sábado, 31 de julho de 2010


Tv aripuanã/climatempo
Fim de semana pode ser de chuva em parte de Mato GrossoSábado será de sol e calor. No domingo, pode chover.
Quem planeja algum passeio ao ar livre no fim de semana em Mato Grosso deve ficar atento à previsão do tempo. Uma frente fria que se aproxima do sul do país pode trazer reflexos ao Estado nos próximos dias. Existe a possibilidade de chuva para Mato Grosso a partir de domingo, pois o ar frio de origem polar que avança do sul deve encontrar com o ar quente que está sobre o centro-oeste formando nuvens no sul e oeste do Estado.

A temperatura deve cair em Mato Grosso e existe a possibilidade de chover a qualquer hora do domingo também no sul e oeste. Nas demais regiões, como o centro-leste de Mato Grosso, o sol aparece o dia todo e não deve chover.

Recenseadores começam visitas amanhã

O censo demográfico 2010 tem início amanhã, em todo o território brasileiro. Nos 141 municípios mato-grossenses a pesquisa vai empregar 2.700 recenseadores e 550 supervisores. Apesar de ser um domingo, o diretor do IBGE em Mato Grosso, Deovaldo Benedito de Souza, acha que muitos técnicos estarão em campo nesse dia porque serão remunerados de acordo com número de questionários aplicados.

A previsão é que até o dia 31 de outubro deste ano os recenseadores consigam visitar todos os domicílios do Estado, levantando dados populacionais, econômicos e sociais.

A expectativa é que no dia 27 de novembro o IBGE divulgue os primeiros resultados do censo 2010, como o tamanho da população brasileira, geral e dividida por zonas, rural e urbana e por sexo. Já o censo mais detalhado somente será conhecido no primeiro semestre de 2011, mas a data não está definida.

Copel ganha leilão para UHE Colíder


Fonte TVAripuanã/ANEEL

Caberá à estatal paranaense Copel viabilizar a construção daquela que será a maior usina hidrelétrica de Mato Grosso. O lance vencedor do leilão ocorrido ontem pela manhã foi de R$ 103,40/mWh – correspondendo a um deságio de 10,84% em relação ao lance inicial, de R$ 116,00/mWh.

A usina hidrelétrica Colíder (UHE Colíder) será construída no município de Nova Canaã do Norte (a 708 quilômetros ao norte de Cuiabá), no rio Teles Pires. O investimento está avaliado em R$ 1,26 bilhão, conforme projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME). A usina é de médio porte e terá potência instalada de 300 megaWatts (mW), com garantia física de 179,6 mW – com capacidade para atender uma cidade de porte de Cuiabá, com população em torno de 680 mil habitantes.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabelece que até dezembro de 2014 a primeira máquina da usina entre em operação. A segunda máquina tem data prevista para fevereiro de 2015, e a terceira, para abril do mesmo ano.

“Estima-se que, durante os cinco anos de obras, sejam gerados 3 mil empregos diretos e indiretos. Isso significa o aquecimento do setor energético no Estado, que se firma como um dos segmentos econômicos mais importantes em Mato Grosso”, observa o presidente do Sindicato de Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás Natural de Mato Grosso (Sincremat), Fabio Garcia.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

ONGs objetivam Estado Independente em Roraima

Jornalista Carlos Chagas


Era para ter sido manchete de seis colunas na primeira página, com direito a editorial, entrevistas variadas e repercussão imediata no Congresso. Infelizmente, a matéria ganhou um pé-de-página no final do noticiário político, aliás, página 17. Dirão uns estar o Congresso de recesso. Outros, que a sucessão presidencial prende muito mais as atenções.

Mesmo assim, louve-se a “Folha de S. Paulo”, que em sua edição de domingo, publicou pequena reportagem informando a existência de um relatório entregue pela ABIN à presidência da República, dando conta de que governos estrangeiros, ONGs e o Conselho Indígena estimulam a criação de um “estado independente” em Roraima, com autonomia política, administrativa e judiciária.

Trata-se da Reserva Indígena Raposa\Serra do Sol, onde há alguns anos cidadãos brasileiros só entram com a aprovação de ONGs alienígenas, região da qual foram expulsos fazendeiros plantadores de arroz.

A acusação não partiu de aventureiros, de grileiros ou de garimpeiros interessados em explorar aquele território entregue aos índios, 46% do estado de Roraima. Deveu-se à Agência Brasileira de Inteligência, instituição respeitada até por haver desfeito os erros e abusos de seu antecessor, o SNI.

A constatação é gravíssima, aqui e ali já denunciada especulativamente, mas agora inequívoca por sua origem. O relatório encontra-se no Gabinete de Segurança Institucional, funcionando no palácio do Planalto e diretamente subordinado ao presidente da República. Não pode ser descartado nem engavetado. Pelo contrário, deveria ser distribuído aos ministérios da Defesa, Relações Exteriores, Justiça e ao Congresso, para providências. Acima de tudo, porém, para conhecimento da opinião pública e das entidades da sociedade civil, como CNBB, OAB, ABI e congêneres.

O que se pretendem em Roraima, com óbvia participação de governos estrangeiros e ONGs financiadas por multinacionais, é incrementar a escalada em curso: de reserva indígena passou-se a território autônomo, agora para estado independente e, logo, para nação soberana. Melhor dizendo, nações, porque são várias as reservas indígenas espalhadas pela Amazônia, quase sempre na fronteira.

Uma organização internacional qualquer poderá encarregar-se de reconhecê-las, no devido tempo, como repúblicas soberanas.

Índios com PHD na Holanda ou nos Estados Unidos seriam “presidentes”, as diversas etnias formariam os “partidos políticos” e enviariam representantes para o “Legislativo”, a “Suprema Corte” e penduricalhos.

O mais importante nessa farsa é que as “nações indígenas”, sem recursos, celebrariam convênios com as nações ricas e obsequiosas, encarregadas de prover o seu desenvolvimento através de contratos de concessão para exploração do subsolo rico em minerais nobres, do nióbio ao urânio. Sem esquecer a biodiversidade. Conseqüência natural seria que os “irmãos do Norte” cuidassem também da defesa dessas nações, contribuindo com suas forças armadas.
Até pouco, nem governos nem elites nacionais davam atenção aos poucos alertas divulgados, fosse por ignorância, soberba ou más intenções. A partir de agora, não dá mais para empurrar a sujeira embaixo do tapete, risco tão óbvio quando abominável. Com a palavra o presidente Lula.

