sábado, 19 de novembro de 2011

Aneel aprova edital de leilão de novas usinas e define preços

Leilão revê a contratação de energia proveniente de fontes hídricas, eólicas, gás natural e biomassa

FonteValor online
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta sexta-feira o edital de licitação de novos empreendimentos de geração de energia elétrica com início da operação depois de cinco anos, chamado de leilão A-5.


O leilão, que está marcado para o dia 20 de novembro, prevê a contratação de energia proveniente de fontes hídricas, eólicas, gás natural e biomassa. Com a aprovação do edital, foi definido o preço-teto da energia de cada empreendimento. De acordo com as regras da Aneel, vence o leilão a empresa que, individualmente ou em grupo, apresentar lance com o menor preço da energia. A principal hidrelétrica cadastrada, que ainda não possui licença ambiental prévia, é São Manoel, a ser instalada no rio Teles Pires, na fronteira de Mato Grosso e Pará. A usina, que terá potência instalada de 700 megawatts (MW), teve o preço máximo da energia definido em R$ 105 por megawatt/hora (MWh).
A usina de Sinop, também no rio Teles Pires, teve o preço-teto definido em R$ 126 por MWh. A usina terá potência de 400 MW. Já a hidrelétrica Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, na divisa entre Maranhão e Piauí, com capacidade de 113 MW, teve preço de referência de R$ 105 por MWh. A hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, de 219 MW, a ser instalada no rio Araguari (AM), ficou com o preço-teto de R$ 101 por MWh.
A hidrelétrica São Roque, de 135 MW, no rio Canoas (SC), teve o preço teto estabelecido em R$ 123 por MWh. Três usinas do rio Parnaíba (Cachoeira, Estreito e Castelhano), que serão licitadas juntas, ficaram com o preço teto de R$ 101 por MWh. Essas usinas somam capacidade instalada de 183 MW.
As pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e aquelas usinas que serão contratadas pelo critério de disponibilidade (eólicas e termelétricas a biomassa e gás natural) tiveram o preço máximo da energia fixado em R$ 112 por MWh.
Os contratos das usinas provenientes de fontes hídricas são pelo critério de quantidade. O leilão negociará ainda a energia proveniente da ampliação de uma hidrelétrica, já licitada, a Santo Antônio do Jari, localizada no rio Jari, na divisa dos Estados do Pará e do Amapá.
O preço da energia complementar estará limitado a R$ 82 por MWh. De todas as hidrelétricas cadastradas para o leilão, somente Cachoeira, Castelhano e Estreito possuem licença prévia para participar da licitação.
No caso dos empreendimentos de fonte hídrica, o prazo para obtenção da licença será encerrado às 18 horas do dia 16 de dezembro. Para as demais usinas, o prazo termina no dia 1º de dezembro.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Militantes e poetas da miséria alheia, que pensam que comida nasce no Carrefour e no Pão de Açúcar, perseguem Kátia Abreu


por Reinaldo Azevedo, de veja.com.br

Militantes e poetas da miséria alheia, que pensam que comida nasce no Carrefour e no Pão de Açúcar, perseguem Kátia Abreu; é a minoria barulhenta de sempre que passa por maioria em setores da imprensa

