quinta-feira, 2 de junho de 2011
Caminhão do Exército capota e fere oito soldados da "missão do Ibama"
Fonte 24 Horas News
Um caminhão do Exército capotou na tarde desta quarta-feira, dia 1, as margens de uma estrada vicinal com acesso a MT-242 em Sorriso, no Norte de Mato Grosso. Oito soldados ficaram feridos. Eles foram socorridos por viaturas da InterVias Concessionária e do Comando de Bombeiros e conduzidos para o Hospital Regional de Sorriso. O acidente foi causado porque um veículo não identificado trafegando em sentido contrário realizou uma manobra errada, fechando o carro do Exército na curva.
O caminhão do Exército retornava para a base em Sinop. Ao todo, 13 soldados estavam na carroceria. O motorista ficou preso as ferragens, prensado contra o volante, mas mostrava-se consciente. Foi necessário, porém, o uso de equipamento para cortar parte da cabine.
Os tripulantes do caminhão faziam parte de um pelotão enviado para a região do Médio Norte em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) que faz reconhecimento de área em fazendas denunciadas por desmatamento ilegal no interior de Nova Ubiratã.
Segundo informações do motorista, para não colidir frontalmente com o veículo que trafegava na contramão, provavelmente um Corsa branco, foi feita uma manobra, “jogando” o caminhão para a direita. Nisso, perdeu o controle. O caminhão se desgovernou, ”dançou” na estrada e tombou.
Soldados ficaram “espalhados” ao longo do trecho juntamente com o armamento de uso exclusivo do Exército e mantimentos, os maiores cuidados foram para com o motorista e um outro soldado que supostamente teria recebido um choque mais forte no abdômen e cuspia sangue. Um outro soldado estava com suspeita de fratura em uma costela, preferiu ceder o lugar para atendimento aos demais que apresentavam lesões mais aparentes como cortes superficiais e escoriações.
Semana do meio ambiente em Sinop terá encontro para discutir usinas
Fonte: Só Notícias
Inicia sexta-feira (3) a semana do meio ambiente em Sinop. A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável farás várias atividades entre elas está o primeiro encontro regional para discussão das usinas do rio Teles Pires. Já confirmaram presença representantes de Colíder, Alta Floresta, Paranaíta, Nova Canaã, Itaúba, Sinop e Cláudia, municípios que serão afetados com a construção das hidrelétricas.
Inicia sexta-feira (3) a semana do meio ambiente em Sinop. A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável farás várias atividades entre elas está o primeiro encontro regional para discussão das usinas do rio Teles Pires. Já confirmaram presença representantes de Colíder, Alta Floresta, Paranaíta, Nova Canaã, Itaúba, Sinop e Cláudia, municípios que serão afetados com a construção das hidrelétricas.
O eveto será quinta-feira (10), a partir das 8h, no Sindicato Rural. O objetivo do encontro é discutir os impactos e perspectivas que a construção das usinas trará aos municípios, assim como as compensações pelas perdas socioambientais e os programas que poderão ser implantados para diminuir os impactos.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Código Florestal no Senado
Fonte DCE
A base aliada fiel ao governo foi valorizada ontem com a indicação oficial do senador Jorge Viana (PT-AC) para ser relator do novo Código Florestal. São cacifados diretamente o PT e o PSB, este último em razão de a indicação do relator ter sido endossada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).
Em contrapartida, perde força o PMDB, cujo líder no Senado, Renan Calheiros (AL), já havia indicado para o posto o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC). Isso porque a legenda foi rebelde ao governo na Câmara ao aprovar a Emenda 164 por prever anistia a produtores rurais desmatadores até 2008 e transferir aos estados a atribuição de legislar sobre o tamanho das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de reserva legal.
O petista Lindberg Farias (PT-RJ),ressaltou que a própria presidente Dilma Rousseff foi clara na reunião com a bancada do partido ao pedir "calma no debate da matéria". Segundo Lindberg, ela quer "fazer um debate mais claro e mobilizar [a sociedade]". Esse tempo, entretanto, passaria pela reedição do decreto que prorroga o prazo para que produtores rurais se enquadrem nas leis ambientais do código em vigor e não sejam punidos por eventuais crimes ambientais. Para o grupo ambientalista, essa é uma questão que deve ser decidida pelo Executivo. A reunião desse grupo interparlamentar contou com a presença de Marina Silva de acordo com quem os senadores "terão a grande oportunidade" de debater a matéria e que defendeu a equidade de tempo com a Câmara, que demorou dois anos a aprovar a matéria.
