terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Executora de EVTEA da hidrovia Teles Pires-Tapajós (MT) sairá em janeiro 24/12/2012 às 13:02



Fonte Agrodebate


foto: Leandro J. Nascimento/Agrodebate
Hidrovia favorecerá o transporte de grãos e barateará também importações.


Responsável pela execução do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental da Hidrovia Teles Pires Tapajós deve ser conhecido em janeiro. O período é o estimado para que comissão técnica avalie e cumpra todos os ritos do processo, composto por fases de habilitação, análise técnica e preço. Os três participantes do certame já apresentaram suas propostas.

Dois consórcios e uma empresa individual concorrem e vencerá quem oferecer o menor preço e solução técnica. Do estado de São Paulo está o consórcio formado pela Internave, Petcon e Lene. Do Rio de Janeiro, o consórcio composto pela Peotta e Progen Enefer e a Hidrotopo. Única empresa individual, a Shaw é de Santa Catarina.

Edeon Vaz Ferreira, coordenador-executivo do Movimento Pró-Logística, que representa o setor produtivo mato-grossense, acredita que mesmo com a definição em janeiro da vencedora do certame, o cronograma anteriormente previsto pelo governo - de em fevereiro emitir a ordem de serviço para realização do EVTEA - não sofrerá modificações. "É só questão de acompanharmos para agilizar", disse, em entrevista ao Agrodebate.

Só para este empreendimento estão previstos investimentos na ordem de R$ 15 milhões para formulação do estudo de viabilidade. A obra vai garantir o escoamento mais ágil dos produtros agrícolas da região norte do Estado, permitindo a ligação direta entre Sinop até Santarém, além de Porto dos Gaúchos até Santarém. A previsão do DNIT é que pelo menos em um ano sejam realizados os estudos de viabilidade técnica e econômica. 

De acordo com o Departamento de Estrutura Aquavária do DNIT, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, a hidrovia vai beneficiar, além de Mato Grosso, os estados do Pará e também do Amazonas. O trecho hidroviário possui 1.043 km de extensão, desde o porto de Santarém, na foz do rio Tapajós, alfuente do rio Amazonas, até cachoeira Rasteira, no rio Teles Pires.

A pretensão do EVTEA é avaliar a viabilidade de ampliar o trecho navegável dessa hidrovia de Santarém (PA), no km zero, a Sinop (MT), no k m 1.576.

Essa hidrovia é considerada a única rota de exportação que pode viabilizar a produção de grãos de todo o norte de Mato Grosso, importante opção para o incremento do comércio exterior com influência direta sobre os horizontes socioeconômicos dos Estados do Pará, Amazonas e Mato Grosso, mercê de regiões de alto potencial produtivo, aponta o DNIT.
 
Expectativas 
Entre os principais benefícios a serem gerados por esta obra está a exportação de grande volume de carga, principalmente de grãos produzidos nas regiões Norte e Centro-Leste do Estado de Mato Grosso e do Sudoeste do Estado do Pará, por meio dos portos da calha do Amazonas de forma mais econômica do que os tradicionais portos da região sudeste.

Ainda, a geração de economia de 765 km a favor da opção de escoamento em direção a região Norte (distância entre Lucas e Santarém totaliza 1.430 km, enquanto de Lucas para Paranaguá (PR), 2.195 km).

Um conjunto de hidrovias
A hidrovia Teles Pires-Tapajós compõe a lista de três projetos hidroviários previstos para Mato Grosso. À relação estão ainda a hidrovia Tocantins-Araguaia e a do Paraguai-Paraná, esta última favorecendo a ligação entre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e países como a Bolívia, Argentina, Uruguai e Paraguai. Segundo a Diretoria de Transportes Aquaviários do DNIT, somente para Mato Grosso a elaboração dos estudos técnicos para apontar a viabilidade técnica dos projetos vão exigir R$ 30 milhões. 

Já para o Brasil, cujo total de empreendimentos hidroviários é de nove, estão previstos R$ 81 milhões no orçamento do Governo para o EVTEA. A estimativa é que em até 18 meses sejam concluídas as análises técnicas.

