quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Raposa Serra do Sol e as segundas intenções


“A FARSA IANOMÂMI” [a palavra “ianomâmi” é um nome genérico aplicado a “ser humano”.]
Nunca digeri a criação desta aberração. Maus brasileiros estão envolvidos nesta traição à Pátria e como prega o amazonense Roberto Gama e Silva, em um governo decente, deveriam ser punidos. O assunto não deve ser tão simples assim. Ideologia doentia deve estar envolvida…. Reserva contínua “lindeira” a outra reserva contínua Venezuelana…aí tem! Jurij M.’.M.’. “Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados”.
Na Internet: Via http://www.conteudo.com.br/ianomamis-a-farsa-de-uma-nacao-que-nunca-existiu/post_view#1318510875 20/09/2008 09:42 Artigo Ianomamis, a farsa de uma nação que nunca existiu Recebi o artigo abaixo e li com atenção. As informações são impressionantes. O autor, o almirante Roberto Gama e Silva, relata que a tal grande nação ianomâmi, que pega parte do Brasil e parte da Venezuela, na verdade seria uma grande farsa. O que existe naquele imenso território, explica o artigo, é uma série de diferentes tribos que nada teria a ver umas com as outras. Segundo o autor, foi um jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS”. Não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização “Christian Church World Council”, sediada na Suíça, escreve o autor. Leiam e tirem suas próprias conclusões:
IANOMÂMI! QUEM?
por Roberto Gama e Silva
Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “IANOMÂMI”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas.
Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.
Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto.
Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.
Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.
Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”
Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.
Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.
Um desses trabalhos denominado “O VALE DO RIO NEGRO”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “IANOMÂMI! QUEM?.
No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “TUCANOS” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.
Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “IANOMÂMI”.
Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “IANOMÂMI”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “IANOMÂMIS”.
Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “TUCANO”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os “IANOMÂMIS” também não apareceram entre os “TUCANOS”.
Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS”, que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos “IANOMÂMIS”.
Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.
Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.
Interessante ressaltar que a jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS” não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL” sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ao incentivarem a “invenção“ dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.
Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos “aruaques” e ‘caribes’.
Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.
Gentileza de Nivaldo Falcão

Em Colniza, elefante branco rende prejuízos de R$ 3 milhões aos cofres públicos

PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ivonei Cheminski Fonte: Jornal Quinzenal de Colniza  

Foto de Ivonei Cheminsk
Quem chega no distrito de Guariba, a 160 km de Colniza, extremo norte de Mato Grosso, se depara com a obra federal paralisada do Projeto Biodiesel, chamada pelos moradores de “Elefante Branco”. O projeto, que deveria ser responsável pelo desenvolvimento econômico da comunidade e região, é símbolo do desperdício de dinheiro público: R$ 3,16 milhões jogados no lixo.
Oito anos depois do início da construção, em meados de 2003, a fábrica permanece desativada.
O projeto foi criado após a inclusão de Guariba no programa Luz para Todos, do Governo Federal. Pelo convênio firmado entre a Eletronorte, Universidade Federal de Mato Grosso e e Fundação Uniselva, no local seria desenvolvido uma unidade de produção de óleos e biodiesel a partir de culturas locais como amendoim, mamona, castanha do Pará entre outros que seriam cultivados pela cooperativa Comigua, criada pelos guaribenses para assumir a operação da usina...

Foto de Ivonei Cheminski
Em tese o projeto era perfeito. Comprar as matérias primas produzidas pelos agricultores e produzir óleo e outros produtos derivados dos vegetais resultaria na geração de empregos diretos e lucros aos cooperados que, com suas terras produzindo, venderiam as sementes trariam melhor qualidade de vida ao distrito.
Segundo dados divulgados pela UFMT, o investimento foi alto: a Eletronorte investiu R$ 2,8 milhões, a UFMT R$ 320 mil e a Uniselva R$ 40 mil reais, dinheiro que traria progresso ao Guariba e faria uma região tão distante um exemplo de desenvolvimento.
Com capacidade  de produção estimada em 1,6 mil litros por dia de biodiesel e a busca de apoio junto a órgãos como Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Embrapa e Empaer o projeto atraiu além dos moradores locais pessoas de outras regiões, inclusive dos setor urbano de Colniza que chegaram e adquiriram terras na esperança de que tirariam a “sorte grande” produzindo a matéria prima. Tudo não passou de um sonho.

Ibama marca audiências de São Manoel Audiências públicas do processo de licenciamento ambiental da usina hidrelétrica devem acontecer em novembro




O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) divulgou nesta quarta-feira as novas datas das audiências públicas do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de São Manoel, no Rio Teles Pires, na divisa entre o Pará e Mato Grosso.
As audiências estão marcadas para os dias 23, 24 e 25 de novembro, nas cidades de Jacareacanga (PA), Paranaíta (MT) e Alta Floresta (MT), respectivamente. O cronograma original previa as reuniões no fim de outubro, mas a tensão na região por causa do projeto obrigou o Ibama a adiar o processo.

Estas audiuencias ja haviam sido marcadas para outubro mas a Justiça Federal em Sinop (MT)havia determinado o adiamento das audiências por 90 dias e a inclusão de mais duas reuniões em terras indígenas, mas a liminar foi derrubada.