A base aliada fiel ao governo foi valorizada ontem com a indicação oficial do senador Jorge Viana (PT-AC) para ser relator do novo Código Florestal. São cacifados diretamente o PT e o PSB, este último em razão de a indicação do relator ter sido endossada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).
Em contrapartida, perde força o PMDB, cujo líder no Senado, Renan Calheiros (AL), já havia indicado para o posto o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC). Isso porque a legenda foi rebelde ao governo na Câmara ao aprovar a Emenda 164 por prever anistia a produtores rurais desmatadores até 2008 e transferir aos estados a atribuição de legislar sobre o tamanho das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de reserva legal.
O petista Lindberg Farias (PT-RJ),ressaltou que a própria presidente Dilma Rousseff foi clara na reunião com a bancada do partido ao pedir "calma no debate da matéria". Segundo Lindberg, ela quer "fazer um debate mais claro e mobilizar [a sociedade]". Esse tempo, entretanto, passaria pela reedição do decreto que prorroga o prazo para que produtores rurais se enquadrem nas leis ambientais do código em vigor e não sejam punidos por eventuais crimes ambientais. Para o grupo ambientalista, essa é uma questão que deve ser decidida pelo Executivo. A reunião desse grupo interparlamentar contou com a presença de Marina Silva de acordo com quem os senadores "terão a grande oportunidade" de debater a matéria e que defendeu a equidade de tempo com a Câmara, que demorou dois anos a aprovar a matéria.
Oposição consegue convocar Palocci em comissão da Câmara
Fonte Agência Brasil
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara de Deputados aprovou, na manhã desta quarta-feira, a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Depois de várias frustradas, a oposição conseguiu aprovar requerimento do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para que o ministro explique os termos da consultoria prestada pela empresa Projeto a empreendimentos do ramo agroindustrial, o que teria redundado em um aumento de cerca de 20 vezes no patrimônio de Palocci.
O requerimento se baseia em matéria do jornal Folha de S. Paulo para justificar a convocação, afirmando que a soma bruta de R$ 974 mil que Palocci teria recebido como parlamentar "seria insuficiente para as aquisições recentes feitas pelo ministro: um apartamento e um escritório, ambos na cidade de São Paulo. O primeiro, ao valor de R$ 6,6 milhões, fica no nobre bairro dos Jardins. Já o escritório, comprado por R$ 882 mil, fica na rua mais cara do País, a Avenida Paulista!", relata o texto assinado por Lorenzoni.
Segundo o democrata, entre as empresas para as quais a Projeto prestou consultoria "encontram-se algumas do ramo agroindustrial, quais sejam, Sadia Holding e Vinícola Aurora" e que, por isso, "é de fundamental importância" que sua Comissão se aprofunde no assunto para "avaliar qualquer possível favorecimento em razão da posição política ocupada" pelo principal membro do gabinete da presidente Dilma Rousseff.
Leia parte do artigo de Alexandre Garcia é jornalista da globo em Brasília
Parece que vergonha é o que se perdeu, com a impunidade, o conceito de que dinheiro do público é de ninguém - e a cultura de que estar dentro da lei é para trouxa. Detentor de um mandato público remunerado pelo contribuinte, Antônio Palocci fatura 20 milhões em um ano, em pleno mandato de deputado federal e na coordenação da campanha de Dilma, e não se sente obrigado a explicar quem pagou e para quê, ainda que metade disso tenha sido auferido depois da eleição presidencial.
Há a certeza de que não reagimos, de que não nos escandalizamos, de que somos imbecis e aceitamos qualquer desculpa. A mais forte explicação para o gigantesco faturamento de Palocci nos últimos meses do ano passado é a de que precisava encerrar contratos de consultoria, então eles foram quitados. Como assim? Pagaram sem receber o serviço? Se tenho contrato com a Globo até o fim deste ano e ela me paga tudo agora, não há dúvida que fico devendo o serviço. Também falta explicar, como lembrou o Elio Gaspari, para onde foi tanto dinheiro, já que apenas pouco mais de 7 milhões foram aplicados em dois imóveis. Até a vida privada do homem público tem que ser transparente, como aliás Palocci sentiu com o indiscreto caseiro da casa de encontros.