Nova frente fria pode derrubar temperatura no fim de semana em MT


No domingo, a previsão é de chuva em parte do Estado.

O calor, sol forte e ar seco vão continuar durante a sexta-feira em Mato Grosso, mas o tempo pode mudar no domingo. No sábado a umidade do ar pode chegar perto dos 20%, nível considerado muito baixo e pode colocar em risco a saúde humana. Em Rondonópolis o dia será de muitas nuvens, podendo chegar a 26ºC. Em todo o estado o céu fica com poucas nuvens e ventos leves, mas não chove.

Os ventos fortes chegam junto com uma frente fria e a temperatura cai, podendo chover a qualquer hora de domingo. Na segunda-feira o sol aparece fraco entre muitas nuvens, mas não chove. A mínima prevista para Cuiabá é de 13ºC

Leilão da energia que hidrelétrica de Colíder produzirá será leiloado hoje

Fonte: Só Notícias


O leilão para contratação da energia da Usina Hidrelétrica Colíder está previsto para iniciar logo mais às 10h, com operacionalização pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, em São Paulo, e poderá ser acompanhado pelo site da agência. O preço-teto foi definido pelo Ministério de Minas e Energia em R$ 116. O vencedor da disputa será a empresa, FIP (Fundo de Investimento em Participações) ou consórcio que ofertar o menor lance, em reais por MWh de energia. Essa energia será negociada por meio de Contratos de Comercialização em Ambiente Regulado (CCEAR), na modalidade por quantidade de energia, com prazo de duração de 30 anos, com início de suprimento em 2015.

A usina será construída no rio Teles Pires, nos municípios de Colíder, Itaúba e Nova Canaã do Norte. A UHE Colíder terá potência instalada mínima de 300MW. O valor do investimento definido pela Empresa de Pesquisa Energética é de R$ 1,2 bilhão. A usina de Colíder vai estar interligada à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional, conectada a usina à subestação coletora de Sinop. A partir dessa subestação coletora, prevê-se a saída de três linhas em 500 kV até a subestação existente de Ribeirãozinho. Entre essas duas subestações, deverá ser construída uma subestação seccionadora em 500 kV na região de Paranatinga. As distâncias aproximadas são de 325 km entre Sinop e Paranatinga e de 270 km. Finalmente, a proposta da EPE considera o acréscimo de mais um circuito de 500 kV entre as subestações Ribeirãozinho, Itumbiara e Maribondo de modo a reforçar a rede hoje existente em 500kV.

Não foi confirmado quando começará a construção da usina hidrelétrica.

Produtor rural é quem preserva no Brasil, diz ministro



TvAripuanã/Agência Brasil
Segundo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, o governo tem estimulado práticas de não agressão ao meio ambiente, mas é preciso “ter os pés no chão”.

Minstro Wagner Rossi diz que tem estimulado práticas de não agressão ao meio ambiente. Foto: Antônio Cruz/ABr Brasília - O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou nesta quinta-feira (29) que é preciso compatibilizar o aumento da produção de alimentos no país com a preservação do meio ambiente. Segundo ele, o governo tem estimulado práticas de não agressão ao meio ambiente, mas é preciso “ter os pés no chão”.

“As pessoas que, às vezes, defendem a natureza têm uma boa intenção, mas não conhecem o processo produtivo rural, não são capazes de entender que é perfeitamente possível compatibilizar [produção e preservação]. Ninguém quer que haja erosão, assoreamento, ninguém deixa de proteger um manancial na sua propriedade. Quem mais preserva no Brasil é o produtor rural”, disse, ao comentar o novo Código Florestal brasileiro.

Durante entrevista a emissoras de rádio no programa Bom Dia, Ministro, Rossi avaliou que a nova legislação não prejudicou em nada a preservação, apenas representou um “entendimento” de como o processo produtivo acontece no Brasil. “Produzir e preservar não são incompatíveis”, reforçou.

O ministro destacou ainda a importância de investimentos na chamada floresta plantada, uma vez que ela diminui a agressão em florestas naturais. Uma das áreas mais promissoras nesse setor, segundo ele, são as florestas de eucalipto que, com financiamentos específicos, despertam o interesse de empresários.

“Os ambientalistas têm todo o direito a ideias e opiniões, mas não podem parar o país”, disse. “Os ambientalistas que me desculpem, mas não podem fazer regras contra o povo, contra quem está levando o Estado para frente. Temos que ter cautela, normas. E elas serão respeitadas”, completou Rossi

Governo faz lista de medidas acordadas para atender índios

Fonte diario

O governo do Estado divulgou oficialmente ontem o acordo feito com os índios que invadiram no domingo a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã (a 1.002 km de Cuiabá). Quatro secretarias de governo assinaram o acordo com o objetivo de encerrar o impasse na região e o resultado foi um cronograma de compromissos para atender à necessidade das etnias impactadas sócio-ambientalmente com as obras da usina – que deve gerar energia suficiente para 600 mil habitantes por dia.

As medidas foram exigidas principalmente pelos povos Arara e Cinta-Larga, mas 11 etnias vivem na região impactada pela usina. Entre as exigências está o apoio da Casa Civil no fortalecimento da Associação da Comunidade Indígena com materiais de escritório e de informática, fora o apoio para estender à região das aldeias o projeto Luz para Todos, do governo federal.

Também foram pedidos apoios na revitalização cultural indígena, como a construção de uma Casa da Cultura. Na área de educação, entre outros, foram acordadas a capacitação de professores indígenas e a aquisição de equipamentos para as escolas.

Já as deficiências estruturais devem ser amenizadas com a construção de quadras de esporte e campo de futebol nas salas anexas, construção de casa dos professores nas aldeias e elaboração de projeto para construção de casas de alvenaria nas aldeias. A comunidade também deve se fortalecer a partir do desenvolvimento de projetos para fruticultura, de trabalho com gado leiteiro e com piscicultura para cada aldeia, sem contar o projeto de coleta de castanha.

