segunda-feira, 11 de julho de 2011

Bandidos fazem parte da mesma quadrilha

Fonte  GazetaDigital
O serviço de inteligência da Polícia Militar junto com a Polícia Civil obteve informações que as quadrilhas que atuaram nos assaltos às agências bancárias no interior do Estado estão interligadas. De acordo com apurações, os assaltantes são do estado de Goiás, onde estão desenvolvendo investigações sigilosas para ser desarticulada.
Na última segunda-feira (04), as cidades de Nova Monte Verde (a 968 km ao norte) e Paranatinga (a 373 km ao sul) foram tomadas pela ação de bandidos que explodiram as agências do Banco do Brasil. A primeira ocorrência foi em Nova Monte Verde, quando por volta de meio-dia os assaltantes roubaram o banco e renderam reféns. À noite, em uma ação frustrada, homens trocaram tiros com a polícia e depois tentaram explodir o cofre da agência de Paranatinga, mas não conseguiram e fugiram.
Na madrugada de sábado (09), por volta de 1 h, foi a vez da quadrilha agir em Poconé (a 104 km aos sul). Eles renderam populares que estavam na ruas, explodiram alguns caixas eletrônicos, mas fugiram sem levar nada.
As buscas continuam em todo o Estado, mas até o momento nenhum assaltante foi capturado.

sábado, 9 de julho de 2011

Hidrelétrica de Dardanelos será sincronizada ao SIN até 20 de julho


Neoenergia afirma que usina deve iniciar operação comercial até a primeira semana de agosto
Por Natália Bezutti, de Camaçari (BA)*
A hidrelétrica de Dardanelos (261MW), instalada no rio Aripuanã, no Mato Grosso, será sincronizada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) até 20 de julho. A previsão é de Marcelo Corrêa, presidente da Neoenergia, responsável pela construção e operação da usina junto às estatais Eletronorte e Chesf. A planta está pronta há tempos, mas aguarda a conclusão da linha de transmissão que fará sua conexão ao SIN. Segundo Corrêa, a hidrelétrica deve iniciar a geração de energia até a primeira semana de agosto, com a entrada em operação de uma de suas turbinas. A partir daí, as máquinas seguintes devem ser ligadas a cada 30 dias.

Depois deste empate do Brasil , resolvi postar uma piadas.







quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nova comissão técnica pode atrasar a votação do novo Código Florestal pelos senadores

Código Florestal: formação de uma Comissão de Ciência e Tecnologia para estudar a legislação aprovada na Câmara pode levar votação no Senado para outubro. Discurso dos cientistas discute a produção agrícola brasileira erroneamente.

 Ainda nesta semana, um grupo de cientistas discutiu o texto que modifica o atual Código Florestal Brasileiro e levantou pontos técnicos ainda a serem questionados do trabalho aprovado na Câmara pelos deputados em junho passado. Assim, mais uma comissão especial fora criada (Ciência e Tecnologia) e a votação no Senado deverá se arrastar para outubro.
Em meio à participação ativa em diversas comissões, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) tem trabalhado fortemente em favor do agronegócio brasileiro. Ela afirma que o trabalho para votação do Novo Código Florestal no Senado é favorável, mas que a criação desta comissão tem por objetivo protelar o debate e talvez dar um viés mais técnico antes da aprovação da lei.
Enquanto isso, ministros estão sendo retirados dos seus cargos e convidados a prestar esclarecimento sobre escândalos.

Fonte: Notícias Agrícolas

Quem é o gaúcho Luiz Antônio Pagot - Maggi Ministro

Blog do Zaviasky
24 horas news
Caso Blairo Maggi assumir o Ministério, não apenas Mato Grosso irá ganhar, como, também, o Brasil inteiro. Não precisa de propinas e tem um carinho especial por MT.
Terá oportunidade de repor a verdade no caso do Pagot e nós continuaremos a andar para a frente. Todo mundo já sabe que o Pagot cometeu um único pecado: estava lutando por Mato Grosso. Bateu de frente nos donos do Brasil, a começar pelo presidente do congresso nacional.
Já imaginaram, de um lado Maggi e de outro o Pedro Taques? Poderemos demitir todo o resto que "trabalha" naquela casa contra o Brasil e, principalmente,  contra Mato Grosso.
Na verdade, essa descoberta, nesta madrugada,  dos integrantes da Comissão de Vanguarda contra os interesses de Mato Grosso, há mais gente de Mato Grosso do Sul do que imaginávamos.
Tudo por causa da ferrovia, do VLT, da Copa do Mundo de Futebol, aqui em nosso casa, e a seriedade desses nossos políticos que incomodam muita gente por aí.
Tentam tirar tudo daqui. Porém a seriedade de um Maggi, prestes a ser Ministro, as injustiças contra o Pagot que acabam de ser descobertas por causa do desastre de outra descoberta que é a do Abicalil do PT que tenta chutar contra o gol de MT, estarrece a gente mato-grossense e mostra apenas uma ponta do novelo dos esquemas que se assemelham ao que fizeram com o ex-diretor do FMI onde uma prostituta africana ou indiana se aliou à traficantes e os políticos que desejam e conseguiram tirar o candidato à presidência da França, com IBOPE igual a do Lula, do palco francês. Provisoriamente...
Foi só o Pagot anunciar tudo para Mato Grosso, pela primeira vez, e olhem aí o resultado. Pelo sim, pelo não, vamos continuar investigando. Abaixo, atendo a muitos leitores, inclusive do exterior, que me pedem algo sobre Pagot.
Tirei da antiga gaveta, o texto a seguir:    

