terça-feira, 27 de março de 2018

Errando para pior

Errando para pior

A verdade é que o atual regime brasileiro não consegue dar ao cidadão nem sequer o direito à própria vida — um mínimo dos mínimos, em qualquer país do mundo
do J.R. Guzzo
O Brasil de hoje não é uma democracia; provavelmente nunca foi. É verdade que nos últimos trinta anos a “sociedade brasileira”, essa espécie de espírito santo que ninguém entende direito o que é, mas parece a responsável por tudo o que acontece no país, tem brincado de imitar Estados Unidos, Europa e outros cantos virtuosos do mundo. A tentativa é copiar os sistemas de governo que existem ali — nos quais as decisões públicas estão sujeitas à igualdade entre os cidadãos, às suas liberdades e à aplicação da mesma lei para todos. Os “brasileiros responsáveis”, assim, fingem que existem aqui “instituições” — uma Constituição com 250 artigos, três poderes separados e independentes uns dos outros, “Corte Suprema”, direitos civis, “agências reguladoras”, Ministério Público e as demais peças do cenário que compõe uma democracia. Mas no presente momento nem a imitação temos mais — pelo jeito, os que mandam no Brasil desistiram de continuar com o seu teatro e agora não existe nem a democracia de verdade, que nunca tivemos, nem a democracia falsificada que diziam existir.
Como pode haver democracia num país em que onze indivíduos que jamais receberam um único voto governam 200 milhões de pessoas? Os ministros do Supremo Tribunal Federal, entre outras manifestações de onipotência, deram a si próprios o poder de estabelecer que um cidadão, por ser do seu agrado político, tem direitos maiores e diferentes que os demais. Fica pior quando se considera que sete desses onze foram nomeados, pelo resto da vida, por uma presidente da República deposta por 70% dos votos do Congresso Nacional e por um presidente hoje condenado a mais de doze anos de cadeia. Mais: seus nomes foram aprovados pelo Senado Federal do Brasil, uma das mais notórias tocas de ladrões existentes no planeta. Querem piorar ainda um outro tanto? Pois não: o próximo presidente do STF será um ministro que foi reprovado duas vezes seguidas no concurso público para juiz de direito. Quando teve de prestar uma prova destinada a medir seus conhecimentos de direito, o homem foi considerado incapaz de assinar uma sentença de despejo; daqui a mais um tempo vai presidir o mais alto tribunal de Justiça do Brasil. Outro ministro não vê problema nenhum em julgar causas patrocinadas por um escritório de advocacia no qual trabalha a própria mulher. Todos, de uma forma ou de outra, ignoram o que está escrito na Constituição; as leis que valem, para eles, são as leis que acham corretas. Democracia?
Democracia certamente não é. A população não percebe isso direito — e a maioria, provavelmente, não ligaria muita coisa se percebesse. Vale o que parece, e não o que é — o que importa é a “percepção”, como se diz. Como escreveu Dostoievski, a melhor maneira de evitar que um presidiário fuja da prisão é convencê-lo de que ele não está preso. No Brasil as pessoas estão mais ou menos convencidas de que existe uma situação democrática por aqui; há muitos defeitos de funcionamento, claro, mas temos um sistema judiciário em funcionamento, o Congresso está aberto e há eleições a cada dois anos, a próxima delas daqui a sete meses. Os analistas políticos garantem que o regime democrático brasileiro “está amadurecendo”. Quanto mais eleições, melhor, porque é votando que “o povo aprende”. A solução para as deformações da democracia é “mais democracia”. O eleitorado “sempre acerta”. E por aí segue essa conversa, com explicação em cima de explicação, bobagem em cima de bobagem, enquanto a vida real vai ficando cada vez pior.
Não ocorre a ninguém, entre os mestres, comunicadores e influencers que nos ensinam diariamente o que devemos pensar sobre os fatos políticos, que um fruto que está amadurecendo há trinta anos não pode resultar em nada que preste. Como poderia, depois de tanto tempo? A cada eleição, ao contrário da lenda, os eleitos ficam piores. Esse Congresso que está aí, no qual quase metade dos deputados e senadores tem algum tipo de problema com a Justiça, é o resultado das últimas eleições nacionais. De onde saiu a ideia de que as coisas vão melhorando à medida que as eleições se sucedem? Do Poder Executivo, então, é melhor não falar nada. Da última vez que o povo soberano foi votar, em 2014, elegeu ninguém menos que Dilma Rousseff e Michel Temer, de uma vez só, para a Presidência da República. Está na cara, para quem não quer complicar as coisas, que o “povo” não aprendeu nada dos anos 80 para cá. Está na cara que o povo, ao contrário da fantasia intelectual, não apenas erra na hora de escolher; erra cada vez para pior.
Para ficar em apenas um caso de depravação política epidêmica, tipo dengue ou zika, é só olhar durante um minuto quem a população do Rio de Janeiro, em eleições livres e populares, escolheu para governar seu estado e sua cidade nos últimos trinta anos. Eis a lista: Leonel Brizola, Anthony Garotinho, a mulher de Anthony Garotinho, Benedita da Silva, Sérgio Cabral (possivelmente o maior ladrão da história da humanidade), Eduardo Paes e, não contente com tudo isso, um indivíduo que se faz chamar de “Pezão”. Assim mesmo: “Pezão”, sem nome nem sobrenome, como jogador de futebol do Olaria de tempos passados. Que território do planeta conseguiria sobreviver à passagem de um bando desses pelo governo e pela tesouraria pública? É óbvio que tais opções, repetidas ao longo de trinta anos, têm consequências práticas. O Rio de Janeiro de hoje, com sua tragédia permanente, é o resultado direto de uma democracia que faliu de ponta a ponta. Em vez de garantir direitos, liberdades e ordem, gera apenas governos criminosos e destruidores — acabou, enfim, na entrega da segunda maior cidade do Brasil a assassinos, assaltantes e traficantes de droga. São eles que mandam na população. A lei brasileira não vale no Rio.
