quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Novo lote de e-mails de cientistas do clima vaza na internet



A poucos dias da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 17), em Durban, na África do Sul, novos e-mails de pesquisadores do clima foram vazados na internet.
A polícia britânica está examinando esse lote de trocas de emails entre cientistas do clima que veio à tona nesta terça-feira (23). As mensagens têm origem em computadores da Universidade de East Anglia, considerada uma das principais nas pesquisas climáticas, de onde também vieram os e-mails tornados públicos em 2009. A instituição avisou que não tem como dizer se os e-mails são todos verdadeiros.
A partir de próxima segunda-feira, negociadores de quase 200 países se reúnem em Durban com o propósito de avançar rumo a um acordo global de redução de emissões de cgases causadores do efeito estufa. As expectativas para a conferência já eram modestas, e agora o vazamento de e-mails pode representar um novo golpe para o processo.
O pacote de 5 mil mensagens foi postado num servidor russo por um grupo ou indivíduo autodenominado “FOIA”. Em 2009, uma série de e-mails escritos por especialistas em clima da universidade foram roubados por hackers e espalhados na rede, no episódio que ficou conhecido como "Climategate", pouco antes da cúpula do clima da ONU em Copenhague.
Na época, céticos em relação às mudanças climáticas causadas pelo homem afirmaram que a correspondência mostrava que dados de pesquisas estavam sendo manipulados. Representantes da Universidade de East Anglia disseram que os e-mails aparentemente foram selecionados para expor a “discussão franca” entre os cientistas. “Esta parece ser uma tentativa cuidadosamente programada para reacender a polêmica sobre a ciência por trás das alterações climáticas”, afirmou a instituição em comunicado
Fonte Do Globo
 
Código Florestal: ruralistas ameaçam boicotar votações

Senadores pediram apoio ao ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho
 
Crédito: Geraldo Magela / Agência Senado    
Kátia Abreu afirmou que se as emendas propostas pelos senadores não forem aceitas, todos os projetos de interesse do governo serão boicotados no Congresso

Um impasse entre a bancada ruralista e o senador Jorge Viana (PT-AC) pode impedir a votação do Código Florestal, prevista para esta quarta, dia 23, na Comissão de Meio Ambiente do Senado. Descontentes com o texto de Viana, DEM e PSD ameaçam obstruir todas as votações na Câmara e no Senado.

Porta-voz dos parlamentares vinculados ao agronegócio, a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) alertou para o protesto. De acordo com Kátia, que também é presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), se Viana não aceitar as emendas propostas pelos senadores no relatório, todos os projetos de interesse do governo serão boicotados no Congresso.

A liberação de plantio em topos de morro com apenas 25 graus de inclinação e a cobrança de multa para médios e grandes produtores que desmataram são os principais pontos de divergência.

– Metade da produção de leite no país está em Minas Gerais e todas em morros com inclinação de mais de 25 graus. Isso inviabiliza a produção de leite – reclamou Kátia.

Decepcionadas com a condução do relatório por Viana, a bancada ruralista pediu apoio ao ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro. Os senadores apresentaram seis emendas. De acordo com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), o ministro teria simpatizado com o teor das emendas, que passam a inclinação de 25 graus para 45 graus e isentam de multas quem recompor as áreas desmatadas.

– Vamos ver com o relator o que ele pode acatar – disse Moka.

A votação ocorre nesta quarta, dia 23, às 10h, na Comissão de Meio Ambiente do Senado.

 
Fonte: ZERO HORA

Aneel aprova tarifa de energia elétrica por horário de consumo


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nessa terça-feira uma mudança na metodologia do sistema de cobrança de tarifa. Segundo informações da assessoria de imprensa, o novo sistema permitirá às distribuidoras de energia definir um horário de pico com um preço mais caro que o cobrado durante o resto do dia. Com a medida, os consumidores terão a chance de economizar na conta de luz, uma vez que poderão reduzir o consumo no horário de pico. Conforme a assessoria, os testes no novo sistema começam a ser feitos em 2013 e a medida só poderá ser implementada quando os equipamentos que fazem o controle da energia consumida sejam trocados de analógicos para digitais. A agência ainda estuda qual o melhor produto a ser utilizado no País.