Noticiava a Folha de S. Paulo no domingo:
“Cidades brasileiras que tinham os piores indicadores de emprego, renda, saúde e educação entre 2000 e 2009 conseguiram melhorias nesses setores, mas ainda vão levar 26 anos, a contar de agora, para alcançar um elevado grau de desenvolvimento. Há, porém, uma exceção: o Centro-Oeste. Apoiada na expansão da fronteira agrícola e seu impacto no emprego, a região saiu de um patamar de desenvolvimento similar ao do Norte e Nordeste e se aproximou do Sudeste. Tal retrato pode ser extraído do Índice Firjan de  Desenvolvimento Municipal, um indicador preparado por economistas da federação das indústrias fluminenses. O levantamento faz um raio-X do país com base em três indicadores: renda e emprego formal, saúde e educação. E se assemelha ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), divulgado pela ONU na semana passada. Encabeçada por Barueri (SP), a lista dos 15 municípios com os mais altos níveis de desenvolvimento tem 14 cidades paulistas. A hegemonia quase absoluta é quebrada por Lucas do Rio Verde (MT), na oitava posição. O município é um dos mais dinâmicos do cinturão da soja de Mato Grosso, maior produtor do país e pólo da agroindústria que processa o grão, além de sede de uma ampla rede de frigoríficos. Mais duas cidades de Mato Grosso estão entre as cem mais desenvolvidas: Primavera do Leste e Sorriso. As três apresentam evolução rápida no item emprego e renda - impulsionados pelo bom preço da soja e dos demais grãos no exterior e as sucessivas safras recordes.”
É isso aí. O agronegócio e a agroindústria tiram as pessoas da pobreza. Atenção! Não se trata de um programa para minorar a “miséria”. Trata-se, reitero, de sair da pobreza! E isso, a muitos setores, é imperdoável.
A valente senadora Kátia Abreu (PSD-TO) é um dos alvos da esquerdopatia verde. Hoje, depois da sessão da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, teve de ser protegida da fúria e da baba de 12 “estudantes profissionais” da Universidade de Brasília. Eles são contrários ao novo Código Florestal. Trata-se de uma minoria ridícula, porém barulhenta. Como a esmagadora maioria dos jornalistas não leu o texto-base de Aldo Rebelo (hoje ministro do Esporte), retrabalhado agora pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC), e não entende patavina do que está sendo debatido no Senado, todas as bobagens e inverdades militantes de Marina Silva valem como orações. Não só isso: os ditos militantes verdes nunca viram um pé de feijão! Devem achar que melancias nascem em árvores frondosas, como queria aquele reformador da natureza do fabulário…
São sempre os mesmosComo vocês sabem, uma chapa de não-esquerdistas venceu a eleição para o DCE na Universidade de Brasília pela primeira vez em 49 anos! São as moças e os rapazes da “Aliança Pela Liberdade”. Também é a primeira vez que ESTUDANTES DE VERDADE são representantes de estudantes de verdade! Na posse da chapa, um grupo de extremistas de esquerda gritava: “Não nos representa / não nos representa”. Ou seja: eles só acatam a democracia representativa quando elegem os seus cupinchas.
Pois bem: nesta quarta, qual era um dos gritos de guerra contra Kátia Abreu? “Não nos representa/ não nos representa”. Eles perderam a eleição da UnB e estão em busca de uma causa. Foram lá fazer pressão no Senado, sem terem lido, certamente, o texto de Aldo, o texto de Luiz Henrique, o código atualmente em vigência, nada… É do jogo! A exemplo de alguns de seus professores, são todos marxistas sem ler Marx.
O texto de Luiz Henrique já passou pelas comissões de Ciência e Tecnologia e de Agricultura e segue agora para a de Meio Ambiente. Depois vai a plenário. Que seja aprovado em benefício dos que precisam sair da pobreza, contra a vontade dos militantes da miséria alheia.
Por Reinaldo Azevedo
Li hoje na coluna do Zaviski  ,gostaria de compartilhar com meus leitores. Este assunto da distribuição de
royalties do Pré-Sal  é muito sério. Uma pena parece que não é prioridade dos nossos representantes.

Leia  coluna do que Zaviaski 
assessoria

Deputado federal Júlio Campos em sintonia com as forças vivas de Mato Grosso. Mais uma vez. Sozinho.

Enquanto toda a bancada de MT está tratando de seus negócios particulares, apenas Júlio Campos sacode pelos colarinhos aqueles que pensam que são donos do Brasil.


"A Amazônia é nossa" grita todo mundo. "O pantanal é do mundo", gritam outros. "A Europa tem que comprar o NOSSO gado brasileiro", atestando que o gado daqui é de todo o Brasil. 

"O tráfico, os bandidos e o crime organizado é do Brasil inteiro", atestam os porcarias cariocas.

Mas, na hora do petróleo, ele NÃO é nosso. É so do Rio e do litoral para municiar os bandidos de lá. Com o dinheiro que o Brasil inteiro investe lá. O retorno, porém, sonham que não deve ser dos brasileiros, apenas das favelas do crime organizado dos morros cariocas.

E, mais, "nossa" bancada federal vive tratando de seus bois, suas sopas e suas sojas, suas redes de TV, seus interesses pessoais e particulares. 