Casos assim passam, porque são um grão de terra no lamaçal. Acontecem em toda a parte do serviço público. Também acontecem na empresa privada, mas o dinheiro da empresa privada é privado e ela certamente não descansa enquanto não obtiver o reembolso. No setor público, reembolso é coisa rara. Proteção, blindagem, espírito de corpo é coisa frequente. Nos Estados Unidos, algemam; no Japão praticam o suicídio; na China, a família paga a bala da execução. Aqui, alguns milhares de eleitores trazem de volta o seu representante.
Ibama autoriza início da construção da Usina de Belo Monte
Fonte Agência Brasil
Brasília - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu hoje (1º) a licença de instalação para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). O documento permite o início da construção da usina.
Em janeiro deste ano, o Ibama havia concedido ao empreendimento uma licença parcial apenas para iniciar o canteiro de obras. A licença prévia, que foi concedida em fevereiro do ano passado, listou 40 condicionantes a serem cumpridas para que o empreendedor recebesse a autorização para as obras. Antes de entrar em funcionamento, a usina ainda precisará obter uma licença de operação, que está condicionada ao cumprimento de todas as exigências socioambientais previstas no projeto.
O leilão para definir o consórcio construtor da usina ocorreu em abril do ano passado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a menor oferta pelo megawatt-hora da usina (R$ 77,97), o grupo vencedor foi o Norte Energia, liderado pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobras, com participação da Queiroz Galvão, Gaia Energia e mais seis empresas.
Apesar de as discussões ocorrerem desde a década de 70, a construção de Belo Monte ainda é motivo de polêmica. O processo de licenciamento da usina foi questionado pelo Ministério Público Federal no Pará e também pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Belo Monte é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Cres.
Brasília - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu hoje (1º) a licença de instalação para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). O documento permite o início da construção da usina.
Em janeiro deste ano, o Ibama havia concedido ao empreendimento uma licença parcial apenas para iniciar o canteiro de obras. A licença prévia, que foi concedida em fevereiro do ano passado, listou 40 condicionantes a serem cumpridas para que o empreendedor recebesse a autorização para as obras. Antes de entrar em funcionamento, a usina ainda precisará obter uma licença de operação, que está condicionada ao cumprimento de todas as exigências socioambientais previstas no projeto.
O leilão para definir o consórcio construtor da usina ocorreu em abril do ano passado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a menor oferta pelo megawatt-hora da usina (R$ 77,97), o grupo vencedor foi o Norte Energia, liderado pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobras, com participação da Queiroz Galvão, Gaia Energia e mais seis empresas.
Apesar de as discussões ocorrerem desde a década de 70, a construção de Belo Monte ainda é motivo de polêmica. O processo de licenciamento da usina foi questionado pelo Ministério Público Federal no Pará e também pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Belo Monte é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Cres.
Extorsão leva cinco vereadores para a cadeia
Fonte midianews
Prefeito de Alto Paraguai denunciou que parlamentares queriam "mensalinho" de R$ 500 de R$ 500
Cinco vereadores e um ex-prefeito de Alto Paraguai (218 km ao Médio-Norte de Cuiabá) foram presos, na manhã desta quarta-feira (1º), pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública.
O grupo, desarticulado na operação da Polícia Civil, batizada de "Alcaide", é acusado de praticar crimes como concussão - exigir dinheiro ou vantagem em razão da função, extorsão, formação de quadrilha e eventual prática de peculato.
Conforme a denúncia do prefeito da cidade, Aldair José da Silva, os vereadores cobravam pagamento de "mensalinho", de R$ 500. O caso foi investigado por dois meses pelos delegados Lindomar Aparecido Tofoli e Alana Cardoso.
Foram presos, em Alto Paraguai, os vereadores Jason Alves de Souza (presidente da Câmara Municipal), Gilberto de Souza Lima, Nilton de Campos Luz, Aluisio Carvalho Júnior, Valdeci de Almeida Chagas.
Em Cuiabá, foi preso o ex-prefeito e irmão do presidente da Câmara de Alto Paraguai, Alcenor Alves.
"Não são todos os vereadores que concordaram. Como o prefeito não aceitou, parte dos vereadores se reuniu para afastar o prefeito e em seu lugar iriam assumir o presidente da Câmara", explicou o delegado Lindomar Tofoli.