Pelo novo sistema, que é opcional, haverá três momentos tarifários: cada distribuidora de energia vai definir um intervalo de três horas, de pico, entre 17h e 22h, em que o consumo de energia elétrica será mais caro. Neste período, a energia custará cinco vezes mais do que no horário de baixo consumo, no resto do dia, e três vezes mais do que no horário intermediário, que será de uma hora antes e uma depois do horário de pico. Atualmente, os consumidores pagam uma tarifa única, independente do horário. No horário que não corresponde ao de pico e ao intermediário (19 horas), a tarifa será um pouco menor do que é cobrado atualmente

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Aripuanã: UHE Dardanelos‏ libera Nota à Imprensa sobre ocupação de indigenas




Fonte: Da Assessoria/ Foto: Top News



Na madrugada de ontem 21 de Novembro, a Usina Hidrelétrica (UHE) Dardanelos, no Rio Aripuanã, no estado de Mato Grosso, foi invadida e ocupada pela etnia Arara do Rio Branco, com exigências descabidas e absurdas, tais como pagamentos mensais em dinheiro, o que, sob nenhuma hipótese, cabe à empresa atender.
Ações como essas comprometem cada vez mais os investimentos no setor elétrico nacional. A Energética Águas da Pedra S/A - EAPSA, concessionária da UHE,  para preservar a integridade de seus funcionários e temendo novas depredações as suas instalações, retirou do local seus operadores, interrompendo a geração de energia elétrica, o que gera prejuízo para a empresa e para o País.
A empresa repudia veementemente essa atitude injustificada, que infelizmente vem se tornando rotina. A EAPSA espera que sejam restabelecidas a ordem e a segurança pública para permitir o funcionamento normal da Usina em consonância com os direitos legais e constitucionais.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ibama mais uma vez suspende audiência publica sobre hidrelétrica no São Manoel




O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) decidiu suspender as audiências públicas para debater o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima) da usina hidrelétrica São Manoel, prevista para rio o Teles Pires, entre Paranaíta, no Norte de Mato Grosso, e Jacareacanga, no Pará. As audiências estavam previstas para os dia para 23 deste mês, em um clube da cidade paraense; dia 24, em uma escola de Paranaíta e, no dia 25, no Centro de Tradições Gaúchas (CTG), de Alta Floresta.

A decisão está publicada no Diário Oficial da União e não há motivos sobre a decisão de suspender as audiências. Inicialmente estavam marcadas para  outubro, no entanto, foram suspensas devido índios terem mantido sete funcionários da Fundação Nacional do Índio (Funai) e de uma empresa reféns por seis dias, na divisa entre os dois Estados. Eles protestaram contra a construção da usina e reivindicaram agilidade na demarcação de terras indígenas, cuja fundação se comprometeu. A obra está prevista para ir à leilão em dezembro. 

Os " bonito" da Globo e a Usina Belo Monte


Estou acompanhando a repercussão na mídia do vídeo gravado pelos atores globais, contra a Usina Belo Monte . Confesso que estou surpreso e feliz, tem muita gente boa que não gostou nada desta palhaçada. Como o caso  do texto abaixo.
foto cleomar diesel

Fonte Luis Nassif,

Por Marise
Do Terra Magazine
Pois estimados leitores cá estamos, dependendo de onde estamos. Se estivermos em São Paulo, por exemplo, podemos aproveitar das maravilhas da Balada Literária, a criação do Marcelino Freire para mostrar que evento de literatura pode, sim, pode, ser muito legal, ter altíssima qualidade, e, ora vejam, ser grátis. Basta querer que todo mundo que queira entrar entre, não é mesmo?

E entre um momento e outro da Balada cá estava eu, ciscando no Tuiti e pronto, fui atingido por um vídeo gravado por muitos atores globais baixando o cacete na hidrelétrica de Belo Monte, garantindo que ela é o mal sobre a Terra, o exu, o capeta, o diabo em sua versão mais úmida, e eu me pergunto, como eles sabem de tudo isso? E mais, por que o vídeo deles é igual a um americano, dirigido pelo Spielberg para fazer os americanos tirarem a bunda do sofazão e irem votar?

Por que atores globais fizeram um vídeo contra? Eu não tenho nada contra atores globais, fora o sotaque e a mania de fazerem teatro comercial, mas não tenho nada a favor. Pra mim, são tão ignorantes em assuntos de represas no Pará como quase todo mundo com quem eu falei antes de escrever essa coluna, se bem que, admitamos, muito mais fotogênicos. Mas, mesmo sendo pra lá de mais bonitos e reconhecíveis do que eu ou o senhor aqui ao lado, eles falam tanta besteira quanto qualquer um, e isso me irrita. Energia eólica é mais limpa? Alguém já viu um parque eólico, que por demandar vento costuma ficar no litoral, onde também ficam as praias? Importante, necessário, talvez melhor, mas, limpo? Defina limpeza aí, seu global, porque eu talvez ache uma represa cheia de água no meio de uma floresta cheia de água algo mais natural do que cataventos altíssimos transformando por completo uma paisagem que antes era perfeita. Solar? Estimado espécime global, sua senhoria faz idéia da área necessária para produzir 100 megawatts de energia solar? Eu sei, e é um monte de área, que não vai servir para mais nada, montes de recursos, dinheiro pra caramba, e ainda temos os enormes custos de manutenção. Belo Monte são 11 mil megawatts, senhor ou senhora global. Faça as contas antes de vir ler texto dado por sei lá quem, e talvez eu realmente leve a sério o que dizem, o que o senhor ou senhortalvez mereçam, desde que trabalhem para isso.