Não pode existir democracia sem a expectativa, por parte das pessoas, de que a lei vai ser aplicada — pois só assim seus direitos poderão ser exercidos. Como falar de democracia num país com mais de 60 000 homicídios por ano, dos quais menos de 5% são investigados e punidos? Mais de 60 000 assassinatos num ano são uma agressão tão clara à democracia quanto um desfile de tanques de guerra para tomar o palácio do governo; aqui são considerados um “problema social” pelos democratas-­progressistas. (A solução sugerida pela oposição, e levada a sério por gente de grande intelecto, é acabar com a PM; acham que sem polícia o crime vai diminuir.) A verdade é que o atual regime brasileiro não consegue dar ao cidadão nem sequer o direito à própria vida — um mínimo dos mínimos, em qualquer país do mundo. Não se asseguram os direitos de propriedade, de ir e vir, de integridade física. Não se assegura coisa nenhuma — só a punição para quem o Estado acha que está lhe devendo 1 centavo de imposto, ou deixando de cumprir algum item nos milhões de leis que uma burocracia tirânica e irresponsável multiplica como ratazanas. “Constituição Cidadã”? Só a ideia já é uma piada.
Não dá para falar em democracia no Brasil, além do mais, quando se verifica que tantas das nossas leis mais importantes e sagradas se destinam a estabelecer diferenças entre os cidadãos. Ou seja: os que mandam no país passam a vida criando leis, regras e mandamentos que anulam cada vez mais o princípio universal de que “todos são iguais perante a lei”. Aqui não: todos são oficialmente desiguais. Isso é resultado da prática de criar “direitos” para todos que nunca foram para todos — ao contrário, são para poucos e não são direitos, e sim privilégios. Essa trapaça vem desde a Constituinte, e nunca mais parou. Aprovam-se como “direitos populares” vantagens abertamente dirigidas a grupos organizados, que têm proteção política e podem pressionar o Congresso. Depois, quando fica evidente que esses benefícios precisam ser revistos para não arruinar o bolso da população em geral, que tem de pagar em impostos cada centavo da conta, cai o mundo: “Estão querendo tirar os direitos do povo”. Que “povo”? Povo coisa nenhuma. É justamente o contrário. O brasileiro comum se aposenta com cerca de 1 200 reais por mês, em média, não importando qual tenha sido o seu último salário. O funcionário público, por lei, se aposenta com o salário integral; hoje, na média, o valor está em 7 500 mensais. Os peixes graúdos levam de 50 000 mensais para cima. São cidadãos desiguais e com direitos diferentes.
É uma perfeita palhaçada, também, falar em igualdade quando existem no Brasil aberrações como o “foro privilegiado” ou a “imunidade parlamentar”. Os “constitucionalistas” falam em independência de poderes, garantias para a liberdade política, segurança para a democracia etc. Não é nada disso. É pura safadeza enfiada na Constituição por escroques, de caso pensado, para proteger a si próprios do Código Penal. Essa mentira não protege só os políticos. Estende-se também a juízes, procuradores e ministros dos tribunais de Justiça: ao contrário de todos os demais brasileiros, eles podem cometer crimes de qualquer tipo, da corrupção ao homicídio, sem ser julgados perante a lei. O pior que pode lhes acontecer é serem aposentados — com salário integral. Naturalmente, todos dizem que não é bem assim, pois teoricamente, pelo que está escrito, eles têm de prestar contas dos seus atos; alguns, inclusive, estão sujeitos a impeachment, imaginem só. O que dá para dizer a respeito é que teoricamente o homem também pode ir à Lua. Só que não vai.
Não existe democracia quando os governos são escolhidos por um eleitorado que tem um dos piores níveis de educação do mundo — em grande parte é um povo incapaz de entender direito o que lê, as operações simples da matemática, ou as noções básicas do mundo em que vive. O que pode sair de bom disso aí? O cidadão precisa passar num exame para guiar uma motocicleta ou trabalhar num caixa de supermercado. Para tirar o título de eleitor, com o qual elege o presidente da República, não precisa de nada. Pode, aliás, ser analfabeto. Eis aí o Brasil como ele é. Em vez de garantirem as reais liberdades políticas do brasileiro fazendo com que ele aprenda a ler, escrever e contar, nossos criadores de direitos resolvem a diferença entre instruídos e ignorantes dando o voto ao analfabeto. Mais: tornam o voto obrigatório e garantem, assim, que no dia da eleição compareçam todos os habitantes dos seus currais, cujos votos compram com a doação de dentaduras e com anúncios de felicidade instantânea na televisão — pagos, por sinal, com o seu dinheiro.
Não existe nenhuma democracia no mundo que seja assim.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

