R7
À meia-noite, os relógios devem ser atrasados em uma hora
..O horário de verão, que começou em 17 de outubro, termina à meia-noite do próximo domingo (20) após 127 dias em vigor. Os brasileiros que vivem nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste terão de atrasar o relógio em uma hora, seguindo a determinação do decreto presidencial número 6.558/2008.
De acordo com o governo federal, nas três regiões do país em que o horário de verão é aplicado, a demanda por energia elétrica diminui em cerca de 5%, já que a população consegue um aproveitamento extra da luz natural.
O horário de verão não é aplicado nas regiões Norte e Nordeste em virtude do ganho considerado pequeno, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão entre 1931 e 1932 pelo então presidente Getúlio Vargas e durou quase metade do ano. Atualmente, vários países fazem mudança no horário convencional para aproveitar melhor a luminosidade do verão.
Desde 2008, foram estabelecidas datas fixas para o início e término do horário de verão no país: a mudança ocorre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Se a data coincidir com o domingo de Carnaval, o final do horário de verão é transferido para o domingo seguinte
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Preso suspeito de ser um dos mandantes do assassinato de casal que acertou na loteria
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| Casal assassinado |
OGrupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) prendeu, por volta das 15h desta sexta-feira, Osmar Rosa Moreira (36), apontado como um dos mandantes do assassinato de Raimundo Ferreira de Souza e Liliane Goes Saldanha. O casal desapareceu depois de ganhar um prêmio de R$ 1,4 milhão na loteria. Os dois desapareceram em outubro do ano passado e, de acordo com as investigações da polícia civil, uma quadrilha assassinou as vítimas para ficar com o dinheiro do prêmio.
Osmar foi preso na casa onde estava escondido no Jardim Marajoara, em Várzea Grande, e alegou ser inocente. Segundo o procurador do Ministério Público, Paulo Prado, denúncias anônimas apontaram o paradeiro do suspeito. O telefonema informou ainda que Osmar pretendia fugir do local neste sábado.
O suspeito é acusado de mais dois homícidios. Um deles teria sido cometido dentro da cadeia pública de Capão Grande, em Várzea Grande, onde cumpria pena por roubo.
Quatro pessoas já haviam sido presas por suspeita de envolvimento no crime. Os assassinos não tiveram coragem de matar o filho do casal, de aproximadamente um ano e meio, e que foi localizado em Cuiabá sendo cuidado por uma família a pedido da quadrilha. O menino ficou em poder dos bandidos até o dia 31 de janeiro deste ano, quando foi libertado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado.
Outros dois acusados de envolvimento no assassinato do casal ainda estão foragidos. São eles: Valdenir Rosa Bueno (22) e Ivan Rosa Moreira (46), tio de Osmar.
As denúncias sobre o paradeiro dos fugitivos podem ser feitas pelos telefones 0800 647 1700 e (65) 3613 1622 ou pelo site do Ministério Público de Mato Grosso
Polícia Civil vai abrir 460 novas vagas em Mato Grosso
A Polícia Civil anunciou a abertura de 460 novas vagas para policiais para ingressar na carreira – incluindo investigadores e escrivães
Segundo o delegado, são 60 investigadores aprovados e mais 64 no cadastro de reserva, totalizando 124 candidatos. Para escrivães são 140 vagas, mais 96 classificados, total de 236. Somados, serão 460 novos policiais que poderão ingressar nos próximos anos na carreira da Polícia Civil. “Fizemos essa demanda que está em estudo pelo governo”, informou.
De acordo com Sebastião Finotto, a Academia da Polícia Civil comporta e está preparada para receber todos os policiais, caso sejam chamados de uma única vez.
Foi detido na noite deste sábado, suspeito de abusar sexualmente da enteada de um ano e oito meses
Fonte expressomt
S.D, de 51 anos de idade, foi detido na noite deste sábado, dia 12 de fevereiro, suspeito de abusar sexualmente da enteada de um ano e oito meses.
O estupro teria acontecido na casa onde ele vive com a mãe da criança, no bairro Rio Verde. A violência sexual, grave, foi constatada através de exames médico realizado no Posto Central.