Por duas vezes, o prefeito chegou a ser afastado do cargo, sem embasamento legal, mas conseguiu retornar à Prefeitura. A operação contou com apoio de policiais civis da Delegacia Regional e Diamantino.
Com informações da Delegacia Fazendária
Prefeito de Alto Paraguai denunciou que parlamentares queriam "mensalinho" de R$ 500 de R$ 500
Cinco vereadores e um ex-prefeito de Alto Paraguai (218 km ao Médio-Norte de Cuiabá) foram presos, na manhã desta quarta-feira (1º), pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública.
O grupo, desarticulado na operação da Polícia Civil, batizada de "Alcaide", é acusado de praticar crimes como concussão - exigir dinheiro ou vantagem em razão da função, extorsão, formação de quadrilha e eventual prática de peculato.
Conforme a denúncia do prefeito da cidade, Aldair José da Silva, os vereadores cobravam pagamento de "mensalinho", de R$ 500. O caso foi investigado por dois meses pelos delegados Lindomar Aparecido Tofoli e Alana Cardoso.
Foram presos, em Alto Paraguai, os vereadores Jason Alves de Souza (presidente da Câmara Municipal), Gilberto de Souza Lima, Nilton de Campos Luz, Aluisio Carvalho Júnior, Valdeci de Almeida Chagas.
Em Cuiabá, foi preso o ex-prefeito e irmão do presidente da Câmara de Alto Paraguai, Alcenor Alves.
"Não são todos os vereadores que concordaram. Como o prefeito não aceitou, parte dos vereadores se reuniu para afastar o prefeito e em seu lugar iriam assumir o presidente da Câmara", explicou o delegado Lindomar Tofoli.
Por duas vezes, o prefeito chegou a ser afastado do cargo, sem embasamento legal, mas conseguiu retornar à Prefeitura. A operação contou com apoio de policiais civis da Delegacia Regional e Diamantino.
Com informações da Delegacia Fazendária
PRF apreende madeira ilegal que saiu de Rondônia
Fonte Nucom PRF
Além disso, o veículo que constava na documentação para transportar a madeira não era o mesmo e a cubagem declarada não co
O flagrante foi no km 229 da BR-174, em Pontes e Lacerda
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu no início da noite de terça-feira (31) um carregamento ilegal de madeira. A carga havia saído de Cujubim (RO) e seria levada para Brasília (DF).
O flagrante foi no km 229 da BR-174, em Pontes e Lacerda. Por volta das 18h, policiais rodoviários federais da 7ª Delegacia (Pontes e Lacerda) abordaram uma Scania G420 com placas de Guajará Mirim (RO), conduzida por Ivan Bueno Hernandes. Após averiguações, os agentes da PRF constataram que no veículo eram transportadas madeiras serradas diversas. Conforme o documento de origem florestal e a nota fiscal apresentada, havia divergências com a madeira transportada.
Além disso, o veículo que constava na documentação para transportar a madeira não era o mesmo e a cubagem declarada não conferia. A essência declarada (Vismia Brasiliensis – Pau Sangue) também não era condizente com a região de onde a madeira havia sido retirada. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil, em Pontes e Lacerda.
Além disso, o veículo que constava na documentação para transportar a madeira não era o mesmo e a cubagem declarada não co
O flagrante foi no km 229 da BR-174, em Pontes e Lacerda
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu no início da noite de terça-feira (31) um carregamento ilegal de madeira. A carga havia saído de Cujubim (RO) e seria levada para Brasília (DF).
O flagrante foi no km 229 da BR-174, em Pontes e Lacerda. Por volta das 18h, policiais rodoviários federais da 7ª Delegacia (Pontes e Lacerda) abordaram uma Scania G420 com placas de Guajará Mirim (RO), conduzida por Ivan Bueno Hernandes. Após averiguações, os agentes da PRF constataram que no veículo eram transportadas madeiras serradas diversas. Conforme o documento de origem florestal e a nota fiscal apresentada, havia divergências com a madeira transportada.
Além disso, o veículo que constava na documentação para transportar a madeira não era o mesmo e a cubagem declarada não conferia. A essência declarada (Vismia Brasiliensis – Pau Sangue) também não era condizente com a região de onde a madeira havia sido retirada. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil, em Pontes e Lacerda.
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