Apenas Júlio Campos acaba de sacudir a honra e a dignidade da realidade do Brasil e, principalmente, de Mato Grosso abordando assunto de interesse de todos nós.

Recebo de sua assessoria, Rosângela Mendes, a seguinte matéria enviada a toda imprensa de MT  sobre tão importante assunto cuja matéria é a seguinte:   


"Júlio Campos defende marcha de estados brasileiros em defesa da partilha do Pre-Sal

Em discurso inflamado o deputado federal Júlio Campos (DEM/MT) convocou os parlamentares dos estados brasileiros à se mobilizarem em uma grande marcha para se apropriar das riquezas do petróleo quais estão sendo “expoliados” e que deve ser distribuída entre todos os entes federativos, com forte argumentação pela partilha por entender que minério é explorado em subsolo brasileiro e conforme a Constituição o subsolo e os produtos dele extraídos pertencem a nação brasileira.

“O petróleo é explorado no mar brasileiro, a Constituição diz que o subsolo pertence à nação, e se pertence a nação o petróleo pertence a todos os brasileiros.

Nós deputados e senadores dos outros estados brasileiros vamos somar forças e dizer não, a essa gula profunda que os estados do Rio e Espírito Santo têm de uma riqueza que pertence à todos nós brasileiros”, enfatizou Júlio.

Segundo o parlamentar, se tem ouvido constantemente os representantes dos dois estados lamentarem a partilha com os outros estados brasileiros como se o “mundo fosse acabar”.

O democrata considera que os dois estados não são produtores, somente fazem frente para o mar brasileiro. Segundo ele, o estado que produtor é aquele que explora em seu território, sua terra, como acontece em alguns poços do Rio Grande do Norte, de Sergipe e da Bahia.

“Isso são balelas, de que o Rio, o Espírito Santo, são estados produtores, não são. Produtor é o subsolo, o mar brasileiro e se hoje o petróleo está sendo explorado no Brasil é graças a visão dos presidentes, Geisel e Médici que tiveram a inteligência de alguns anos atrás de expandir a fronteira brasileira em alto mar de 30 para 200 bilhas, caso contrário o petróleo seria internacional”, avalia.

Para ele, não se justifica que dos R$ 15 bilhões arrecadados de impostos oriundos do petróleo R$ 9,6 bilhões vão para o Rio e R$ 1 bilhão para o Espírito Santo, e um pouco mais de R$ 2 bilhões para os demais estados do país, somente a Prefeitura de Campos arrecada R$ 1bilhão de reais de royalties de Petróleo.

Júlio parabenizou o senador Vital do Rego pela iniciativa de mobilização pela distribuição dos royalties do Pré-Sal.
O democrata argumenta que o Brasil vai do Rio Grande do Sul ao Amapá, de São Paulo ao Centro Oeste de Mato Grosso.

“Nós também queremos crescer igual ao Rio de Janeiro, por isso todos estados e municípios querem ter participação assim como os de Campos, do Rio de Janeiro, e crescer com o Brasil”, defende.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

 
Grandes estados perderão deputados se houver divisão do Pará

Novas bancadas se formariam com vagas transferidas de outros estados. No Senado, o número de parlamentares subiria de 81 para 87.
 

A criação dos estados de Carajás e Tapajós a partir do desmembramento do Pará, se confirmada no plebiscito marcado para 11 de dezembro, promete causar uma dança das cadeiras na Câmara dos Deputados.

Alguns estados terão que perder cadeiras a fim de abrir espaço para os deputados dos novos estados, já que uma lei complementar define como 513 o número máximo de parlamentares por legislatura.

“Vai ter que ser feita uma redivisão”, disse o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), quando indagado sobre a eventual criação das bancadas estaduais de Carajás e Tapajós.

A Constituição estabelece que nenhuma das unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de 70 deputados. Atualmente, o Pará tem uma bancada de 17 deputados. Carajás e Tapajós teriam direito a oito deputados cada.

O Pará, que ficaria com uma população remanescente de cerca de 4 milhões de habitantes, teria entre 12 e 14 deputados, segundo estimativa do deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), que lidera uma frente contrária à divisão do estado.

Se a criação dos novos estados for aprovada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará o cálculo da redivisão das cadeiras na Câmara, que leva em conta o número mínimo e máximo de parlamentares e a população dos estados.
Assim, os estados médios e grandes perderiam pelo menos 11 vagas na Câmara. Os estados com o número mínimo de deputados – Distrito Federal, Acre, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins – não poderiam ser afetados pela mudança.