Em entrevista exclusiva ao Site ExpressoMT, a Conselheira Tutelar Dorilda Minoso disse que tanto a mãe quanto o padrasto frequentemente ingerem bebida alcoólicas. O caso foi descoberto após o Conselho ter sido acionado através de denúncia anônima, onde informava que a mãe da menor teria espancado um dos filhos de oito anos, porém, ao chegar na casa, se depararam com o crime de estupro.
“Foi realmente muito chocante esse crime, onde uma criança de quase dois anos ter sido vitima de um crime desses, tendo como autor um adulto. Nós conversamos com a médica que atendeu a criança e ela nos afirmou que se trata de um estupro mesmo. A criança sangrava muito e estava traumatizada. Ela dizia que o tio tinha feito o dodói”, relatou a conselheira.
O suspeito de ter cometido o abuso contra a enteada, por sua vez nega todas as acusações, e alega que a mãe da menor armou tudo isso, pois os dois não estão mais se entendendo.
“Isso ai deve ter sido armado pela mãe dela. Eu estava arrumando as minhas coisas para mudar pra outro local. Eu e a mãe da criança não estávamos mais dando certo juntos. A polícia chegou e me prendeu. Não fui eu e nem posso acusar ninguém pelo ocorrido”.
S.D foi detido pela Polícia Militar que confeccionou o Boletim de Ocorrências. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, que irá apurar os fatos.
S.D, de 51 anos de idade, foi detido na noite deste sábado, dia 12 de fevereiro, suspeito de abusar sexualmente da enteada de um ano e oito meses.
O estupro teria acontecido na casa onde ele vive com a mãe da criança, no bairro Rio Verde. A violência sexual, grave, foi constatada através de exames médico realizado no Posto Central.
Em entrevista exclusiva ao Site ExpressoMT, a Conselheira Tutelar Dorilda Minoso disse que tanto a mãe quanto o padrasto frequentemente ingerem bebida alcoólicas. O caso foi descoberto após o Conselho ter sido acionado através de denúncia anônima, onde informava que a mãe da menor teria espancado um dos filhos de oito anos, porém, ao chegar na casa, se depararam com o crime de estupro.
“Foi realmente muito chocante esse crime, onde uma criança de quase dois anos ter sido vitima de um crime desses, tendo como autor um adulto. Nós conversamos com a médica que atendeu a criança e ela nos afirmou que se trata de um estupro mesmo. A criança sangrava muito e estava traumatizada. Ela dizia que o tio tinha feito o dodói”, relatou a conselheira.
O suspeito de ter cometido o abuso contra a enteada, por sua vez nega todas as acusações, e alega que a mãe da menor armou tudo isso, pois os dois não estão mais se entendendo.
“Isso ai deve ter sido armado pela mãe dela. Eu estava arrumando as minhas coisas para mudar pra outro local. Eu e a mãe da criança não estávamos mais dando certo juntos. A polícia chegou e me prendeu. Não fui eu e nem posso acusar ninguém pelo ocorrido”.
S.D foi detido pela Polícia Militar que confeccionou o Boletim de Ocorrências. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, que irá apurar os fatos.
Prefeita decreta situação de emergência em Colniza; há temor com isolamento
A prefeita de Colniza, Nelci Capitani, assinou decreto declarando situação anormal caracterizada como situação de emergência em área do município afetada pelas chuvas intensas dos últimos dias, prejudicando o tráfego nas principais rodovias de acesso à cidade.
Na cidade, a chuva provocou a elevação repentina do nível de diversos rios e córregos que cortam o município e resultou em transbordamento dos leitos, inundações e destruição de diversas pontes e bueiros e também provocou a interdição de algumas das estradas de acesso à cidade, tornando intransitável a rodovia MT-418, no trecho entre Colniza e Aripuanã e a MT-206, nos trechos entre Colniza e Cotriguaçu e Colniza e os distritos de Guariba e Três Fronteiras, este na divisa com Rondônia e Amazonas.