Para a saúde, o governo se comprometeu em capacitar agentes indígenas de saneamento, formar técnicos de enfermagem e auxiliar de dentista indígenas. Também serão ampliados os postos de saúde nas aldeias e, em parceria com o município de Aripuanã, foram prometidos serviços de pediatria, oftalmologista, nutricionista, psicóloga, acupunturista e fisioterapeuta

Veja os 10 veículos mais roubados ou furtados no semestre



G1
O Volkswagen Gol é o veículo mais roubado/furtado no Brasil durante o primeiro semestre, aponta estudo da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg). Para estabelecer o ranking, a entidade se baseia no banco de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

O estudo mostra que 191.347 carros, motos, caminhões e ônibus foram alvos desses tipos de crime, com registro da ocorrência entre janeiro e junho (média de 1.057 veículos furtados ou roubados por dia). Na lista dos dez mais há sete carros e três motos; entre elas, a Honda CG 125 lidera. O levantamento reúne todos os modelos de cada veículo, por exemplo, do Gol.

De acordo com o Denatran, a frota total de veículos automotores no país em abril era de 61.014.812. Veja abaixo os dez veículos mais roubados/furtados no semestre, o percentual de cada um sobre o total de veículos roubados/furtados no período e a frota nacional de cada veículo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MT assume responsabilidades com indígenas que invadiram Dardanelos

O Governo do Estado divulgou nesta quinta-feira (29.07) o conteúdo do acordo apresentado aos índios que invadiram a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã (MT). O acordo foi possível depois que os indígenas se reuniram com os técnicos da Fundação Nacional do Índio (Funai), órgãos estaduais e municipais, representantes do empreendimento e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Na oportunidade, foram acordadas diversas ações voltadas às áreas da cultura, educação, infraestrutura e saúde.

Segundo o tenente-coronel Alessandro Mariano Rodrigues, superintendente de Assuntos Indígenas, cuja Superintendência é subordinada a Casa Civil, o Governo do Estado articulou nas negociações com a finalidade de resolver o conflito. “Conseguimos gerenciar esta crise por meio do Governo do Estado com a vinda dos representantes da Funai e do Iphan, como também de todos os envolvidos nessa negociação”, argumentou.

Para solucionar o conflito, o Governo do Estado apresentou documento assinado pelos secretários de Estado se comprometendo a cumprir uma série de ações, que são de responsabilidade do Estado. “Um cronograma de ações foi montado com o compromisso de atender às solicitações dos povos indígenas”, ressaltou Mariano Rodrigues.

ACORDO

Desse modo, as lideranças das etnias Arara e Cinta Larga solicitaram algumas atividades de acordo com o órgão competente. Entre as exigências foi pedido à Casa Civil o apoio no fortalecimento da Associação da Comunidade Indígena com materiais de escritório e de informática; e apoio à implantação do projeto Luz para Todos nas aldeias.

Na área da Cultura foi solicitado apoio para a continuação do projeto de revitalização da cultura indígena; e confecção e desenvolvimento de um projeto para uma Casa da Cultura.

No segmento Educação as ações acordadas são capacitação de professores indígenas; promoção de intercâmbio entre a comunidade escolar e a sociedade; construção de parque infantil nas salas anexas; e aquisição de equipamentos para as escolas indígenas.

Na área de Infraestrutura foram solicitadas a construção de quadras de esporte e campo de futebol nas salas anexas; construção de casa dos professores nas aldeias; e elaboração de projeto para construção de casas de alvenaria nas aldeias.

Ficou a cargo do MT Regional a confecção e desenvolvimento de um projeto para fruticultura; confecção e desenvolvimento de um projeto para gado leiteiro; confecção e desenvolvimento de um projeto para piscicultura para cada aldeia; e confecção e desenvolvimento de um projeto para coleta da castanha.

Para a Saúde cabe o apoio à capacitação de agente indígena de saneamento e agente indígena de saúde; apoio à formação de técnico de enfermagem indígena; apoio à formação de auxiliar de dentista indígena; apoio à ampliação de postos de saúde nas aldeias; apoio à construção de lavandeiras; e apoio em parceria com o município de Aripuanã no fornecimento de serviços de pediatria, oftalmologista, nutricionista, psicóloga, acupunturista e fisioterapeuta.

HISTÓRICO

Os índios ocuparam o canteiro de obras da hidrelétrica Dardanelos, no município de Aripuanã em Mato Grosso no último domingo (25.07). Durante o dia, os funcionários que trabalhavam na obra foram detidos e liberados por volta das 19h. Na segunda-feira, os indígenas reuniram-se com representantes da Funai, do empreendedor responsável pela obra e dos governos estadual e municipais. O acordo para a saída foi estabelecido no fim da tarde de terça-feira (27.07).

Usina reduziu produção de energia para preservar meio ambiente

Fonte IG Severino Motta, enviado a Aripuanã

Usina reduziu produção de energia para preservar meio ambiente
Tecnologia do “fio d’água” evitou alagamento das quedas de Dardanelos e permanência de aves típicas da região
Existiam dois projetos para a construção da usina hidrelétrica de Dardanelos, localizada no município de Aripuanã (1000 km a noroeste de Cuiabá-MT). Um deles previa o alagamento da região onde quedas d’água, que são atrações turísticas do local, estão localizadas. A produção ficaria em torno de 750 megawatts. Outro projeto, preservando as belezas naturais e aproveitando somente o excedente da água do rio Aripuanã, gerando 261 megawatts também foi concebido e acabou sendo o escolhido para o empreendimento.

De acordo com o diretor de Meio Ambiente do consórcio Águas da Pedra, Paulo Rogério, a tecnologia do “fio d’água” faz de Dardanelos uma usina atípica. “Se fosse ter alagamento sumiriam as cachoeiras e parte da cidade. Nós optamos pelo Meio Ambiente e o que fizemos foi desviar um pedaço do rio Aripuanã e aproveitar o excedente da água, mantendo todas as belezas naturais e aves do local”, disse.

De acordo com ele, 30% da água do rio é desviada no período da cheia. Ao todo cinco turbinas funcionam em Dardanelos. À medida que o rio vai secando, explicou Novaes, as turbinas vão parando de funcionar, até ficar somente uma em atividade.

“Com esse projeto reduzimos quase a zero o impacto ambiental e conseguimos uma média anual de 160 megawatts”, disse.

No ápice da produtividade, com seus 261 megawatts, Dardanelos seria capaz de fornecer energia para 60% do Estado de Mato Grosso.

