quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Presidente Dilma exagerou na dose.

Depois de sancionar Dia do Milho, Dilma saúda a mandioca


Dilma, a bola e os índios
Dilma, a bola e os índios: um discurso memorável(Roberto Stuckert Filho/PR/PR)
Em um discurso durante a cerimônia de lançamento dos Primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff divertiu a plateia com seus improvisos. Cinco meses depois de sancionar o Dia do Milho, Dilma aproveitou para saudar a mandioca. "Nós temos a mandioca e estamos comungando a mandioca com o milho. Estou saudando a mandioca. Uma das maiores conquistas do Brasil", afirmou a presidente, filosofando acerca de um dos principais alimentos indígenas, depois de lembrar que "nenhuma civilização nasceu sem ter acesso a uma forma básica de alimentação". "E aqui nós temos uma, como também os índios e indigenas americanos têm a deles". Na sequência, Dilma falou sobre uma bola que segurava ao longo do discurso, um presente que recebeu antes do evento. "Aqui tem uma bola que eu passei o tempo inteiro testando e que vai durar o tempo que for necessário. Ela vem de longe, da Nova Zelândia. Essa bola é um exemplo, extremamamente leve. Eu testei, fiz embaixadinha", afirmou a presidente. "A importância da bola é justamente o símbolo da capacidade que nos distingue como nós somos do gênero humano, da espécie sapiens (sic)", prosseguiu. Enquanto tratava da importância de celebrar o esporte - uma atividade que tem "um fim em si", segundo a petista - Dilma emendou: "Para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola, nós nos transformamos em homo sapiens, ou mulheres sapiens". (Da redação

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Algumas universidades não receberam nem 10% do valor.


Reitores irritados

Janine Ribeiro: promessa de dinheiro para o Fies
Janine Ribeiro: promessa de dinheiro para o Fies
Reitores de universidades particulares credoras do Fies estão irritados com o Ministério da Educação. Embora Renato Janine Ribeiro tenha prometido repasses de 1,1 bilhão há três semanas para o programa (leia mais aqui), algumas universidades não receberam nem 10% do valor.
Na semana passada, um grupo de reitores viajou a Brasília para um encontro com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, mas ninguém foi recebido.
A Urcamp, uma das universidades, recebeu apenas 600 000 reais dos 6 milhões que tem a receber.
Presente na reunião em que Janine Ribeiro anunciou o 1,1 bilhão de reais, Jerônimo Goergen vai hoje ao TCU pedir uma auditoria no Fies, e quer ser novamente recebido no MEC para ouvir uma explicação.
Por Lauro Jardim

Vamos Rir um pouco.

Eu e minha vizinhança sofríamos de assaltos regularmente... eu já estava cheio disso! Então desativei meu sistema de alarme, deixei de pagar o guarda noturno e dispensei a vigilância do bairro.
No jardim de casa hasteei 3 bandeiras: Uma bandeira do Afeganistão, outra da Arábia Saudita e no meio a bandeira negra do Estado Islâmico. Agora, somos vigiados pela Polícia local, Federal, pela Segurança Pública, Interpol, etc. 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Meus filhos são seguidos quando vão para a escola, minha esposa quando sai de casa, e me seguem quando vou e volto do trabalho. Ninguém mexe com a gente. Nunca me senti tão seguro. Já me disseram que se eu botar uma de Cuba ainda ganho um dinheirinho da Dilma.

Se continuar assim, não sobrará ninguem para contribuir com o INSS






Brasil fecha 115 mil vagas em maio, pior resultado desde 1992

Segundo dados do Caged, entre janeiro e maio, foram fechados 243.948 postos com carteira assinada, o pior resultado para este período da série histórica


O Brasil fechou 115.599 vagas formais de trabalho em maio, mostrou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira. Trata-se do pior resultado para o mês desde o início da série histórica do indicador, em 1992. Além disso, é primeira vez em que há corte de vagas no quinto mês do ano. A mediana das expectativas de analistas consultados pela Reuters apontava para o fechamento de 38 mil postos no mês. Em abril, foram fechadas 97.827 vagas no país, segundo dados não ajustados.
Entre janeiro e maio, foram fechados 243.948 postos com carteira assinada, o pior resultado para este período da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Trabalho, que começa, para o período acumulado do ano, em 2002. Em 12 meses, o país já fechou 452.835 vagas formais.

