérias. “Fui até ameaçado de morte, não diretamente pelo Fiúza, mas por gente que estava com ele, e durante a semana eu recebi ligações com ameaças veladas”, denunciou. Medeiros repassou que as ameaças foram testemunhadas pelos membros do PPS, Antônio Carlos Maximo e João Batista de Oliveira.
O suplente disse que Taques está preocupado com a situação e os reflexos dessa confusão, principalmente em Rondonópolis, cidade onde o senador eleito foi muito bem votado. No município, Taques foi o segundo mais votado, ficando a apenas mil votos de diferença do governador Blairo Maggi, que foi o candidato ao senador mais votado no município.
O senador eleito obteve na cidade 62.981 votos contra 63.981 do ex-governador Blairo Maggi. Uma grande parcela destes votos em Rondonópolis foi resultado da ação de Medeiros, onde os eleitores apesar de saber que Taques era o candidato, levaram em consideração o fato de Medeiros ser o primeiro suplente. O risco também é o eleitor de Rondonópolis se sentir lesado por não ter mais o primeiro suplente.
Para se ter uma ideia do que ocorreu, em Sinop, cidade de Paulo Fiúza, Pedro Taques foi o terceiro colocado. Ele ficou atrás de Blairo Maggi (PR) que teve 34.857 votos, Jorge Yanay (DEM) que obteve 23.731 votos. Taques, em Sinop, teve apenas 16.124 votos e por pouco não foi alcançado por Carlos Abicalil (PT) que ficou com 15.753 votos.
Prefeitos do Vale do Juruena buscam revisão de valores pactuados com Governo
Prefeitos do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Juruena, que abrange os municípios de Aripuanã, Castanheira, Colíder, Cotriguaçu, Juína e Juruena, estiveram reunidos com o governador Silval Barbosa, nesta segunda-feira (06.12), no Palácio Paiaguás, para solicitarem uma revisão dos valores pactuados com o Governo do Estado.
Os prefeitos estiveram acompanhados pelo deputado estadual Ságuas Moraes. Tão logo comece a próxima gestão e seja nomeado um secretário para o órgão o governador voltará a discutir a repactuação dos repasses.
Os prefeitos estiveram acompanhados pelo deputado estadual Ságuas Moraes. Tão logo comece a próxima gestão e seja nomeado um secretário para o órgão o governador voltará a discutir a repactuação dos repasses.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
OPORTUNIDADE DE EMPREGO EM ARIPUANÃ
As vagas em aberto para a UHE Dardanelos são:
- Encarregado de manutenção de Usina Hidrelétricas
- Técnico Eletricista de Força e controle de Usinas hidrelétricas
- Técnico mecânico de Usinas Hidrelétricas
- Técnico de Linhas de Transmissão de Alta Tensão
- Vigias
- Técnico de Segurança do Trabalho
- Serviços Gerais
Todos deverão possuir CNH,
As vagas são de regime CLT
Salário à combinar e Benefícios são: Assistência Médica, Assistência Odont., Vale refeição, Vale Alimentação, Auxilio Creche, Seguro de vida.
Início imediato.
Interessados ligar para 011 3336 3865 ou encaminhar currículo para o email: trabalheconosco@enex-om.com.br
Aos cuidados de Cristina
- Encarregado de manutenção de Usina Hidrelétricas
- Técnico Eletricista de Força e controle de Usinas hidrelétricas
- Técnico mecânico de Usinas Hidrelétricas
- Técnico de Linhas de Transmissão de Alta Tensão
- Vigias
- Técnico de Segurança do Trabalho
- Serviços Gerais
Todos deverão possuir CNH,
As vagas são de regime CLT
Salário à combinar e Benefícios são: Assistência Médica, Assistência Odont., Vale refeição, Vale Alimentação, Auxilio Creche, Seguro de vida.
Início imediato.