Aves

Com a chegada da usina um programa para catalogar a flora e fauna da região foi implantado. O professor da Universidade Federal de Mato Grosso, Dalci de Oliveira, é responsável pelas aves, que poderiam desaparecer da região caso as quedas d’água fossem inundadas.

De acordo com ele, Aripuanã revelou ter a segunda maior diversidade de aves de Mato Grosso, com 520 espécies catalogadas. Na queda de Dardanelos vivem os Andorinhões, que devido à sua pata característica só se fixam em paredões. A ave, que se alimenta de insetos, ainda usa a água da cachoeira para se proteger de predadores.

“Mesmo no período mais crítico da construção não vimos baixa no número de Andorinhões, por enquanto nada foi afetado”, disse.

O desaparecimento de aves, juntamente com o alagamento das cachoeiras – o que acabou não acontecendo – , era a principal crítica de ambientalistas ao empreendimento.

“O potencial de turismo na região com essa diversidade de aves é muito grande. Existem grupos estrangeiros que viajam o mundo para observar”, disse o professor.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Aripuanã participara dos Jogos Escolares Estaduais em Nova Mutum



Tv aripuanã
Aripuanã estara participando a partir de sexta feira dos 6º Jogos Escolares Estaduais em Nova Mutum

De acordo com os organizadores são esperadas delegações de 45 cidades com cerca de 1500 alunos, competindo nas modalidades de handebol, futsal, vôlei, basquete, atletismo, natação e xadrez, nos naipes masculinos e femininos, na categoria B (1996, 97 e 98).

Até o momento já confirmaram a presença equipes de Cuiabá, Várzea Grande, Água Boa, Barra do Garças, Alto Garças, Aripuanã, Jucimeira, Querência, Apiacá, Araputanga, Comodoro, Pontes e Lacerdas, Juruena, Nossa Senhora do Livramento, Lambari D`Oeste, Porto Espiridião, Jauru, Novo Horizonte do Norte, Rosário Oeste, Rondonópolis, Brasnorte, Jauru, São José do Rio Claro, Alta Floresta, Peixoto de Azevedo, Paranaíta, Itiquira, Colíder, Cláudia, Santa Carmem, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Nova Mutum e Sinop.

Os campeões dessa fase garantem vaga nas Olimpíadas Escolares Brasileiras, que será de 10 a 19 de setembro, em Fortaleza (CE).

Usina é liberada após acordo


Fonte gazeta digital
As lideranças das comunidades indígenas e representantes dos órgãos federais, estaduais, municipais e da Energética Águas da Pedra chegaram nesta terça-feira a um acordo sobre um programa de apoio às comunidades indígenas do entorno da Usina Hidrelétrica Dardanelos, no rio Aripuanã, em Mato Grosso. Com o consenso, houve o compromisso de desocupar a área da construção da hidroelétrica.

Os índios solicitaram que o programa tenha sua implantação iniciada imediatamente e que não sejam mais realizados novos estudos de impacto da obra nas comunidades, pedido com o qual os empreendedores concordaram.

Os programas vão capacitar os membros das comunidades indígenas nas áreas de saúde, educação, cooperativismo e preservação ambiental, por meio de ações conjuntas da Energética Águas da Pedra e das Secretarias do Estado do Mato Grosso. Também estão previstos doação de equipamentos para aplicação nos programas de sustentabilidade, vigilância para o uso dos recursos naturais, e ações de preservação da cultura local.

Os materiais arqueológicos encontrados durante a execução da obra e, que por determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) estão sob a guarda do Instituto Homem Brasileiro em Cuiabá (MT), deverão retornar para a região após avaliação deste mesmo Instituto e guardados em um local apropriado a ser construído pelo empreendedor na cidade de Aripuanã (MT).

59% dão 1º voto ao Senado para Maggi; Antero é 2ª opção de 25%


Fonte MARK E RDNEWS Romilson Dourado http://www.rdnews.com.br

O instituto Mark fez simulação junto ao eleitorado sobre as duas opções para o Senado. Inicialmente, perguntou aos eleitores sobre em que votariam para senador. Depois, levantou para quem seria o segundo voto. Assim, detectou que Blairo Maggi conta hoje com 59,7% das intenções de voto. Estaria consolidado como o primeiro colocado. Nesse caso, Antero de Barros "abocanharia" a segunda cadeira. Seu nome figura com 13%, embora com pequena dianteira sobre o petista Carlos Abicalil, que conta com 8,3%.

O democrata Jorge Yanai e o pedetista Pedro Taques são lembrados por 1,6%, seguidos de Mauro Lara, com 1,1%. Eles se juntam ao lanterna da pesquisa Aluízio Leite (PV), que entrou como candidato de última hora no lugar de Naildo Lopes e está com somente 0,1%. Os indecisos somam 13,3%. Se as eleições fossem hoje, 1,4% votaria em branco ou anularia o voto.

Segunda opção

Já no caso da segunda opção para o Senado, Antero aparece com 25,7%, empatado tecnicamente com Abicalil, que está com 22,3%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto ouviu 1.138 pessoas entre 21 e 25 deste mês em 49 municípios mato-grossenses. O ex-governador Maggi vem em seguida com 9,1% como segunda opção, mesmo sendo a primeira alternativa para a maioria dos entrevistados. Nesse cenário, Pedro Taques detem 9,1%, Yanai aparece com 1,5%, enquanto Aluízio praticamente não pontua. Se declararam indecisos 23,2%, enquanto 3,6% disseram que anulariam o voto.