Os bonitinhos dizem que Belo Monte vai criar um baita lago e afogar a floresta. Eu, feinho, fui estudar. O lago da represa vai ocupar uma área de 516 km2, me informa o Google. O mesmo Google me diz que o estado do Pará possui uma área de 1.247.689,515 km2. O que deve querer dizer que o lago a ser formado vai ocupar uma área equivalente a 1/2400 da área do estado do Pará, que por sua vez é um estado com 7 milhões de habitantes, com dois milhões deles morando em Belém e todos participando do Círio de Nazaré, pelo que vejo. Ou seja, uma represa vai alagar uma área de 1/2400, ou nada por cento, de um estado basicamente vazio e isso se torna um problema por que mesmo? Não dêem texto, provem. Do jeito que vocês falam, encenando, eu não tomo como sério o que é dito. A moça vem e diz "24 bilhões" e soa como o Dr. Evil falando "One billion dollars" com o dedinho na boca. Dona, diga aí qual é o PIB brasileiro em 2010, e quantos por cento do nosso PIB, a nossa riqueza nacional, a hidrelétrica vai custar, diluída por 50 anos? Vosmecê sabe? Ó aqui a minha boquinha enquanto ela diz, assim: D-U-V-I-D-O.

Leitores, me irrita, e muito, essa tentativa de fazer a minha cabeça por processos tão rudimentares. Se querem, mandem coisa melhor e terão toda a minha atenção. Isso aí é manipulação tola, boba, mesmo que muito bem intencionada. Isso tem cara de ONG que consegue apoio de um publicitário bonzinho e muita gente bacana e vamos lá, salvar as baleias do Xingu. Pois me irrita pra caramba, pelo desrespeito para comigo, que vivo no mundo real, não dos comerciais sejam eles do governo ou de ONGs. Eu não sou uma baleia, acho.

Eu vivo em uma sociedade industrial, que pode abrir mão de muitas coisas e do bom senso quase o tempo inteiro, mas não resiste a umas poucas horas sem energia. Vira gelo, sem gelo pro uísque. Vira fogo sem ar condicionado para resolver a vida na fornalha. Vira uma luta pelo pedaço de pão mais próximo, vira a impossibilidade de chegar até a nossa casa. Podemos ficar sem quase tudo, e eu poderia ficar muito bem sem axé, o Malafaia e a lasanha congelada, mas não podemos ficar sem energia. Podemos e devemos economizar energia. Podemos e devemos desenvolver energias renováveis, e o faremos. Podemos e devemos esquecer a maluquice de construir Angras 3, 4 o escambau, mas não o faremos. Angra 3 ou 4 são muito, muito piores do que qualquer Belo Monte e certamente piores do que Fukushima, especialmente se ficarem no Rio, que, digamos, não é o Japão.

Mas para chegarmos até as novas energias, precisamos de energia da que se produz agora e o resto é, infelizmente, poesia. Não a qualquer custo, mas a custos que valha a pena pagar. E essa avaliação tem que ser muito, mas muito racional e justa do que eu vejo nos youtubes que vêm e vão.

Se vamos escapar do fogo ou do gelo, é pela inteligência, como sempre foi e será. E desse debate, por tudo que eu vi, ela está longe, muito longe, muito mais longe do que o Pará, e muito menos inteligente do que precisa ser para ser.

domingo, 20 de novembro de 2011


Sobre o adiamento da leitura do relatório do Código Florestal por Jorge Viana.

Fonte Noticias agricolas; POR Ciro Siqueira

"Viana não é apenas amigo de Marina Silva. Viana é Marina Silva. O texto agora está nas mãos de Marina. Se a nomeação de Viana como relator da matéria se confirmar, minha opinião é a de que o texto será completamente desfigurado. Thats it! Game over!"

O parágrafo acima foi publicado por mim, aqui no blog, em 31 de maio de 2011.

Há sete meses e meio, logo depois da aprovação histórica do Relatório Rebelo de reforma do Código Florestal na Câmara dos Deputados, quando foi oficializada a nomeação do Senador Jorge Viana como relator da matéria na Comissão de Meio Ambiental (CMA) do Senado, alertei para o risco Jorge Viana. Caso queira reler é só clicar: Relatoria do Código Florestal cai nas mãos de Marina Silva.