Sob o temor de novas chuvas e elevação dos leitos dos rios nos próximos dias e o risco iminente de ocorrência de surto de malária, dengue ou leptospirose, a prefeita decidiu declarar a existência “de situação anormal provocada por desastre de enchentes e inundações graduais, pelo prazo de 90 dias e caracterizada como situação de emergência”.
O decreto destaca em parágrafo único que a situação de anormalidade é válida apenas para as áreas do município de Colniza correspondentes às rodovias MT-206 e MT-418, que na sexta-feira estavam com o trânsito interrompido.
O decreto também fixa o prazo máximo de sua vigência, que pode ser prorrogado por até 180 dias em caso de necessidade emergencial.
Na cidade, a chuva provocou a elevação repentina do nível de diversos rios e córregos que cortam o município e resultou em transbordamento dos leitos, inundações e destruição de diversas pontes e bueiros e também provocou a interdição de algumas das estradas de acesso à cidade, tornando intransitável a rodovia MT-418, no trecho entre Colniza e Aripuanã e a MT-206, nos trechos entre Colniza e Cotriguaçu e Colniza e os distritos de Guariba e Três Fronteiras, este na divisa com Rondônia e Amazonas.
Sob o temor de novas chuvas e elevação dos leitos dos rios nos próximos dias e o risco iminente de ocorrência de surto de malária, dengue ou leptospirose, a prefeita decidiu declarar a existência “de situação anormal provocada por desastre de enchentes e inundações graduais, pelo prazo de 90 dias e caracterizada como situação de emergência”.
O decreto destaca em parágrafo único que a situação de anormalidade é válida apenas para as áreas do município de Colniza correspondentes às rodovias MT-206 e MT-418, que na sexta-feira estavam com o trânsito interrompido.
O decreto também fixa o prazo máximo de sua vigência, que pode ser prorrogado por até 180 dias em caso de necessidade emergencial.
Brasileiros têm 4º maior consumo de álcool das Américas, diz OMS
Fnte G1
Os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que os brasileiros consomem 18,5 litros de álcool puro por ano. No continente americano, o valor é menor apenas que os do Equador (29,9 litros), do México (27,2 litros) e da Nicarágua (20,5 litros) (veja quadro abaixo). Os dados dizem respeito a pessoas acima de 15 anos que bebem (não à média da população).
As informações foram divulgadas em um relatório global sobre saúde e consumo de álcool da OMS, com dados referentes até o ano de 2005. Entre os homens, o consumo anual é de 24,4 litros. Já as brasileiras tomam 10,6 litros por ano.
No Brasil, 54% das pessoas que bebem escolhem cerveja. Destilados são a opção de 40%. Vinho responde por 5% e outros tipos de bebida somam 1%.
Uma conta simples é capaz de mostrar como não é difícil chegar ao valor apontado pela OMS: as principais cervejas brasileiras têm um teor alcoolico de até 5%. A latinha comum, distribuída em bares e mercados do país, tem 350 mililitros - ou 17,5 mililitros de álcool puro. Usando esses valores como exemplo, um brasileiro precisaria tomar menos de 3 latinhas por dia para ultrapassar 18,5 litros por ano.
Segundo a OMS, o consumo global de álcool mata 2,5 milhões por ano, por causa das doenças relacionadas ao abuso da bebida. O valor é equivalente a 4% de todas as mortes no mundo, tornando o álcool mais letal que a Aids, a violência urbana e a tuberculose.
País americano Consumo per
capita (em litros)
Equador 29,9
México 27,2
Nicarágua 20,5
Brasil 18,5
Uruguai 17,9
Guatemala 17,7
Belize 17,2
Barbados 16,9
Estados Unidos 14,4
Dominica 13,3
Paraguai 12,8
Os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que os brasileiros consomem 18,5 litros de álcool puro por ano. No continente americano, o valor é menor apenas que os do Equador (29,9 litros), do México (27,2 litros) e da Nicarágua (20,5 litros) (veja quadro abaixo). Os dados dizem respeito a pessoas acima de 15 anos que bebem (não à média da população).
As informações foram divulgadas em um relatório global sobre saúde e consumo de álcool da OMS, com dados referentes até o ano de 2005. Entre os homens, o consumo anual é de 24,4 litros. Já as brasileiras tomam 10,6 litros por ano.