Consideradas estratégicas pelas entidades do setor produtivo, as hidrovias em Mato Grosso vão favorecer o escoamento da produção agrícola e também fomentar a geração de renda em diferentes setores. Por mês, as perdas geradas pelo uso incorreto de modais para longas distâncias nesta unidade federada são calculadas em R$ 1,9 bilhão. Além disso, prevê-se um aumento na rentabilidade do produtor na ordem de R$ 10 por saca.

Atualmente, para escoar a safra agrícola de Sorriso, no médio norte do estado, até o porto de Santos (SP) em um trajeto rodoviário e ferroviário, o produtor rural tem gasto R$ 227,15/tonelada. Pela hidrovia, direcionando sua produção para o porto de Santarém (PA), o custo reduziria para R$ 60,12, apontam cálculos do Movimento Pró-Logística.

No Brasil as hidrovias respondem por 12,37% das operações de cargas e somente em 2011 movimentaram 109,2 milhões de toneladas em produtos, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

domingo, 23 de dezembro de 2012

Suiá Missú: Prestes a completar duas semanas, desocupação continua e esperança vai diminuindo

http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/115273-suia-missu-prestes-a-completar-duas-semanas--desocupacao-continua-e-esperanca-vai-diminuindo.html



A ação de desocupação da gleba Suiá Missú, entre os municípios de São Félix do Araguaia e Alto Boa Vista, no nordeste do Mato Grosso, continua e, na próxima segunda-feira (24) entra em sua segunda semana. Mais de dez propriedades já foram desocupadas e há muitas famílias ainda sem destino, alojadas temporariamente em barracas improvisadas em beiras de estrada. 

"Natal? Dá pra imaginar como será o nosso Natal? Aqui não via ter nada disso, não. Aqui vai ter só gente cansada, desgastada e sem destino", disse Roberto Rodrigues da Silva, comerciante local. Papagaio, como é mais conhecido no povoado de Posto da Mata - na gleba Suiá Missú - tem relatado ao Notícias Agrícolas, desde o início da operação, como tem sido os dias na região. Ele afirma que as forças policiais continuam mobilizadas, as ações de despejo continuam sendo efetivadas e a população local ainda resiste, mesmo sem saber qual será o desfecho desta história. 

"É uma vergonha o que estão fazendo com esse povo. É desumano. Estão tratando como bandido uma gente que só está aqui para trabalhar, para sustentar suas famílias. Hoje, o Posto da Mata tem uma estrutura que foi criada pelo povo e agora querem tomar isso da gente", lamenta Silva, com o cansaço nítido em sua voz. 

Nesta sexta-feira (21) se encerrou o ano letivo das duas escolas de Posto da Mata e Estrela Araguaia e os locais, segundo informações, deverão ser ocupados pela Força Nacional e Exército. As notícias são de que os alunos destes locais ainda não sabem como serão suas aulas no próximo ano e o clima, portanto, era de muita tristeza. 

Não só a educação, mas a comunicação local também está comprometida. Há alguns dias o Correio não chega e, por isso, as contas acabam ficando atrasadas já que os moradores não conseguem pagá-las por não tê-las. 

Ato de Apoio - Estava marcado para a semana passada, no dia 14 de dezembro, um ato cívico de todos os sindicatos rurais da região e mais a Famato (Federação de Agropecuária do Estado do Mato Grosso) em apoio aos moradores de Suiá Missú, que foi, entretanto, cancelado depois que a Polícia Federal pediu o início das investigações sobre o posicionamento e as ações da Famato. 

Segundo alguns produtores, em entrevista à nossa equipe, o cancelamento acabou esfriando o ânimo das pessoas que estão reunidas e resistindo às desocupações. 

Veja uma nota oficial sobre o cancelamento do ato:

Senhores,
 
Em razão da determinação do Ministério Público Federal (MPF) para que a Polícia Federal inicie investigação sobre o posicionamento e as ações da Famato, a entidade resolveu cancelar o ato cívico e pacífico que faria amanhã (14/12), às 14h, no Posto da Mata.
Após análise das possíveis implicações jurídicas, tomamos esta decisão por entender que este movimento, ao contrário do que pretendíamos, complicaria ainda mais a situação na região. Para mais detalhes, confira a nota do MPF abaixo:
 
 
MPF pede investigação de protestos contra a retirada dos não-índios
 
O Ministério Público Federal em Mato Grosso enviou nesta quarta-feira (12/12) ofício requisitando ao Departamento de Polícia Federal em Barra do Garças que investigue quem está incitando os protestos violentos contra a desocupação da Terra Indígena Marãiwatsédé.
 