Fomos roubados pelos índios", dizem funcionários

Trabalhadores da usina de Dardanelos afirmam que índios roubaram de peças de roupas a celulares e notebooks
Fonte IG -Severino Motta, enviado a Uripuanã

Alguns dos funcionários que foram feitos de refém no domingo após a invasão à usina hidrelétrica de Dardanelos alegam que foram roubados pelos índios. De acordo com eles, roupas, sapatos, celulares, rádios e notebooks foram levados pelos indígenas. Com o episódio, muitos temem voltar à rotina de trabalho.
"Os índios chegaram de manhã, gritando, arrombando porta e mandando a agente sair dos alojamentos que iam tacar fogo. Depois quem falava no celular eles pegavam. Se gostavam de um tênis pegavam. E nos alojamentos não sobrou nada de ninguém, fomos roubados pelos índios", disse Luis Carlos Anunciação, encanador industrial da usina.
Segundo o relato de outros trabalhadores, que estão alojados em pousadas no município de Aripuaná (1000 km a noroeste de Cuiabá-MT), há receio de voltar a morar no alojamento da companhia.
"Não só eu [tenho medo de voltar], todo mundo, a maioria não quer voltar, para trabalhar é uma coisa, para morar não. Quebraram tudo, colocaram papel dentro do banheiro, em vez de fazer dentro do banheiro fizeram dentro do quarto e nós ficamos no sal, como vai dormir num local daquele com tudo quebrado", disse Marcelino Rosa do Nascimento, encanador industrial.
Recuperação
Com o fim da invasão, o presidente da Companhia Águas de Pedra, José Piccolli, disse que objetos foram devolvidos pelos índios e que serão encaminhados a seus respectivos donos. Ainda não é possível saber se todo o material foi recuperado

Iphan deve criar museu indígena em Aripuanã


Fonte IPHAN
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) deve criar um museu para abrigar peças indígenas encontradas no terreno da usina hidrelétrica de Dardanelos. O material, que está atualmente na capital de Mato Grosso - Cuiabá - deve ser transferido para o noroeste do Estado e ficar em exposição permanente.
O museu será o resultado de um estudo étnico-arqueológico a ser realizado numa parceria do Iphan com o Consórcio Águas da Pedra, responsável pela construção da usina de Dardanelos no município de Aripuanã .
De acordo com o Coordenador de Pesquisa e Licenciamento do Iphan, Rogério José Dias, o material possibilitará uma maior compreensão dos povos que habitaram o noroeste de Mato Grosso há "tempos imemoriais".
O estudo e o museu foram parte do acordo feito pelos índios que ocupavam o canteiro de obras de Dardanelos para a desocupação do local. Devido às urnas mortuárias encontradas, os indígenas passaram a considerar a região como área sagrada.
Por isso, o espaço onde as peças foram encontradas deve ser isolado e nenhum tipo de construção poderá ser feito. "As peças que já foram retiradas vão para esse museu. O local será mantido intocável para preservarmos a história dos índios, afinal, ninguém quer que o cemitério onde estão seus familiares seja destruído com obras", disse Rogério.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Para o Presidente da Ucemmat o que fizeram com Riva foi um chute no traseiro dos políticos, diz Aluízio

Fonte RDnws

Sissy Cambuim
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cassar o mandato do presidente da Assembleia, deputado José Riva (PP), nesta terça (27), gerou indignação até de quem não está participando do pleito. “Esse julgamento foi um verdadeiro chute no traseiro dos políticos”, destacou o presidente da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), vereador Aluízio Lima.

Sem "julgar" se a decisão foi justa ou não, Aluízio ressaltou que a decisão, referente a uma denúncia formulada há cerca de cinco anos, não poderia ser feita neste momento. “Tiveram até maio deste ano para julgar, aí esperam o candidato se registrar, aprovam suas candidatura, liberam o CNPJ para colocar a campanha na rua e só então decidem fazer o julgamento. Por quê?”, questiona. “Mesmo levando em conta o trabalho da Justiça Eleitoral, o que nos deixa em dúvida é o TRE esperar até o afunilamento do processo eleitoral”, explica.

De acordo com o vereador, a medida causa dúvida ao cidadão, que fica sem saber se o político está sendo perseguido ou julgado com o devido rigor, ainda mais depois de ver dois membros do TRE sendo afastados sobre a acusação de envolvimento num suposto esquema de sentença. “Eles que restabeleçam sua credibilidade fazendo julgamentos justos e na hora certa”, comentou. Ele afirmou ainda que, como ente do Poder Legislativo e representante de uma classe política, o fato leva ele e outros colegas a pensar se realmente vale a pena fazer política em Mato Grosso.

Os Indios aceitaram deixar a Hidreletrica Dadanelos

Neste momento esta acontecendo a desocupação da aerea de construção da usina Dardanelos .Os Indios aceitaram as condições e dentro de alguns momentos teremos mais informações.

MARK E RDNEWS pesquisam e silval esta na frente


fonte RDnews

O governador Silval Barbosa (PMDB) ganhou um ponto percentual nos últimos 30 dias e mantem liderança na disputa à reeleição, enquanto o ex-prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB) perdeu três pontos. Já o empresário Mauro Mendes (PSB) subiu dois pontos e continua na terceira colocação. É o que revela a nova pesquisa estimulada do instituto Mark, realizada em parceria com o RDNews, entre 21 e 25 deste mês. Esta é a primeira amostragem divulgada em Mato Grosso sobre intenções de voto para o Palácio Paiaguás após as convenções e a quarta do mesmo instituto feita em âmbito estadual neste ano.

Os pesquisadores ouviram 1.138 eleitores durante os cinco dias deste mês em 49 municípios, distribuídos em 9 regiões (Baixada Cuiabana, Sul/Leste, Oeste, Médio-Araguaia, Baixo-Araguaia, Noroeste, Norte, Extremo-Norte e Médio-Norte). A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TRE-MT, sob protocolo 22.960.

Todos entrevistados moram na zona urbana. Sobre a idade, 3,5% têm entre 16 e 17 anos; 17,7%, entre 18 e 24; 28,6% contam com idade que varia de 25 a 34, enquanto 24% disseram que estão na faixa de 35 a 44 anos. Dos que opinaram, 19,3% possuem entre 45 e 59 anos e 6,9% contam com mais de 60 anos. São homens 50,9% e, mulheres, 49,1%.

Quanto à escolaridade, 7,6% são analfabetos e/ou estudaram até o primário incompleto; 21,1% têm o primário completo e/ou 1º grau por concluir; 35,2% ou tem o 1º grau ou 2º grau incompleto, enquanto 29,2% contam com ensino médio concluído e/ou terceiro grau incompleto e, 5,8%, possuem curso superior. Dos que foram ouvidos pelos pesquisadores, 8,7% ganham até um salário mínimo; 62,7% reunem entre um e cinco salários; 26,4% acumulam renda familiares entre 5 e 10 mínimos; 1,9% recebem entre 10 e 20 salários e, 0,3%, mais de 20 salários.