"Nenhum deputado na Casa está se importando com isso [a redistribuição das cadeiras]", disse o deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA), favorável à divisão do Pará. "Isso não será problema pois os parlamentares já estão cientes das modificações", completou.

Novos estados
As bancadas dos estados médios e grandes podem ter novas baixas se aprovadas as propostas em tramitação no Congresso para a criação dos estados do Maranhão do Sul, Araguaia, Mato Grosso do Norte, São Francisco e Gurgueia; além dos territórios de Oiapoque, Rio Negro, Juruá e Solimões,

Há sete projetos na Casa que determinam convocação de plebiscito para a criação desses novos estados e territórios.

Se os cinco novos estados forem criados, teriam direito a no mínimo 40 cadeiras na Câmara. Os quatro territórios teriam direito a 16 representantes. Assim, os estados médios e pequenos perderiam 56 vagas.

Senado
No Senado, com a eventual criação de Carajás e Tapajós, o número de parlamentares passaria de 81 para 87, uma vez que cada estado tem direito a três representantes na Casa.

Outro reflexo da criação de Carajás e Tapajós seria a redefinição das bancadas regionais. A região Norte passaria a ter nove estados e se tornaria, ao lado da região Nordeste, a maior bancada regional, com 27 senadores.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) afirmou que apresentará um projeto para modificar a definição de "população diretamente interessada" na criação de novos estados da federação brasileira.

Ele quer permitir que os eleitores dos 27 estados participem dos plebiscitos para a criação de novos estados. Atualmente, só o eleitorado do estado a ser dividido deve ser consultado, como será o caso de Carajás e Tapajós.

Segundo o senador, os cidadãos de todos os estados devem ser ouvidos porque acabam sendo afetados pelas despesas decorrentes da criação de uma nova unidade da federação, especialmente com respeito às consequências de se modificar o número de parlamentares.

 
Fonte: G1


Noivos asiáticos correm para casar no 11/11/11, considerado dia de sorte

China celebra a recente tradição do guanggunjie, o Dia dos Solteiros.
Asiáticos acreditam que a data simbólica é garantia de um futuro feliz.

Da AFP
Milhares de casais programaram seu casamento neste 11 de novembro de 2011 em todo o continente asiático, convencidos de que a simbólica data, 11/11/11, é garantia de um futuro feliz.
Em um cartório civil lotado do centro da cidade de Xangai, mais de 400 noivos correram para ser os primeiros a assinar a certidão de casamento. Alguns chegaram de madrugada para esperar a abertura dos portões.
Segundo uma tradição dos anos 1990, o 11 de novembro é considerado na China como o dia dos solteiros ("guanggunjie"), dos "1" solitários que devem se reunir para celebrar.
A edição 2011 é considerada uma ocasião para acabar com o celibato neste século devido à sucessão dos seis números "1", os chineses dão uma grande importância às cifras e a suas combinações.
Casais fazem fila para casar nesta sexta-feira (11) em Nanjing, na província chinesa de Jiangsu (Foto: AP)Casais fazem fila para casar nesta sexta-feira (11) em Nanjing, na província chinesa de Jiangsu (Foto: AP)
Mais de 3.300 casais se uniriam neste 11 de novembro em Xangai, segundo um porta-voz da prefeitura.
A capital econômica chinesa também receberá neste fim de semana, o mais próximo da data feliz, um encontro gigantesco de 10 mil solteiros que buscam o amor.
Muitas outras cidades da China também organizarão centenas de matrimônios, segundo a imprensa oficial.
Além disso, ao somar todas os números que formam 11/11/2011, se obtém "8", o número da boa sorte na China. Os Jogos Olímpicos de Pequim foram declarados abertos às 20h08 do dia 08/08/2008.
A crença no dia da boa sorte é compartilhada em outros países da Ásia. No Vietnã, por exemplo, um casamento coletivo de 80 noivos está previsto na Cidade de Ho Chi Minh (ex-Saigon).
Em Cingapura, onde a etnia chinesa representa uma parte importante da população desta cidade-estado, o número de casamentos previstos quintuplicou.
E até na Austrália, onde o 11 de novembro, aniversário do armistício da Primeira Guerra Mundial, recorda os soldados mortos ou feridos em combate, se observou um aumento no número de matrimônios.
Os futuros cônjuges se mostravam ansiosos, contou Renée Wilkins, pastora de uma congregação do Estado de Queensland. "Queriam pronunciar o 'sim' às 11H11", explicou.
"Nós recebemos sem dúvidas mais pedidos nesta data", confirmou Clarice Hee, da empresa que organiza casamentos Eternally Yours.
No entanto, Hee acrescentou que este fenômeno vai ser ofuscado por 20 de novembro próximo, dia em que a data forma uma repetição muito atraente: 20/11/2011.
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Bando assalto Bancos em Colniza