A medida foi tomada, porque notícias da imprensa dão conta de que o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato)/Araguaia, Marcos da Rosa, estaria conclamando a população de Ribeirão Cascalheira (MT) a participar de bloqueios em rodovias federais, oferecendo, inclusive, “alimentação farta” distribuída por caminhões, a fim de impedir o cumprimento de ordem do Poder Judiciário para desocupação da Terra Indígena Marãiwatsédé.
 
Segundo o procurador da República Otávio Balestra Neto, autor do pedido, a conduta do líder ruralista, de opor-se à execução de uma determinação judicial e incitar publicamente a prática de crime, é ilegal. As penas previstas para esses crimes são, respectivamente, reclusão de um a três anos; e detenção de três a seis meses ou multa.
 
Localizada no município de Alto Boa Vista (MT), Marãiwatsédé é uma Terra Indígena em processo de retirada dos não-índios. Desde 1998 a área de cerca de 217 mil hectares, onde situa-se a fazenda Suiá-Missú, é reconhecida como território tradicional dos índios xavante por decreto do presidente da República.
 
O que diz a legislação
 
Resistência
Art. 329 - Opor-se à execução de ato legal, mediante violência ou
ameaça a funcionário competente para executá-lo ou a quem lhe esteja
prestando auxílio:
Pena - detenção, de dois meses a dois anos.
§ 1º - Se o ato, em razão da resistência, não se executa:
Pena - reclusão, de um a três anos.
§ 2º - As penas deste artigo são aplicáveis sem prejuízo das
correspondentes à violência)
 
Incitação ao crime
Art. 286 - Incitar, publicamente, a prática de crime:
Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa.


Área Indígena - A área onde está localizada a gleba Suiá Missú foi efetivamente considerada como área indígena pertecente à etnia Xavante no congresso Rio 92 com um decreto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No início de 2012, a Justiça Federal determinou a desocupação da área. 

Entretanto, representantes dos índios xavantes afirmam que nunca habitaram a área em questão e que são nativos de áreas de Cerrado, e a gleba fica em uma área de mata fechada. Desde o início de desocupação da área, mais de 200 índios estão ao lado dos produtores e moradores locais lutando pelos mesmos interesses. 

Pajés já disseram, em vários depoimentos, para vários meios de comunicação, inclusive ao Notícias Agrícolas, que desde o início das discussões estão lutando ao lado da população local e que a exigência por aquelas terras não passa de uma exigência da Funai (Fundação Nacional do Índio). 

Para o antropólogo Edward Luz, o grande problema atual é o conjunto de falhas que marca o processo de demarcação de terras no Brasil e diz ainda que a operação em São Felix do Araguaia e Alto Boa Vista fere direitos constitucionais dos cidadãos brasileiros. 

O processo  falha, principalmente, ao não trazer paz para a sociedade, o que deveria ser prioridade. "Esse não é um processo que que constrói a pacificação e desconstrói o conceito de democracia e de propriedade privada que muitas pessoas ali têm", diz Luz. 

A ação de desocupação da gleba Suiá Missú continua e ainda não há sinais de um solução que possa atender as necessidades do moradores do local. A população já começa a falar em um possível acordo, porém, exigem que sejam realocadas em condições dignas de vida e de trabalho. "Eu não sei como vão ser os próximos dias. Não sei nem se vai ser na beira da BR com uma lona na cabeça", diz Papagaio. 

A maior indignação desse povo é de que a Justiça Federal não tem dado a atenção necessária a essas famílias ou às provas que elas têm apresentado para mostrarem que são proprietárias legítimas de suas terras, que possuem documentos, inclusive da Funai, que atestam que aquele local não é uma área indígena. Além disso, ignoram ainda a declaração dos índios de que não querem aquele pedaço de chão e que estão do lado dos "brancos". 