TF pode inviabilizar milhões pequenos agricultores






O Supremo Tribunal Federal esta prestes a cometer mais uma grande injustiça em nome de uma ideologia ambientalista extremada . Agora os Ameaçados de extinção, são  4,6 milhões de pequenos agricultores .
Para Ricardo Lewandowski, por exemplo, deve prevalecer um princípio que não está na Constituição, chamado por ele de “in dubio pro natura”.
Esta mesma corte suprema julgou a alguns anos atrás a retirada dos arrozeiros de reserva  em Roraima .Os agricultores viviam nestas terras que foram consideradas parte da reserva. Eles plantavam e davam empregos e ajuda aos índios. Até que alguém achou que eles não deviam mais estar estar ali, a terra teria que ser “devolvida” aos índios.
O resultado foi desastroso,  o estado perdeu uma grande fonte de renda e geração de empregos. Hoje os agricultores estão plantando arroz na Guiana e os índios estão nas favelas da capital Boa Vista.
 Falta um único voto no STF que pode sair nesta quarta feira que pode  ir contra a uma decisão democrática.O Código Florestal Brasileiro, o mais rigoroso do mundo, foi aprovado por 410x63 votos na Câmara e 59x7 no Senado, após muitos debates e a aplicação paciente do relator, Aldo Rebelo (PCdoB), percorrendo o Brasil e realizando Brasil mais de 200 audiências públicas, ouvindo todo mundo. Mas o Supremo Tribunal Federal deu ouvidos aos radicais derrotados, que questionam 58 dos 84 artigos do Código Florestal.
Se o STF anular áreas consolidadas e obrigar os pequenos agricultores a restaurar áreas de preservação, eles ficam inviabilizados e acabam.
Cleomar Diesel