Interessados ligar para 011 3336 3865 ou encaminhar currículo para o email: trabalheconosco@enex-om.com.br
Aos cuidados de Cristina
Dia Mundial de Luta contra a AIDS
Esta quarta-feira (01.12) é o Dia Mundial de Luta contra a AIDS. O dia foi instituído como forma de despertar a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a pandemia e promover análises da sociedade e órgãos públicos sobre a doença.
Em Aripuanã a Secretaria Municipal de Saúde , realizará uma palestra às 19h30min no Centro de Educação Continuada Dardanelos.
O tema será: Historias de vidas diferentes, mas uma causa comum: Lutar contra o preconceito em torno da doença.
Alem da palestra ,estara funcionando um posto de coleta de sorologia de HIV em frente ao Banco do Brasil;
e fazendo entrega de preservativos em vários pontos da cidade
É muito importante que as pessoas saibam que, quanto mais cedo conhecer a sua condição sorológica mais fácil será o manejo do tratamento e acompanhamento do agravo, proporcionando assim ao usuário melhor qualidade de vida e a oportunidade de repensar sobre a cadeia de transmissão”. 'A Secretaria de Saúde trabalha durante o ano todo com ações continuadas e estratégicas visando o controle e diagnóstico precoce do agravo na busca de casos novos de HIV e AIDS.
Segundo o SINAN, do ano de 1989 a novembro de 2010, Mato Grosso apresentou registro de 8.930 casos de AIDS. Dados específicos em menores de 13 anos, a notificação é de 197 casos. Para pessoas maiores de 13 anos, 6.521 casos. Gestantes com HIV, 992 casos.
Hidrelétricas no Teles Pires podem condenar MT ao "apagão logístico"
Fonte:24 Horas News
No próximo dia 17 está previsto a realização do leilão das primeiras das 11 usinas hidrelétricas a serem construídas ao longo dos rios Teles Pires–Tapajós, que cortam parte dos estados de Mato Grosso, Pará e Amazonas. Contudo, não há previsão conjunta de construção de eclusas que permitam a navegabilidade. Ou seja: a construção da hidrelétrica sem inclusão das eclusas impossibilitará o uso de uma alternativa mais barata e menos poluidora para escoamento de grãos, principalmente para Mato Grosso, segundo o senador Gilberto Goellner (DEM-MT) em pronunciamento da tribuna, com base em matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira, dia 30.
"Se essas hidroelétricas forem construídas sem as eclusas, irão condenar por completo ao isolamento a maior região produtora de grãos do país: o meu estado do Mato Grosso" - disse o senador. Ele lembrou que da região saem 19 milhões de toneladas de soja por safra. "Corremos um sério risco de um apagão logístico, que inviabilizará o escoamento da nossa produção. Estamos muito próximos ao completo esgotamento. E o Governo o que faz?" - questionou.
Goelnner observou que a construção da eclusa junto com a usina teria um custo de 6% a 7% do total da obra, conforme a Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq), enquanto construí-la posteriormente custa o equivalente a 30% dos custos da obra, quando não é inviabilizada por dificuldades técnicas.
O parlamentar avalia que o governo parece ignorar a importância do escoamento de grãos por vias alternativas às rodovias, modal de transporte altamente poluente e que se encontra em péssimas condições. Pelos seus cálculos, cada "comboio fluvial" teria capacidade para transportar 18 mil toneladas de grãos, o que corresponde a 600 carretas. O modal hidroviário reduziria a poluição e diminuiria a concorrência dos caminhões com os automóveis nas estradas.
Goellner enfatizou que somenteMato Grosso produziu em 2007-2008 27 milhões de toneladas de grãos e carne, número que em 2014 deverá subir para 40 milhões de toneladas.
Goellner citou levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostra que o Brasil fica em último lugar em ranking de 14 países com as piores estruturas de transporte e logística, especialmente pela carência de conexões entre os principais modais de transporte. Nesse sentido, o parlamentar criticou a falta de cooperação entre os ministérios dos Transportes e de Minas e Energia, por não atuarem em conjunto na busca de soluções para os problemas de logística e transporte no país.
Assinar:
Postagens (Atom)