O risco de novos conflitos ainda existe, a infraesturura local já está se tornando insuficiente para tantas pessoas concentradas e nem mesmo um representante dos Direitos Humanos têm acompanhado o andamento da ação de desocupação. 

Veja alguns documentos enviados ao Notícias Agrícolas por Luiz Alfredo de Abreu, advogado da Associação dos Moradores de Suiá Missú que, segundo ele, comprovam a fraude que teria levado a essa decisão da Justiça Federal. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Emissão on line das guias de transporte de gado em MT começa em janeiro


fonte sonoticias
    Gado 2012 1 (ass) /
A emissão das Guias de Trânsito Animal (GTAs) via online devem começar ser emitidas a partir de janeiro em Mato Grosso. A partir do mês que vem, o produtor poderá procurar uma unidade do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) para cadastrar um login e senha. Depois é só acessar o site do Indea e clicar no link sistema online. Com isso, ele acesso a uma espécie de escritório virtual com informações das atividades de sua propriedade nas áreas de responsabilidade do instituto.

A ferramenta é composta por um banco de dados que permite o acompanhamento em tempo real via internet da vacinação, comunicação e emissão das Guias de Trânsito Animal (GTAs), a certificação será através de código de barras.Antes para realizar esse serviço o produtor tinha que se deslocar até um dos escritórios do órgão, preencher formulários e aguardar o tramite burocrático. "Essa nova ferramenta atende uma solicitação do governador Silval Barbosa, que está preocupado em garantir condições para que o órgão possa prestar um serviço ágil e com qualidade ao produtor rural", afirmou o presidente do Indea, Jurandir Taborda Ribas.

Com o novo sistema, Mato Grosso passa a ser um dos primeiros estados da federação a ter um banco de dados totalmente on-line, atendendo assim uma exigência do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), responsável pelo acompanhamento da defesa sanitária dos estados.

Com o uso dessa ferramenta, os servidores que trabalham nos escritórios do Indea, terão mais tempo para executar as atividades do órgão a campo. "Além da comodidade e agilidade no serviço que prestamos ao produtor, com o novo software o estado fará uma economia em torno de 2 mi, por ano. Esse é o recurso que gastaríamos com papel para a impressão de relatórios e com a transmissão de dados", ressaltou Ribas.