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Álvaro Dias pode ser o próximo presidente do Brasil


Álvaro Dias pode ser o próximo presidente do Brasil. Com baixa rejeição e distante da Lava Jato, o senador Álvaro Dias desponta como opção ao Palácio do Planalto e acirra a disputa pelos votos do espectro político de centro.
A oito meses das eleições, o senador Álvaro Dias (PODE-PR) embolou o meio-campo da corrida presidencial. Ao emergir como um dos candidatos a presidente da República com relevante potencial de crescimento, Dias tem seduzido fatia do eleitorado que busca uma alternativa à polarização e ao extremismo de direita e esquerda.
Álvaro Dias varia entre 3% e 6% das intenções de voto de acordo com os diferentes cenários avaliados pelo Datafolha. Nos estados do Sul, porém, ele alcança expressivos 20%. Além disso, o senador tem os menores índices de rejeição entre todos os pré-candidatos à Presidência: 13%. É justamente na baixa rejeição que Dias aposta suas fichas para conquistar os eleitores.
Cientistas políticos apontam a candidatura de Álvaro Dias como a que vai convergir os votos da Direita e da Esquerda numa eventual eleição sem Lula. Os eleitores da Esquerda temendo a possibilidade de Bolsonaro ganhar no primeiro turno votariam em Dias como um voto útil. Os eleitores que durante muito tempo votaram em candidatos tucanos se desencantaram com os escândalos envolvendo Aécio, Serra e Alckmin. Estes eleitores tendem a direcionar seus votos para a candidatura de Álvaro Dias. Com isso, cerca de 30% do eleitorado o levaria para o segundo turno e o elegeria o novo presidente do Brasil. Um representante com experiência política, sem extremismos e honestidade aparente.
O grande desafio de Álvaro Dias é fortalecer seu nome para além da região Sul, onde já é bastante conhecido e conta com um público cativo. Dias é conhecido por ser um dos políticos mais atuantes nas redes sociais e assim deve permanecer até a votação de outubro.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A mulher simboliza a perfeição, sabedoria , força e beleza


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Quando se pretende definir a mulher, logo vem a mente  um ser frágil, doce e que tem uma função muito importante; porque não dizer sagrada. Ela foi criada por Deus para gerar os filhos, é portanto, a maior responsável pela continuação da espécie na face da terra.

 Só isto  bastaria para que fossem muito homenageadas. Mas não é só isso. As mulheres são muito mais, instigantes e intrigantes que imaginamos. Mesmo sendo da mesmo espécie, homens e mulheres são muito diferentes . Elas conseguem ser complexas e simples , suaves e fortes ao mesmo tempo..

Mulheres fazem mais do que dar a vida. Elas trazem alegria e esperança.

Elas sorriem quando querem gritar. Elas cantam quando querem chorar.

Elas choram quando estão felizes. E riem quando estão nervosas.

Elas brigam por aquilo que acreditam. Elas levantam-se para injustiça.

Elas andam sem novos sapatos para suas crianças possam tê-los.

Elas muitas vezes dizem não, quando querem dizer sim.

Elas sabem que um abraço e um beijo podem curar um coração quebrado.

Elas parecem frágeis, mas, aos poucos estão ocupando os postos mais importantes.

