| Inúmeras cartas nos pedem informes sobre o paranaense Pagot. Ele não é paranaense. É gaúcho. O motivo de tal engano de muitos leitores, talvez seja por causa de seu partido, o PR. Todas as vezes que escrevemos o nome dele, colocamos o partido logo após – Pagot (PR), Maggi (PR) – que muitos interpretam como a sigla do Estado do Paraná, quando, na verdade é do Partido da República a que pertencem. Atendo a tão entusiastas leitores.
Foto: H.Pradera-DF 
Luiz Antônio Pagot |
Luiz Antônio Pagot nasceu em Veranopólis, Rio Grande do Sul, em 22 de junho de 1953. Casado, Economista, é oficial RNR da Marinha do Brasil. Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná, Pós Graduado em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas e Curso para oficial de operação da Marinha do Brasil.
De 1975 até 1983 foi Oficial de Operações em diversas funções na Marinha do Brasil; De 1983 à 1988 foi empresário do setor de alimentos; 1988 à 1993 foi Consultor do SEBRAE Agribusiness e MERCOSUL; 1988 à 1993 foi Presidente da CACIOPAR Coordenadoria das Associações Comerciais e Industriais do Oeste do Paraná;
1988 à 1993 foi Coordenador do Ciclo de Seminários Internacionais;
Do ano de 1933 até 1999 atuou como Consultor do Grupo André Maggi nos projetos e investimentos; 1995 até 2002 respondeu pela Diretoria e Superintendência da Hermasa Navegação da Amazônia; Em 2003 e até junho de 2005 atuou como Secretário de Estado de Infra-estrutura do Mato Grosso e em junho de 2005 foi Secretário Chefe da Casa Civil de Mato Grosso; Em 2007 foi Secretário de Educação. O nome de Luís Antônio Pagot, foi aprovado na comissão de Infra-Estrutura do Senado no dia 07 de agosto de 2007, após sabatina e após longo tempo de marchas e contramarchas dos políticos do nordeste, Minas e São Paulo que exigem, sempre, gente daquelas bandas nesses cargos por motivos que o Brasil inteiro sempre soube. E, também sofre. Aqueles que os desafiam caem em desgraças, com esquemas vergonhosos onde o resultado da explosão é que vale para o resultado. Depois, sempre, não há retorno. Vejam agora, como no caso da acusação da prostituta ligada a traficantes e políticos holandeses, contra outro diretor, o do FMI que perdeu o cargo, está inocentado pelo mundo, mas já nomearam quem queriam. A matéria de indicação do ex-secretário de Estado, o economista Luiz Antônio Pagot, (PR), à diretoria-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) esteve nas gavetas do senado numa hibernação prá ninguém botar defeito e na pauta para ser votada na Comissão de Infra-Estrutura do Senado, numa terça-feira, dia 13 de agosto de 2007. Pagot foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) com o aval político do governador Blairo Maggi (PR) e do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Pagot assumiu o cargo de diretor-geral do Dnit com um currículo extenso de serviços prestados ao Estado de Mato Grosso. Luis Antônio Pagot ficou no comando da Secretaria de Estado de Infra-estrutura durante 30 meses. Naquele período, acabou com a prática de direcionar as obras públicas para meia dúzia de empresas. Em apenas 30 meses como secretário, Pagot ampliou de seis para 110 empresas que prestavam serviços para o Estado. Com tal currículo Mato Grosso aguardou e torceu pela confirmação da aprovação de seu nome comissão de Infra-estrutura do senado.
As divergências políticas com os donos do nordeste e de SP e Minas foram superadas e seu nome foi aprovado pelo plenário no senado. Com aquela festa do povo de Mato Grosso que, agora, está num canto da sala aguardando os acontecimentos. |