Inúmeras cartas nos pedem informes sobre o paranaense Pagot. Ele não é paranaense. É gaúcho. O motivo de tal engano de muitos leitores, talvez seja por causa de seu partido, o PR.
Todas as vezes que escrevemos o nome dele, colocamos o partido logo após – Pagot (PR), Maggi (PR) – que muitos interpretam como a sigla do Estado do Paraná, quando, na verdade é do Partido da República a que pertencem.
Atendo a tão entusiastas leitores.
Foto: H.Pradera-DF

Luiz Antônio Pagot

Luiz Antônio Pagot nasceu em Veranopólis, Rio Grande do Sul, em 22 de junho de 1953. Casado, Economista, é oficial RNR da Marinha do Brasil. Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná, Pós Graduado em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas e Curso para oficial de operação da Marinha do Brasil.

De 1975 até 1983 foi Oficial de Operações em diversas funções na Marinha do Brasil;
De 1983 à 1988 foi empresário do setor de alimentos; 1988 à 1993 foi Consultor do SEBRAE Agribusiness e MERCOSUL; 1988 à 1993 foi Presidente da CACIOPAR Coordenadoria das Associações Comerciais e Industriais do Oeste do Paraná;

1988 à 1993 foi Coordenador do Ciclo de Seminários Internacionais;
Do ano de 1933 até 1999 atuou como Consultor do Grupo André Maggi nos projetos e investimentos;
1995 até 2002 respondeu pela Diretoria e Superintendência da Hermasa Navegação da Amazônia;
Em 2003 e até junho de 2005 atuou como Secretário de Estado de Infra-estrutura do Mato Grosso e em junho de 2005 foi Secretário Chefe da Casa Civil de Mato Grosso; Em 2007  foi Secretário de Educação.
O nome de Luís Antônio Pagot, foi aprovado na comissão de Infra-Estrutura do Senado no dia 07 de agosto de 2007, após sabatina e após longo tempo de marchas e contramarchas dos políticos do nordeste, Minas e São Paulo que exigem, sempre, gente daquelas bandas nesses cargos por motivos que o Brasil inteiro sempre soube. E, também sofre.
Aqueles que os desafiam caem em desgraças, com esquemas vergonhosos onde o resultado da explosão é que vale para o resultado. Depois, sempre, não há retorno.
Vejam agora, como no caso da acusação da prostituta ligada a traficantes e políticos holandeses, contra outro diretor, o do FMI que perdeu o cargo, está inocentado pelo mundo, mas já nomearam quem queriam.
A matéria de indicação do ex-secretário de Estado, o economista Luiz Antônio Pagot, (PR), à diretoria-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) esteve nas gavetas do senado numa hibernação prá ninguém botar defeito e na pauta para ser votada na Comissão de Infra-Estrutura do Senado, numa terça-feira, dia 13 de agosto de 2007.
Pagot foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) com o aval político do governador Blairo Maggi (PR) e do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.
Pagot assumiu o cargo de diretor-geral do Dnit com um currículo extenso de serviços prestados ao Estado de Mato Grosso.
Luis Antônio Pagot ficou no comando da Secretaria de Estado de Infra-estrutura durante 30 meses. Naquele período, acabou com a prática de direcionar as obras públicas para meia dúzia de empresas.
Em apenas 30 meses como secretário, Pagot ampliou de seis para 110 empresas que prestavam serviços para o Estado. Com tal currículo  Mato Grosso aguardou e torceu pela confirmação da aprovação de seu nome comissão de Infra-estrutura do senado.

As divergências políticas com os donos do nordeste e de SP e Minas foram superadas e seu nome foi aprovado pelo plenário no senado. Com aquela festa do povo de Mato Grosso que, agora, está num canto da sala aguardando os acontecimentos.
Paulo Zaviasky 07/07/2011 -