Quando deparamos com estas informações percebemos que mulher mesmo com sua doçura não é frágil e muito menos fraca.

Por isso são tão importantes, não só no lar mas nas grandes decisões dos países.

Exemplos não faltam, vou citar aqui a princesa Isabel que assinou a lei áurea A história descobriu que a Princesa Isabel não só libertou os escravos, mas já pensava na época, em uma reforma agrária. Coisa que os governantes homens não conseguiram fazer até hoje.

Anita Garibaldi uma brasileira que lutou ao lado do marido na guerra dos farrapos e na Itália. Entre muitas outras que fizeram a história.

Mais recentemente poderíamos citar, Madre Tereza de Calcutá, Zilda Arns entre tantas outras.
Estes são apenas alguns exemplos de mulheres que se destacaram  na historia.
E quantas delas não são reconhecidas, estão nos lares, fazendo jornada dupla, casa e emprego, outras em casa, mas com filhos para cuidar, são exemplo para o mundo, nos provando que de sexo frágil é só a aparência e nós homens precisamos  tanto e que do fundo do coração dependemos tanto.

A letra da música mulher de Erasmo Carlos ilustra muito bem esta mulher que tentei descrever.


Dizem que a mulher é o sexo frágil


Mas que mentira absurda


Eu que faço parte da rotina de uma delas


Sei que a força está com elas


Veja como é forte a que eu conheço


Sua sapiência não tem preço


Satisfaz meu ego se fingindo submissa


Mas no fundo me enfeitiça Quando eu chego em casa à noitinha


Quero uma mulher só minha


Mas pra quem deu luz não tem mais jeito


Porque um filho quer seu peito


O outro já reclama sua mão


E o outro quer o amor que ela tiver


Quatro homens dependentes e carentes


Da força da mulher


Mulher, mulher


Do barro de que você foi gerada


Me veio inspiração


Pra decantar você nesta canção


Mulher, mulher


Na escola em que você foi ensinada


Jamais tirei um 10


Sou forte, mas não chego aos seus pés.

A mulher é simboliza a perfeição pois engloba os três elementos que norteiam a atividade humana , sabedoria , força e beleza

Que Deus lhes cubra com seu manto divino e lhes de saúde, paz de espírito, luz, amor, felicidade muito obrigado por vocês existirem.

 


                       Cleomar diesel

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Osmar Dias candidato ainda não definiu se vai para esquerda ou direita




Se no cenário nacional a campanha está se definindo no campo ideológico, onde está se desenhando uma disputa entre a esquerda e direita, aqui no Paraná tem candidato que ainda nem definiu sequer de que lado vai, se for disputar. Osmar Dias ainda não tem muita ideia de com quem vai na eleição: se com a esquerda ou à direita. E o que dá a impressão de indecisão pode ser a situação do quadro geral da eleição, que ainda parece confuso.

Conforme vem sendo publicado pela imprensa  especializada em politica parananense, Osmar Dias, ainda não teria um só aliado de peso garantido a seu lado. Nenhum partido, nenhum grupo político, nenhum grande cabo eleitoral fora do PDT.

Ainda de acorda publicações  não teria topado acordo com o atual governo, mas também não estaria disposto a ceder ao outro lado. Ao ser procurado por Requião, teria mantido uma certa distância, o que teria  irritado o coronel peemedebista. Agora, os dois teimosos ficam sem querer ceder. E Osmar também não quer papo com o PT, que serviu por oito anos, mas que também vê como ex-traidor de 2010.

Com tudo isso, não sobra muito gente. E Osmar, que tinha tudo para ser uma força unificadora, precisa dar um rumo a sua candidatura se não quiser rumar para o isolamento.

Cleomar Diesel


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Complexo de vira lata

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Na minha vida de andante, na maioria das vezes morando em cidades medias e pequenas, tenho observado que o morador da pequena cidade é extremamente crítico com os locais .