Aripuanã Usina continua ocupada pelos Indios



Cleomar Diesel /Tvaripuanã
Diretores da empresa Aguas da Pedra, além de representantes Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) estiveram reunidos com os indígenas tratando das reivindicações,ontem a tarde toda. Chegou a circular boatos que os Indios teriam decidido mante-los como refem . Porem as 19:30 os negociadores , deixaram o canteiro de obras e hoje pela manha estarão retornado para retomar as negociações.
O secretário adjunto da Sema ,informou que os índios fizeram basicamente duas reivindicações. A primeira, que o material arqueológico retirado do local e encaminhado para estudos retorne à região. Nesse sentido, o empreendedor concordou em construir um local adequado para receber esse material. São restos cerâmicos, utensílios e urnas funerárias.
A segunda reivindicação diz respeito ao Plano Básico Ambiental, no componente Indígena ainda não aprovado pela Fundação Nacional do Índio (Funai). Representantes do órgão avaliam que nesse componente algumas questões precisam ser melhoradas.

Ontem segunda -feira(26), o procurador da República Mário Lucio Avelar disse em reportagem da TVC de Cuaiba que nesta fase do andamento da construção não tem mais como parar a obra ,pois o estrago se houve ja esta feito.A obra esta praticamente terminada. O que tem ser feito agora são programs de geração de renda e proteção do territorio.
De acordo com a Funai os Indios que ocuparam a usina são das etnias Cinta Larga, Arara, Kayaby, Apiaká, Zoró, Menkü e Enawenê-Nawê.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Diretores e autoridades podem estar refens


Desde as tres horas da tarde de hoje uma comissão de autoridades da Funai , Diretores da Energetica aguas da Pedra estão reunidos no canteiro de obras da cosntrução da Usina Dadanelos.
São muito pouco as informações que são repassadas a imprensa, que aguarda proxima ao portão da usina. Os Indios não deixam os reporteres se aproximarem da entrada e nem admitem filmagens do local.
A ultima informação extra oficial que foi passada a Tv Aripuanã é que as autoridades e Diretores da empresa que foram convidados a negociar .ja estariam sendo impedidos de sair do local. Esta não esta confirmada oficialmente .Mais informações daqui a instantes

Aripuanã: Saiba mais sobre invasão dos índios na Hidrelétrica Dardanelos




Tv aripuanã/ Vinycius Kaiser

A empresa Energética Águas da Pedra S/A – EAPSA, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Dardanelos, de 261 megawatts, localizada no Rio Aripuanã, no estado do Mato Grosso, informa que suas instalações foram ocupadas na manhã de ontem (domingo, dia 25/07) por representantes de diferentes comunidades indígenas, lideradas pelas etnias Arara e Cinta-Larga, sob alegada manifestação de protesto para reivindicação de direitos de compensação ambiental pelos impactos da obra.

Ao longo de todo o dia eles fizeram reféns 250 trabalhadores da obra, libertados à noite após a troca por outros três reféns da empresa e a entrega de uma carta assinada pelas lideranças indígenas endereçada à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), na qual pedem reunião em até três dias com a empresa e representantes de diversos órgãos do governo federal, como Casa Civil, Ministério de Minas e Energia, o Ministério Público Federal, para atender a suas reivindicações, com a ameaça de causar danos aos imóveis da usina se não forem atendidos.

A direção da Energética Águas da Pedra vem a público manifestar sua total surpresa com a invasão do canteiro de obras da usina de Dardanelos, visto que a hidrelétrica não tem impactos diretos sobre as comunidades indígenas, pois está distante das respectivas comunidades 42 km, no caso a etnia Arara, e 80 km, da etnia Cinta-Larga. A empresa assegura que a usina não está sendo construída em área indígena ou sobre antigos cemitérios indígenas, o que pode ser comprovado nos levantamentos arqueológicos realizados com autorização do IPHAN (Portaria nº 128 de 11/04/2007, publicada no Diário oficial da União no dia 12/04/2007) e entregues regularmente ao Instituto. Todo o material resgatado se encontra depositado no Instituto Homem Brasileiro, em Cuiabá, também autorizado pelo IPHAN.

A Energética Águas da Pedra está segura de que a obra tem um dos mais baixos níveis de impacto ambiental, pelas características de seu modelo de construção, a fio d’água, que não exige a formação de reservatório e barragem. Para execução do empreendimento, cumpre rigorosamente o Plano Básico Ambiental estabelecido pelas autoridades para mitigação e compensação dos seus impactos, desenvolvendo diversos programas sociais e educacionais para serem usufruídos por toda a comunidade local, sejam indígenas ou não, entre os quais se destaca a construção, no município de Aripuanã, de um hospital municipal com 52 leitos e um centro de educação para formação e capacitação de professores.

Por fim, a Energética Águas da Pedra espera que a FUNAI, responsável pela Comunidade indígena, assim como o Ministério da Justiça, ao qual a FUNAI está subordinada, possam zelar e responder pela integridade física dos trabalhadores na obra e também das instalações do empreendimento. A construção da Usina Hidrelétrica de Dardanelos está em fase de conclusão e a geradora já possui duas unidades prontas para início de operação comercial, garantindo o fornecimento de energia para o desenvolvimento da região e do País.

Novas informações



Neste momento esta acontecendo uma reunião na cidade de Aripuanã .onde participam Diretores da Empresa Energetica Águas da Pedra , representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), secretaria de Meio-Ambiente de Mato Grosso, Casa Civil do Estado e Promotoria Federal . .De acordo com informações colhidas agora a pouco no aeroporto da cidade na chegada dos representantes da empresa construtora da Usina .Os mesmos se mostraram otimistas na negociação de hoje para dar fim à ocupação.

Após esta reunião estará sendo proposto uma reunião com a liderança do movimento. Esta reunião deve acontecer ainda hoje a tarde.
Mais informações a qualquer momento

Mais informações sobre a Usina Dardanelos



Cleomar Diesel
De acordo com informações da Energética águas da pedra responsável pela construção da usina hoje por volta das 11: 00 estarão na cidade os representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), secretaria de Meio-Ambiente de Mato Grosso, Casa Civil do Estado e Promotoria Federal a reunião deve ser realizada até meio-dia desta segunda-feira para tentar dar fim à ocupação

Ontem

Um grupo de índios de varias etnias dentre eles os cintas-largas e ararás que tem suas aldeias a 30 kilometros do empreendimento. Ocuparam neste domingo a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã (MT),. Os manifestantes chegaram armados, pintados para guerra e fizeram reféns os funcionários que trabalham na construção da hidrelétrica.