Jorge Viana assumiu o compromisso de apresentar seu relatório de reforma do Código Florestal na CMA, dia 17 de novembro. Mas Viana pediu mais tempo para apresentar o texto, o que deve acontecer apenas na próxima segunda, 21 de novembro.

Jorge Viana justificou o adiamento dizendo que precisava de mais tempo para a analisar todas as emendas que o texto recebeu. Folha, G1, Estadão e Agência Brasil, aceitaram a justificativa de Viana. Mas eu acho que tem caroço de bacuri nesse angu de farinha rala.

O primeiro alerta veio na semana passada quando o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse publicamente que estava preocupado com as mudanças que o Senado estava fazendo no Relatório Rebelo. Alves ameaçou restituir o texto original se o Senado o desfigurasse em prejuízo da agricultura nacional. O segundo alerta veio hoje pela manhã, em reportagem da Agência Brasil, onde o Senador Acir Gurgacz afirmou que o relatório que seria apresentado hoje não contemplava os produtores rurais. Viana pediu tempo para finalizar o relatório, mas Gurgacz se referiu ao texto como se ele estive pronto.

Meu palpite é que Jorge Viana fez o que eu avisei que faria sete meses atrás: desfigurou completamente o relatório em prejuízo da agricultura e para o regozijo de Marina Silva e seus Marina's boys. Ao expor seu relatório com o texto desfigurado a um círculo mais amplo de senadores, entre eles Gurgacz, Viana colheu a insatisfação de todos, desculpou-se e pediu mais uma semana para refazer tudo.

Ocorre que Viana não é bebê, ele não nasceu ontem. Ele sempre soube que não há condições políticas para levar adiante um relatório radicalmente diferente como querem as ONGs internacionais e a turma de Marina Silva. Se ele produziu uma aberração de relatório, ele não o fez por ingenuidade, ou por ingerência da sua assessoria. Ele fez para ganhar tempo.

A estratégia das ONGs é clara

Não sei pra vocês, mas para mim é tudo muito claro. Marina Silva e suas ONGs internacionais não têm voto. Eles podem ter alguns artistas incautos, meia dúzia de estudantes estridentes desocupados e podem dominar as redes sociais da internet. Mas eles não têm as ruas. O brasileiro suburbano que pega 2 ou 3 ônibus todos os dias para dar duro no batente está preocupado é com o picadinho sem RL e o arroz e o cafezinho de APP do almoço. Quem está preocupado com o oxigênio é o Al Gore, mas o Al Gore não é deputado nem senador no Brasil.

Os Deputados e Senadores brasileiros exercem o poder que emana do povo, das ruas, do voto. No voto a reforma do Código Florestal em defesa da agricultura nacional e contra os absurdos do fundamentalismo ambiental, passa fácil. Marina Silva e suas ONGs sabem que não podem disputar a reforma do Código Florestal no voto, democraticamente. Eles têm pela frente a dura tarefa de vencer a democracia e para isso contam com a única arma que pode vencer a democracia conforme Goebbels já mostrou: a mídia.

Mas a mídia os fundamentalistas de meio ambiente já têm. Veja por exemplo o post abaixo (Folha de São Paulo manda repórter reescrever manchete mentirosa) onde um ativista ambiental com diploma de jornalista usa a credibilidade da Folha de São Paulo para mentir em defesa da ideologia verde radical de Marina Silva. Mas, mesmo com a mídia nacional na mão o fundamentalismo ambiental não conseguiu até agora barrar a reforma do Código Florestal.

Eles contam com a mídia internacional. Marina Silva e suas ONGs precisam levar a reforma do Código Florestal para 2012 quando haverá no Brasil uma Conferência Internacional sobre meio ambiental, a Rio+20. A conferência caminha para ser um fiasco total. Nenhum chefe de Estado virá, nenhum grande acordo sobre o clima será feito, mas virão milhares de militontos verdes e milhares de jornalistas que ignoram completamente a problemática por trás da reforma do Código Florestal. Desocupados com um conferência vazia essa turma tem tudo para virar massa de manobra nas mãos de Santa Marina Mãe de Gaia e seu bando de ONGs internacionais e seus sofismas arrumadinhos.

Jorge Viana não pode dar um novo relatório de Código Florestal a Marina Silva e às ONGs esculhambando a agricultura nacional. Mas Jorge Vina pode, assim como quem não quer nada, como quem não controla seus próprios funcionários, fazer com que o tempo se esgote e que o texto precise ser apreciado quando quer Marina Silva.

Ano que vem teremos grandes batalhas e estaremos em desvantagem em todas elas.



Vejam no link a seguir o que será preciso fazer caso não seja possível sancionar a reforma do Código Florestal em 2011. E se não der tempo de votar o Código Florestal em 2011?