Cito aqui por exemplo um fato que aconteceu a poucos dias atrás. Publicamos em nosso site a morte por atropelamento de uma onça. As informações inicias foram cópia fiel da fonte, publicada por um grande site da capital Curitiba. Nesta matéria tinha uma informação não muito exata, falava que o acidente teria ocorrido na Região Metropolitana de Curitiba -divisa entre a Lapa e São Mateus do Sul. Uma leitora do nosso site contestou a informação, dizendo que a região não pertencia a região metropolitana, corrigimos a informação e até agradecemos a leitora.
A curiosidade é que noticia em  nosso site tinha tido 200 acessos, e teve alguém que percebeu o erro, já o site original da matéria, tinha mais de dois milhões de acessos onde li uns 300 comentários e nenhum citava o erro. Posso imaginar esta pessoa falando. ” Só podia ser daqui. ”
Este complexo gera atitudes até esdrúxulas. Quando uma empresa, um profissional, ou alguem de outra cidade vem ocupar um cargo publico  no município, alguns logo deduzem. ”Deve ser um péssimo profissional, sair da cidade grande para vir para cá ou até vem aqui ocupar um lugar que devia ser nosso”. 

Por algum medo de competir ou até complexo de inferioridade, reagem muito mal e logo rola aquele papo. ” De que caminhão este deve ter caído!!!”.
Ou ao contrário, quando alguém da comunidade se destaca (fica famoso) as pessoas acabam surpresas. “ Nossa o cara é daqui!! “.
Este sentimento que se convencionou chamar de síndrome de vira lata, de certa forma deixa os moradores diminuídos , diante das pessoas de fora. Mas aí a gente chega na cidade grande e descobre que na verdade nós, os interioranos vira latas, não devemos nada aos  das grandes cidades, aliás, uma grande maioria de profissionais de renome nas grandes cidades e até no exterior, são do interior. E , pesando entre os prós e contras, normalmente estamos em pé de igualdade com tudo mundo.
Só falta nós nos convencer disso e seremos muitos mais felizes e produtivos

Cleomar Diesel

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

17 sinais de que você trabalha com um psicopata


Método identificado pela Hare Psychopathy Checklist lista alguns sinais aplicáveis ao trabalho de que seu colega pode ser um psicopata
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Apenas profissionais certificados podem diagnosticar pessoas com psicopatia, mas existe uma ferramenta que pode ajudar a identificar o problema em pessoas próximas. O método identificado pela Hare Psychopathy Checklist lista alguns sinais aplicáveis ao ambiente de trabalho que podem sugerir que seus colegas de trabalho ou superiores carregam esse transtorno.
Embora essa condição possa parecer extremamente assustadora, uma pesquisa do ano passado descobriu que a probabilidade de existirem psicopatas no seu ambiente de trabalho e, mais especificamente, nos cargos de liderança, é alta: 1 em cada 5 CEOs nos EUA são psicopatas, de acordo com a Australia’s Bond University. A taxa é quase a mesma que a observada entre a população carcerária.
Em outra pesquisa, de autoria do psicólogo Paul Babiak, descobriu-se que 4% dos líderes de negócios nos EUA carregam a condição. A doença está presente em apenas 1% da população geral. 
Confira os 17 sinais listados pela Hare Psychopathy Checklist:
1.    Autoestima exageradamente alta
2.    Necessidade de estímulos acima da média
3.    Charme superficial e eloquencia
4.    Mentira patológica
5.    Astúcia e manipulação
6.    Motivação através do medo, e não do respeito
7.    Dificuldade em seguir as regras
8.    Falta de empatia
9.    Estilo de vida parasita, apoiando-se nos colegas
10.  Dificuldade em manter o autocontrole
11.  Promiscuidade
12.  Ausência de emotividade
13.  Metas irrealistas
14.  Ausência de culpa ou remorso
15.  Temperamento explosivo
16.  Falta de comprometimento
17.  Tédio recorrente
30 de novembro