No Brasil, 54% das pessoas que bebem escolhem cerveja. Destilados são a opção de 40%. Vinho responde por 5% e outros tipos de bebida somam 1%.
Uma conta simples é capaz de mostrar como não é difícil chegar ao valor apontado pela OMS: as principais cervejas brasileiras têm um teor alcoolico de até 5%. A latinha comum, distribuída em bares e mercados do país, tem 350 mililitros - ou 17,5 mililitros de álcool puro. Usando esses valores como exemplo, um brasileiro precisaria tomar menos de 3 latinhas por dia para ultrapassar 18,5 litros por ano.
Segundo a OMS, o consumo global de álcool mata 2,5 milhões por ano, por causa das doenças relacionadas ao abuso da bebida. O valor é equivalente a 4% de todas as mortes no mundo, tornando o álcool mais letal que a Aids, a violência urbana e a tuberculose.
País americano Consumo per
capita (em litros)
Equador 29,9
México 27,2
Nicarágua 20,5
Brasil 18,5
Uruguai 17,9
Guatemala 17,7
Belize 17,2
Barbados 16,9
Estados Unidos 14,4
Dominica 13,3
Paraguai 12,8
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Cabo Fernando Silva, executado no próprio quartel
Mãe diz que cabo da PM foi morto por "saber demais"
Policial foi executado dentro do quartel em Colniza; Corregedoria da PM não fala sobre o caso
Arquivo
Fonte midianews
O caso do PM executado dentro de um quartel em Colniza (1.065 km a Noroeste de Cuiabá), em novembro passado, pode ter uma reviravolta. Em entrevista para o RepórterMT, a mãe do cabo Fernando Márcio da Silva, 27, disse que o filho "sabia de muita coisa e a família suspeita que a ordem para a execução tenha partido de pessoas que temiam que ele revelasse algum esquema ilícito". Até o momento a Corregedoria da Polícia Militar não divulgou o motivo do crime.
Fernando foi assassinado com três tiros nas costas na noite do dia 17 de novembro pelo também cabo da PM Wagner Alves, que era seu colega de trabalho. A Corregedoria da PM não quis se manifestar sobre o assunto, alegando segredo de Justiça. Alves foi detido e está suspenso de suas funções. Ele encontra-se detido no Presídio Militar em Santo Antônio de Leverger.
Segundo a mãe de Fernando, Delcina Silva, professora de Português da Escola Estadual Pio Machado, de Acorizal, o filho era "honesto, trabalhava direitinho e não caia em conversa de malandro". "Era muito respeitado na polícia por ser honesto no trabalho, os outros policiais tinham inveja dele", assegura. Fernando era separado e deixou uma filha de 4 anos.
Segundo Delcina, alguns meses antes da tragédia ela esteve com o filho em Colniza. "Passei 21 dias com ele, conheci seus amigos. Eu só senti problema dentro da polícia. Um dia fiquei na recepção esperando por ele, quando alguns policiais chegaram, e, sem saber que eu era a mãe dele, eles deixaram escapar algumas ofensas contra ele. Disseram: `o macaco do Fernando ainda está aí? O bebezinho do Comandante ainda está, mas é um pau de fumo mesmo`", relatou a mãe as ofensas que ouviu.
Depois disso, ela contou para o filho sobre esses palavrões que ouviu a respeito, e a resposta que ela teve foi a seguinte: "mãe, sou um dos poucos honestos aqui no quartel, muitos têm rabo preso com caminhoneiros que transportam madeira e empresários da região, por isso sou respeitado pelo comandante e invejado por outros colegas", declarou na ocasião o cabo, que acabou sendo executado.
Investigação
A reportagem entrou em contato com a Corregedoria da Polícia Militar, para falar sobre o caso e a resposta foi que o inquérito já foi concluído e encaminhado para a Justiça.
Porém a corregedoria não revelou o motivo do crime alegando que as investigações correm em segredo de justiça.
Segundo a polícia, no inicio das investigações suspeitou-se de crime passional, mas no decorrer das investigações a hipóteses foi descartada. Sobre as acusações da mãe da vítima, a corregedoria disse que se existem provas a mãe deve encaminhá-las ao Ministério Público ou procurar a corregedoria da polícia para a devida apuração.