Arcebispo do Iraque suplica ao Ocidente: “Salvem-nos do Estado Islâmico! ”


Por John Pontifex

Foto: Refugiados em Ankawa /Credito: www.ankawa.com
DENVER, 16 Jun. 15 / 04:41 pm (ACI).- O Arcebispo sírio-católico de Mossul (Iraque), Dom Youhanna Boutros Moshe, fez um chamado aos governos do mundo inteiro a aumentarem seus esforços para derrotar o Estado Islâmico (ISIS), para que eles devolvam as terras e as propriedades aos mais de 120 mil cristãos iraquianos exilados.
Após um ano que o ISIS invadiu Mossul, o Prelado pediu “às pessoas que têm a responsabilidade de resgatar as comunidades cristãs deslocadas, cujos membros desejam voltar para casa”.
Em uma entrevista com a organização internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Arcebispo declarou: “A intervenção militar seria a ‘melhor opção’”.
“Pedimos a todos que pressionem aqueles que estão no poder, para que libertem o mais rápido possível todos os povos, para que possam voltar para suas casas e sigam com suas vidas”, assinalou o Arcebispo.
Os comentários do Arcebispo demonstram a frustração de numerosos clérigos do Oriente Médio com respeito à resistência do Ocidente de comprometer-se em uma ação em grande escala para enfrentar e vencer o extremismo na região, mas lamentavelmente esta ideia foi rejeitada por muitos líderes da Igreja.
Dom Moshe acrescentou: “Se o Ocidente fosse incapaz de redobrar seus esforços na luta contra o ISIS, deveria abrir suas portas aos cristãos e às outras minorias que procuram asilo”.
“Faço um chamado à comunidade internacional: Se não puderem proteger-nos, devem abrir-nos as portas para que possamos iniciar uma nova vida fora da nossa pátria. Entretanto, nós preferimos ficar no Iraque e estar protegidos aqui”, manifestou o Arcebispo.
Do mesmo modo, o Prelado comentou sobre sua situação: “Sou como alguém que está sonhando ou está bêbado. Não entendo o que está acontecendo ao meu redor. Isto é um pesadelo”.
Sobre as notícias relacionadas à destruição de objetos religiosos e Igrejas em Mossul, o Arcebispo indicou: “Não sabemos nada sobre as nossas Igrejas e monastérios, porque não temos ninguém em Mossul que nos ajude com esta informação. Todo o patrimônio cristão está em Mossul e em Qaraqosh

Prymeva na Feira Bio Brazil 2015 Internacional

A Prymeva lança na ‪#‎BioBrazil2015‬ duas linhas de cosméticos orgânicos compostas por sabonete líquido, hidratante corporal, shampoo, condicionador e água florada em 2 deliciosas fragrâncias: Palma rosa com Lavanda e Capim-Limão com Alecrim.
Difícil não sentir o aroma delicioso passando pelo estande da marca.
 A informação  passada pela equipe da Prymeva, é que devido, ao grande sucesso deste ano,na próxima edição da Bio Brazil , a Prymeva ja esta montando um projeto ousado,que consta do  lançando de uma linha completa  de produtos maquiagem orgânicos. 

Pedro Paulo Diniz conta segredo do sucesso da Fazenda da Toca



Cuidado com as famílias que moram no campo e trabalham nas plantações garante produto de qualidade.
Uma das mais esperadas apresentações do primeiro dia do Fórum Internacional de Agricultura Orgânica e Sustentável foi a de Pedro Paulo Diniz, ex-piloto de Fórmula 1 e ex-acionista do Pão de Açúcar, que decidiu mudar de vida e se tornar administrador de uma fazenda especializada na produção de alimentos orgânicos, a Fazenda da Toca.

Durante a palestra “O que podemos aprender com negócios inspiradores”, ele contou sobre a Fazenda desde sua criação, como produtora de itens da marca Taec para o Pão de Açúcar, até os desafios e metas para colocar em prática o projeto de negócio que seja bem-sucedido econômico, ambiental e socialmente.

Para Diniz, um dos principais pontos de sucesso de seu negócio é a infraestrutura criada para cuidar das mais de 50 famílias que moram e trabalham na Fazenda da Toca. A partir do Instituto da Toca, filhos dos produtores e outras crianças têm a oportunidade de vivenciar o ciclo de plantação e colheita orgânica.

Paulo mencionou projetos de produtos para o futuro, entre eles a aposta na criação da primeira madeira orgânica, que segundo ele muitos duvidaram. “Pode não ser grande coisa agora, mas no futuro, daqui a uns15 anos, pode. Basta alguém investir nisso hoje.”