Bandidos fortemente armados invadiram a agência da cooperativa de crédito Sicredi ontem pela manha  em Colniza .Em torno de seis assaltantes encapuzados entraram nas agências e os demais ficaram do lado de fora, dando cobertura. Eles atiraram para intimidar as pessoas e evitar a aproximação de policiais. O bando teria usado, inicialmente, mais dois carros para o assalto usando armas de grosso calibre - espingardas calibre 12 e pistolas.Depois de pegaram o dinheiro eles foram a agência do Bradesco  e também levaram malote. O bando estava com cerca de 10 bandidos.  .Os reféns  foram liberados  a 35 kilometros da cidade e  não   feridos .



A polícia tenta fechar o cerco nas principais saídas da cidade- Guariba, pela BR-174, para Aripuanã ou Juína, pela MT-418 ou para Cotriguaçu e Juruena, pela MT-206, segundo uma fonte. Uma fonte do comando regional 8 da PM, em Juína, informou que os bandidos teriam seguido pela rodovia de acesso a Cotrigaçu. Duas viaturas com 10 soldados foram mandadas para reforçar um cerco, além do das guarnições de Aripuanã, Juruena e Cotriguaçu.

Os bandidos queimaram e abandonaram na BR-174, na Linha G-4, a cerca de 20 quilômetros de Colniza, a caminhonete utilizada durante a fuga.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Raposa Serra do Sol e as segundas intenções


“A FARSA IANOMÂMI” [a palavra “ianomâmi” é um nome genérico aplicado a “ser humano”.]
Nunca digeri a criação desta aberração. Maus brasileiros estão envolvidos nesta traição à Pátria e como prega o amazonense Roberto Gama e Silva, em um governo decente, deveriam ser punidos. O assunto não deve ser tão simples assim. Ideologia doentia deve estar envolvida…. Reserva contínua “lindeira” a outra reserva contínua Venezuelana…aí tem! Jurij M.’.M.’. “Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados”.
Na Internet: Via http://www.conteudo.com.br/ianomamis-a-farsa-de-uma-nacao-que-nunca-existiu/post_view#1318510875 20/09/2008 09:42 Artigo Ianomamis, a farsa de uma nação que nunca existiu Recebi o artigo abaixo e li com atenção. As informações são impressionantes. O autor, o almirante Roberto Gama e Silva, relata que a tal grande nação ianomâmi, que pega parte do Brasil e parte da Venezuela, na verdade seria uma grande farsa. O que existe naquele imenso território, explica o artigo, é uma série de diferentes tribos que nada teria a ver umas com as outras. Segundo o autor, foi um jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS”. Não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização “Christian Church World Council”, sediada na Suíça, escreve o autor. Leiam e tirem suas próprias conclusões:
IANOMÂMI! QUEM?
por Roberto Gama e Silva
Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “IANOMÂMI”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas.
Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.
Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto.
Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.
Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.
Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”
Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.
Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.
Um desses trabalhos denominado “O VALE DO RIO NEGRO”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “IANOMÂMI! QUEM?.
No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “TUCANOS” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.
Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “IANOMÂMI”.
Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “IANOMÂMI”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “IANOMÂMIS”.
Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “TUCANO”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os “IANOMÂMIS” também não apareceram entre os “TUCANOS”.
Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS”, que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos “IANOMÂMIS”.
Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.
Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.
Interessante ressaltar que a jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS” não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL” sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ao incentivarem a “invenção“ dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.
Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos “aruaques” e ‘caribes’.
Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.
Gentileza de Nivaldo Falcão