Baseado em provas periciais, o inquérito concluiu que o acusado foi o autor do assassinato. Por isso, a família estranha que até o momento o acusado não tenha confessado o crime e nem a motivação. "Essa investigação está estranha, tudo pela metade. Eu acredito que ele sabia demais, por isso mataram meu filho. Mas é questão de honra a polícia me provar que não foi esse o motivo. Porque até hoje não escutei de ninguém falar que ele teve algum desentendimento com alguém dias antes do crime. A família toda espera por justiça", finalizou a mãe
Policial foi executado dentro do quartel em Colniza; Corregedoria da PM não fala sobre o caso
Arquivo
Fonte midianews
O caso do PM executado dentro de um quartel em Colniza (1.065 km a Noroeste de Cuiabá), em novembro passado, pode ter uma reviravolta. Em entrevista para o RepórterMT, a mãe do cabo Fernando Márcio da Silva, 27, disse que o filho "sabia de muita coisa e a família suspeita que a ordem para a execução tenha partido de pessoas que temiam que ele revelasse algum esquema ilícito". Até o momento a Corregedoria da Polícia Militar não divulgou o motivo do crime.
Fernando foi assassinado com três tiros nas costas na noite do dia 17 de novembro pelo também cabo da PM Wagner Alves, que era seu colega de trabalho. A Corregedoria da PM não quis se manifestar sobre o assunto, alegando segredo de Justiça. Alves foi detido e está suspenso de suas funções. Ele encontra-se detido no Presídio Militar em Santo Antônio de Leverger.
Segundo a mãe de Fernando, Delcina Silva, professora de Português da Escola Estadual Pio Machado, de Acorizal, o filho era "honesto, trabalhava direitinho e não caia em conversa de malandro". "Era muito respeitado na polícia por ser honesto no trabalho, os outros policiais tinham inveja dele", assegura. Fernando era separado e deixou uma filha de 4 anos.
Segundo Delcina, alguns meses antes da tragédia ela esteve com o filho em Colniza. "Passei 21 dias com ele, conheci seus amigos. Eu só senti problema dentro da polícia. Um dia fiquei na recepção esperando por ele, quando alguns policiais chegaram, e, sem saber que eu era a mãe dele, eles deixaram escapar algumas ofensas contra ele. Disseram: `o macaco do Fernando ainda está aí? O bebezinho do Comandante ainda está, mas é um pau de fumo mesmo`", relatou a mãe as ofensas que ouviu.
Depois disso, ela contou para o filho sobre esses palavrões que ouviu a respeito, e a resposta que ela teve foi a seguinte: "mãe, sou um dos poucos honestos aqui no quartel, muitos têm rabo preso com caminhoneiros que transportam madeira e empresários da região, por isso sou respeitado pelo comandante e invejado por outros colegas", declarou na ocasião o cabo, que acabou sendo executado.
Investigação
A reportagem entrou em contato com a Corregedoria da Polícia Militar, para falar sobre o caso e a resposta foi que o inquérito já foi concluído e encaminhado para a Justiça.
Porém a corregedoria não revelou o motivo do crime alegando que as investigações correm em segredo de justiça.
Segundo a polícia, no inicio das investigações suspeitou-se de crime passional, mas no decorrer das investigações a hipóteses foi descartada. Sobre as acusações da mãe da vítima, a corregedoria disse que se existem provas a mãe deve encaminhá-las ao Ministério Público ou procurar a corregedoria da polícia para a devida apuração.
Baseado em provas periciais, o inquérito concluiu que o acusado foi o autor do assassinato. Por isso, a família estranha que até o momento o acusado não tenha confessado o crime e nem a motivação. "Essa investigação está estranha, tudo pela metade. Eu acredito que ele sabia demais, por isso mataram meu filho. Mas é questão de honra a polícia me provar que não foi esse o motivo. Porque até hoje não escutei de ninguém falar que ele teve algum desentendimento com alguém dias antes do crime. A família toda espera por justiça", finalizou a mãe
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