Em trono de 200 trabalhadores foram levados para um alojamento. Eles não resistiram à invasão. Em seguida tomaram conta de todo canteiro de obras.

Nossa equipe de reportagem (Tv Aripuanã) , esteve no local e foi proibida pelos indios a registrar imagens ,mas acompanhou o encontro das lideranças, com a empresa Energética Águas da Pedra,
. Os índios pedem, a presença de representantes do Ministério de Minas e Energia, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, do Ministério Público, da Funai, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e das empresas responsáveis pela hidrelétrica para negociar a indenização.
No domingo a tarde foram liberados os operários que eram mantidos para que isso acontecesse seis funcionários entre engenheiros e gerentes se ofereceram para ficar no lugar dos trabalhadores.

Operarios refens são trocados por seis funcionarios e Engenheiros da Obra



Cleomar Diesel/TV aripuanã
Foram libertados neste domingo 250 operários que eram mantidos reféns por índios no canteiro de obras da usina hidrelétrica de Dardanelos, no município de Aripuanã, em Mato Grosso. De acordo com a Polícia Militar, seis funcionários entre engenheiros e gerentes se ofereceram para ficar no lugar dos trabalhadores. Uma reunião entre os índios e representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), secretaria de Meio-Ambiente de Mato Grosso, Casa Civil do Estado e Promotoria Federal deve ser realizada até meio-dia desta segunda-feira para tentar dar fim à ocupação.

A obra foi invadida na manhã de domingo por cerca de 300 índios. Os índios pedem, a presença de representantes do Ministério de Minas e Energia, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, do Ministério Público, da Funai, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e das empresas responsáveis pela hidrelétrica para negociar a indenização.

Paulo Rogério Novaes, gerente de Meio Ambiente da Águas da Pedra, empresa responsável pelo empreendimento, afirmou que a energética aguarda a aprovação de um programa de ações para a comunidade indígena.

“A empresa jamais se negou a fazer algo pela comunidade, mas estamos aguardando um parecer da Funai, que está analisando estudos sobre o que é preciso fazer. O empreendimento, dentro da legislação ambiental, está procurando fazer tudo o que é solicitado”, diz.

Caminhonete capota várias vezes e empresário morre

Fonte olhardireto
O empresário madeireiro Everaldo Guia e Cruz, o “Cuiabano”, de 57 anos, morreu, neste domingo, por volta das 11h, após a caminhonete L200 que dirigia perder o controle, em uma curva da MT-170 e capotar por várias vezes. O acidente fatal foi a 35 quilômetros de Juína (734 km de Cuiabá).

Adão Ribeiro, 34 anos, Carlos Ribeiro dos Santos, 38 anos, e os irmãos Aguinaldo Pereira Machado, 31 anos, e Vanderlei Pereira Machado, 36 anos, também estavam na caminhonete e foram arremessados para fora do veículo. Porém, estariam fora de perigo.

O madeireiro Everaldo voltava de Aripuanã com as quatro pessoas, que seriam engenheiros florestais. Eles faziam vistoria em uma área florestal para elaborar plano de manejo sustentável. Everaldo morava em Juara e estava montando uma serraria em Aripuanã.

O corpo está sendo velado na residência de Cuiabano, na rua Curitiba, em Juara. O sepultamento será nesta segunda-feira, em horário ainda a ser confirmado. Ele deixa esposa e três filhos

domingo, 25 de julho de 2010

Aripuanã .- Indios invadem Usina Dardanelos


Cleomar Diesel Tv aripuanã
Um grupo de índios de varias etnias dentre eles os cintas-largas e ararás que tem suas aldeias a 30 kilometros do empreendimento. Ocuparam neste domingo a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã (MT),. Os manifestantes chegaram armados, pintados para guerra e fizeram reféns os funcionários que trabalham na construção da hidrelétrica.

Os trabalhadores foram levados para um alojamento e permanecem isolados. Eles não resistiram à invasão. Em seguida tomaram conta de todo canteiro de obras.

Nossa equipe de reportagem (Tv Aripuanã) , esteve no local e foi proibida pelos indios a registrar imagens ,mas acompanhou o encontro das lideranças, com a empresa Energética Águas da Pedra, responsável pela construção da Usina Dardanelos, representado pelo Engenheiro Paulo Rogério Novaes, e foi através dele que foram comunicadas as exigências.Os indios afirmam que só vão liberar o grupo de funcionários e o canteiro de obras quando a Funai, o Ibama, o Ministério Público Federal e a secretaria estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso. Comparecerem no local e derem as garantias de atendimento de seus pleitos.E ainda , deram dois dias de prazo para que isso aconteça, caso contrario ameaçam por fogo na obra.


A Usina

De acordo com seus idealizadores o empreendimento Dardanelos é o primeiro projeto de aproveitamento múltiplo do Brasil ecologicamente correto .
Terá apenas 0,24 hectare de lago e uma vazão de 300 metros cúbicos por segundo (m³/s) para gerar 261 mW”. Lembram que o rio tem uma vazão de 1.200 m³/s, “o que quer dizer que apenas 25% do volume total da água será aproveitado para o funcionamento da usina e, o restante, correndo naturalmente para alimentar as cachoeiras”. A vazão do rio e a queda natural existente nos saltos e cachoeiras possibilitam a produção de energia sem a necessidade de barramento ou reservatórios.

SISTEMA INTERLIGADO – O traçado do linhão irá acompanhar grande parte das margens das Mts 420 e 208. Esta linha terá tensão nominal de operação de 230 quilovolts (kv), podendo ainda ser utilizada para conexão de transmissão nas telecomunicações em geral (telefones, internet, rádios, Tvs e outros), viabilizando projetos empresariais e aumento da oferta de emprego e melhoria na qualidade de vida da população.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Aripuanã: Tudo pronto para o VI Festival de Pesca



Redação e fotos:topnews

Em Aripuanã o Festival de Pesca chega a sua VI edição em 2010 e há muita expectativa por parte de todos, uma premiação inédita, uma camionete S10 Flex.

O Festival de pesca é considerado a maior festa do gênero da região noroeste e uma das maiores de Mato Grosso, organizada pela Secretaria Municipal de Turismo. Conforme a secretaria Maria Gorete Cogo, a festa deste ano terá muitas atrações, novidades, surpresas e contribuirá para o desenvolvimento de nossa cidade, principalmente na divulgação por todo estado.