Jantar de políticos em restaurantes de Brasília é mais caro do que cesta básica 


Fonte: R7
Divulgação/Trattoria da RosarioRavióli ao molho de camarão é um dos pratos preferidos de políticos
A classe política que mora em Brasília frequenta os melhores restaurantes da cidade e não esconde a preferência por pratos sofisticados, bons vinhos e discrição. Esse bom gosto, porém, tem um preço alto e chega a custar mais que a cesta básica das principais capitais brasileiras.
Uma refeição individual, com lombo de cordeiro e vinho italiano pode sair por até R$ 345, sem sobremesa, nos principais restaurantes de luxo de Brasília. A cesta básica em Brasília custa R$ 266,85 e, em São Paulo, a mais cara do Brasil, R$ 299,26, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
O valor da refeição, que inclui o vinho, é 30% maior do que o valor da cesta básica em Brasília. A cesta básica tem produtos para alimentar um adulto durante um mês.
Os gerentes e garçons não se arriscam a fazer nenhum comentário sobre os clientes importantes, mas a reportagem do R7 apurou que, entre os pratos preferidos, o cordeiro sempre está na lista dos que mais saem. Frutos do mar também figuram no ranking de favoritos. O prato mais barato custa R$ 79 e serve uma pessoa.
Restaurantes
Um dos restaurantes escolhidos pelos políticos é Trattoria da Rosario, de tradição italiana, que fica em um bairro nobre da cidade. O ambiente, com vista para o lago Paranoá, tem capacidade para cem pessoas. O prato mais pedido pela classe política é o lombo de cordeiro com risoto negro ao funghi. A porção individual custa R$ 99.
O segundo preferido de ministros e parlamentares é o peixe em crosta com risoto de espinafre, que sai por R$ 79. O ravióli ao molho de queijo com camarões completa o ranking e custa R$ 89.
Para acompanhar os pratos, a maioria dos políticos bebe vinho italiano. A garrafa mais pedida é um Barolo que custa R$ 246.
Outro restaurante bastante frequentado pela classe política na capital do País é o Gero, da rede Fasano, que fica no shopping mais nobre da cidade. Lá, o prato preferido é o bacalhau com purê de batatas. Uma porção individual sai por R$ 99.
A paleta de cordeiro é o segundo prato que mais sai e custa R$ 81. Risoto de frutos do mar, com camarão e lula, é o terceiro item do cardápio do Gero mais solicitado pelos políticos. O prato para uma pessoa custa R$ 87.
Tradição nordestina
Apesar dos jantares requintados, há políticos que preferem almoçar um prato típico da região nordestina. Nesse caso, eles preferem o restaurante Xique-Xique, que tem duas filiais na área central de Brasília. O prato mais pedido por eles é a especialidade da casa: carne sol com arroz, feijão verde, paçoca de carne, mandioca e manteiga de garrafa. A porção completa custa R$ 62 e serve duas pessoas.
O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, e o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, já foram vistos almoçando no restaurante durante os fins de semana.
Ponto de encontro
Brasília também tem lugares que são conhecidos por serem pontos de encontro de políticos. O Piantella, situado na região central de Brasília, era considerado a extensão do Congresso Nacional.
Principalmente durante a década de 1980, o restaurante reunia parlamentares e a cúpula do executivo para debater os rumos do País com o fim da ditadura. Leis importantes, como a da Anistia, além da campanha das Diretas Já foram arquitetadas no Piantella, onde o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Ulysses Guimarães, tinha cadeira cativa. O restaurante também foi palco para as discussões sobre a candidatura de Tancredo Neves e a Constituinte.
Atualmente, o Bistrô Expand  é o ponto preferido da classe política para encontros e reuniões. Um dos sócios do restaurante é o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o publicitário Duda Mendonça no processo do mensalão e o senador cassado, Demóstenes Torres.
Quando vão ao Bistrô Expand, os ministros e parlamentares optam por beber vinho e comer aperitivos, como bruschettas, porções de cordeiro e de bacalhau.
Em agosto deste ano o restaurante foi arrombado por moradores de rua, que levaram uma televisão de plasma de 42 polegadas e várias garrafas de vinho. Na hora do assalto o estabelecimento estava fechado e ninguém ficou ferido.

Chegada da Amazon e Google Play ao Brasil turbina o consumo de cultura digital

Atualmente tudo que circula pelo mundo é digital. A novidade do momento são os livros e filmes lidos e vistos após um clique

    Google play inova e ultrapassa as barreiras da tecnologia
    Google play inova e ultrapassa as barreiras da tecnologia 
    Não tem como negar: as plataformas digitais mudaram a forma como consumimos cultura. Hoje já é possível carregar no bolso ou na mochila infinidades de livros, filmes e músicas, tudo reunido em um único dispositivo. A Amazon, por exemplo, que é uma das gigantes do comércio eletrônico mundial, já vende mais livros digitais que impressos.
    De olho nos consumidores do País, a multinacional inaugurou na semana passada a versão brasileira da sua loja de e-books, com um catálogo de mais de 1,4 milhões de títulos (13 mil em português), que agora poderão ser comprados em reais, sem o acréscimo dos 6% de imposto nas transações com dólar, como acontecia na versão gringa. No mesmo embalo, a Google Play começou a vender livros digitais e filmes em território nacional.
    O escritor e dramaturgo Márcio Souza lê e-books tanto pelo Kindle, leitor da Amazon, quanto pelo iPad, da Apple, e pelo Sony Reader. “Logo quando lançaram esses serviços, o que me chamou a atenção foi a comodidade. Tenho 50 livros no Kindle e uns 150 no Sony Reader, inclusive a obra completa de Shakespeare. Uso mais o iPad durante as viagens, para ler revistas e jornais”, declarou ele, que não carrega mais livros na bagagem.
    PORTABILIDADE
    Segundo Márcio Souza, os livros digitais facilitaram principalmente a distribuição das obras. Dentro de seis meses, todos os títulos do escritor vão estar disponíveis na Amazon. A Editora Record, que publica os livros de Souza, foi uma das 90 do País que fecharam acordo com a varejista norte-americana.
    Outra vantagem dos livros digitais é a portabilidade. Os e-books da Amazon e da Google Play, por exemplo, podem ser lidos não só nos e-readers como também no tablet, computador ou até smartphone, por meio de aplicativos próprios. Na loja virtual do Google, os livros e filmes ficam associados à conta do usuário, que pode acessá-los pelo computador ou qualquer dispositivo Android.
    FILMES ONLINE
    Para quem é fã da Sétima Arte, o iTunes, e agora a Google Play, podem quebrar um galho e tanto, mas outro serviço também caiu no gosto dos internautas: o Netflix. Há seis meses, a administradora Gilceli Lira usa a “locadora online”, que oferece filmes e séries por meio de uma assinatura mensal a R$ 14,99.
    “Posso ver quantas vezes quiser e a qualidade é excelente. Para quem tem o costume de alugar filmes, a comodidade é o principal atrativo, porque não precisa sair de casa, nem se preocupar com a devolução”, explicou. Ela também usa o serviço no iPhone, iPad, computador e na TV, por meio do Playstation.
    Além de oferecer interatividade com as redes sociais, o forte do Netflix não são os lançamentos, e sim os filmes mais clássicos. “Doutor Jivago” e a primeira versão de “Os miseráveis” são alguns dos longas a que Gilceli assistiu em casa, sem precisar recorrer às locadoras ou aos sites da Internet. “Se pudessem melhorar alguma coisa, acho que poderia ser nesse sentido, para ter filmes recém-lançados no circuito”, finalizou.