Com a remarcação das audiências para esse mês, a Usina de São Manoel poderá entrar no leilão de energia A-5, marcado para o dia 20 de dezembro, se a licença ambiental for concedida até a data do certame.



Justiça determina que licenciamento de Belo Monte é legal



A tentativa de suspender na Justiça a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte levou um golpe duro nesta quarta-feira, com uma decisão do TRF (Tribunal Regional Federal) que julgou legal o processo de licenciamento da usina.

O voto da desembargadora Maria do Carmo Cardoso indeferiu a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal do Pará questionando a usina --dando o segundo voto de três na 5ª Turma do TRF a favor de Belo Monte. O procurador Felício Pontes Jr., autor da ação, disse que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal.
 O desembargador Fagundes de Deus pediu vistas do processo e, no dia 26, votou a favor da usina.
Em seu voto, na quarta-feira, Cardoso acompanhou Fagundes e desempatou o julgamento em favor da usina. Repetiu a argumentação do governo, dizendo que o dispositivo constitucional que obrigaria o Congresso a ouvir os índios não se aplica porque as terras não serão diretamente afetadas. Além disso, afirmou, os índios já foram ouvidos diversas vezes pela Funai (Fundação Nacional do Índio).
A decisão do TRF dá mais segurança à construção da usina. Mesmo com o recurso do MPF, o Supremo pode levar um ano para julgar a ação.
Por outro lado o MPF, considera o processo que liberou a licença de Belo Monte  ilegal por dois motivos: primeiro, o decreto legislativo de 2005 autorizando o licenciamento não voltou à Câmara após ter sido alterado pelo Senado; segundo, os índios das terras indígenas Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu não foram ouvidos pelo Congresso antes do licenciamento.




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

vv
  • Carne cozida fornece mais energia que crua, descobre estudo

  • Descoberta afeta o que pensávamos sobre a evolução do homem


  • G1

    A evolução dos seres humanos pode ser devida a uma descoberta gastronômica: o cozimento da carne. Um estudo feito nos Estados Unidos descobriu que a carne cozida fornece muito mais energia do que a crua. O estudo traz impacto para a medicina, a nutrição e também para a antropologia.
    Há pouco menos de dois milhões de anos, os ancestrais dos seres humanos ganharam um considerável aumento de peso e tamanho tanto no corpo quanto no cérebro - fato fundamental para a evolução da nossa espécie. Por muito tempo, os cientistas acreditavam que esse ganho tinha a ver com uma maior disponibilidade de carne.
    Agora, a pesquisa feita na Universidade Harvard indica uma explicação mais simples. Esse crescimento pode ter ocorrido por causa da descoberta do fogo - e por consequência, do cozimento da carne.
    A equipe de Rachel Carmody alimentou dois grupos de camundongos por 40 dias com diferentes combinações de carne com batatas, cruas e cozidas. Os resultados, publicados nesta semana na edição online da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, indicam que o cozimento aumenta o ganho de energia nos dois alimentos.
    Não apenas isso -- os camundongos sabiam. Quando estavam com fome, eles preferiam a comida cozida do que a crua.
    Para os cientistas, o trabalho também mostra porque cozinhar é tão importante culturalmente para os seres humanos. O acréscimo de energia explica, evolutivamente, porque gostamos de cozinhar.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

  • Concluído relatório sobre demarcação entre MT e PA

  • Mato Grosso reivindica a posse de 2 milhões de hectares do Pará


  • Mato Grosso disputa uma área de 2 milhões de hectares com o Pará

    G1MT


    O Exército concluiu um relatório sobre o limite questionado entre os estados de Mato Grosso e Pará em uma disputa judicial que está no Supremo Tribunal Federal (STF), pois ambos os estados reivindicam posse do território a partir de estudos e levantamentos realizados ainda na época das demarcações. 
    O diretor do Serviço Geográfico do Exército brasileiro em Brasília, general Pedro Ronald Vieira, já está com o relatório final sobre a área de divisa em mãos. Ele explicou que os trabalhos na divisa dos dois estados já foram feitos e ele vai aproveitar o feriado de Finados para estudar o documento e analisar se será preciso alguma correção ou alteração antes de entregá-lo ao ministro do STF, Marco Aurélio Mello.
    O limite questionado entre os dois estados fica na região do Rio Teles Pires, onde está o Salto das Sete Quedas. O procurador-geral de Mato Grosso, Jenz Prochnow, afirmou na época em que a perícia foi solicitada que a divisão feita pelo marechal Cândido Rondon foi marcada de forma equivocada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Na época de Rondon, tínhamos uma demarcação que tomava por base um nível denominado de salto ou sete quedas, naquela região que divide o Pará e Mato Grosso. Quando foi feita a demarcação pelo IBGE, foi de maneira equivocada. Tomou-se por base um marco equivocado e tentamos provar isso", explicou o procurador.
    Se a ação for julgada procedente a Mato Grosso, a área territorial do estado terá mais dois milhões de hectares, já que a ela seriam incorporados os territórios rurais de cinco municípios do Pará e parte da Serra do Cachimbo. O prazo dado pelo STF para que o Exército entregue o relatório final vai até o dia 18 de novembro.