    Morre em acidente o fazendeiro Marcelinho Boaiadeiro; corpo será trasladado para Sinop



    Fonte: Só Notícias/Editoria (foto: arquivo)

    Foto
    O fazendeiro Marcelo Dias Silveira, o Marcelinho Boaideiro, faleceu em acidente, ontem à noite, em Castelo do Sonhos (Pará). Ele estava em uma caminhonete, Doge, que acabou tombando. Um sobrinho e um cunhado que estavam com Marcelinho ficaram feridos, sem gravidade. O fazendeiro acabou morrendo no local. Há poucas informações sobre o acidente, que ocorreu 
    Ele residia em Sinop há mais de 20 anos. Familiares estão em Castelo dos Sonhos providenciando o traslado do corpo que será feito, esta manhã, de avião. Ainda será confirmado local do velório.
    Uma fonte de Só Notícias informou que a esposa de Marcelinho e alguns parentes, que residem em Sinop, estavam na fazenda onde passariam o natal.
    Marcelinho foi jogador profissional e ídolo do Sinop Futebol Clube na década de 90. O eterno camisa 10 do Galo do Norte chegou a disputar a Copa do Brasil pelo Galo do Norte, foi campeão mato-grossense.
    Em agosto deste ano, Marcelinho vestiu pela última vez a camisa do Sinop Futebol Clube. Foi em um jogo especial com a participação de Tulio Maravilha, que consagragou sua carreira no Botafogo (RJ), e estava em busca do milésimo gol.
    Marcelinho era apaixonado por futebol. Mesmo depois de encerrar sua carreira profissional, ele continou disputando campeonatos amadores e também partidas com amigos. Também jogou várias partidas beneficentes, em Sinop, com o craque Rogério Ceni (que começou sua carreira no Sinop Futebol Clube).

    sábado, 22 de dezembro de 2012


    BOAS FESTAS
    Todos nesta pausa de festas, fazem balanços do ano que passou.
    Para mim foi ótimo. Entrei 2012 sem muita expectativa. Não tenho do que me queixar. Alias, tenho muito a agradecer a Deus. Ganhei uma bela neta a Julia. Minha família continua saudável e unida.
     Com relação a amizades(poucos mas existem) mantive os que de fato são amigos. Desejo a todos um prospero ano novo, um natal maravilhoso. E que Deus lhes ajudem a realizarem seus sonhos.
    Quanto a mim continuarei neste 2013 na fila dos que se arriscam. Estou com os  que não tem medo do futuro..Theodore Roosevelt já dizia. É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar uma fila com os pobres de espírito que nem gozam muito, nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.