O festival de pesca, será nesse final de semana nos dias 23, 24 e 25 de julho, conforme já foi divulgado no calendário esportivo. A animação musical ficará por conta da banda Terra de Cuiabá, que tocará durante os três dias de festa. Haverá ainda apresentações culturais e torneio de vôlei de areia.


Na semana passada, o Prefeito Carlos Roberto Torremocha (Betão) junto com o Secretário de Obras, acompanhou de perto todo percurso da estrada que leva até o Recanto do Pouso Milagroso, local onde se realiza todos os anos o Pesctur. De acordo com o Betão no local está sendo feita toda estrutura necessária para atender a população e turistas.



O Festival de Pesca de Aripuanã terá a presença da Marinha do Brasil, do Corpo de Bombeiros, e da assistência médica durante o evento.
Cartela de bingo no valor de R$ 20,00 (Vinte reais) concorrendo a duas motos.

Competição de Pesca Esportiva com a seguinte Premiação:
01º - 01 S-10 flex.
02º - 01 moto Yamaha Ybr 125 Factor;
03º - 01 motor 15 HP;
04º - 01 barco 06 m;
05º - 01 barco 05 m;
06º - 03 mesas para acampamento;
07º - 03 barracas de pesca;
08º - 03 conjuntos de pesca;
09º - 03 caixas de pesca;
10º - 03 coletes.
As inscrições custarão R$ 400,00

Competição de pesca mirim com a seguinte premiação:
01º - 01 bicicleta;
02º - 01 bicicleta;
03º - 01 barraca de camping;
04º - 01 barraca de camping;
05º - 01 caixa de pesca;
06º - 01 caixa de pesca;
07º - 01 molinete;
08º - 01 molinete;
09º - 01 colchonete;
10º - 01 colchonete.

Segunda é feriado em Aripuanã

A Comarca de Aripuanã terá o expediente suspenso na próxima segunda-feira (26 de julho), em decorrência do Decreto Municipal nº 1712/2010, cujo teor refere-se ao feriado municipal em razão do aniversário do município.

A determinação para a suspensão do expediente consta da Portaria nº 9/2010-DF, assinada pela juíza diretora do Foro, Alethea Assunção Santos. Além de suspender o expediente no foro judicial e extrajudicial, a portaria ainda prorrogou os prazos processuais que se iniciariam ou encerrariam no dia 26 de julho para o primeiro dia útil subseqüente.

A portaria foi divulgada no dia 19 de julho e remetida à Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e à Corregedoria-Geral da Justiça

Deputado Riva e Eliene estarão no domingo em Aripuanã

O Deputado Federal Eliene Lima após ter se afastado por 15 dias da campanha de reeleição, devido ao atropelamento do filho caçula, retomou os trabalhos de campanha. De hoje até domingo (25) o parlamentar segue em visita a 15 cidades. O ciclo de viagem foi agendado após médicos anunciarem ao progressista que o filho atropelado na rodovia Emanuel Pinheiro, estrada que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, não corre risco de morte.

Mesmo internado há 16 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, o jovem vem apresentando melhoras na saúde. Ainda ontem, Eliene Filho ficou livre da respiração mecânica ao fazer uma cirurgia de traqueostomia- procedimento que estabelece um orifício artificial na traquéia, indicado após intubação de longo período. O adolescente tem dado sinais de consciência, mas segundo os médicos ainda não é possível afirmar se o rapaz terá ou não seqüelas.

Esta manhã Eliene Lima esteve em Diamantino, mas no período da tarde seguiu para Nova Bandeirantes. Acompanhado do presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), José Riva (PP), Lima segue ainda hoje a noite para Colniza.

Já amanhã (23), sem Riva, Eliene visita as cidades de Cotriguaçu, Brasnorte, Castanheira e Juína- nesta última cidade Riva e Lima voltam a seguir o mesmo roteiro de viagem.

No sábado (24) os candidatos progressistas participam pela manhã do lançamento da campanha de Silval Barbosa (PMDB) na cidade de Colíder. A tarde ambos marcam presença no mesmo evento em Juara. No final do dia, Riva e Eliene estarão em Tabaporã.

No domingo (25), as cidades que os parlamentares irão percorrer serão Aripuanã, Nova Monte Verde, Apiacás, Peixoto de Azevedo e Terra Nova do Norte. As visitas aos municípios por parte dos deputados do PP terão fim na manhã segunda-feira (26), quando ambos retornam à Cuiabá.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sipam amplia ações aos municípios do Arco Verde Aripuanã sera atendido pelo polo de Juina.


Tvaripuanã /BV Roraima


O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), vinculado à Casa Civil da Presidência da República, ampliou neste segundo semestre as ações de apoio ao desenvolvimento sustentável dos 43 municípios da Operação Arco Verde, que compreendem a região mais afetada pelo desmatamento na Amazônia Legal. Além de iniciar o processo de implantação de 80 telecentros para a inclusão digital, que oferecerão acesso gratuito à internet à população local, o Sipam avança na capacitação de gestores e técnicos das prefeituras que poderão utilizar conhecimentos de geotecnologias para solucionar problemas sociais, econômicos e estruturais.

Através do programa SipamCidade II, a instituição realiza a partir de setembro cursos regulares com foco temático, estruturados para atender este ano as necessidades individuais de cada um dos municípios da Arco Verde. Técnicos do Sipam, representantes das prefeituras e da sociedade civil identificam as necessidades locais e definem o conteúdo dos cursos, que acontecem em cinco módulos. Cada etapa terá foco em um aspecto fundamental do desenvolvimento social e econômico da região, abrangendo desde a importância da conservação dos recursos naturais e do planejamento territorial, até as questões relacionadas ao licenciamento ambiental e à sustentabilidade financeira. Todo o processo de capacitação deve durar 90 dias.

Com base nas informações coletadas em cada região, os gestores locais recebem a formação que ajudará a construir um novo modelo econômico sustentável, levando em consideração a aptidão do município. A expectativa é formar pelo menos 150 técnicos em cada um dos módulos. O coordenador-geral de Operações do Sipam, Fernando Campagnoli, explica que o curso ajuda a identificar o potencial que cada região possui e oferece ferramentas para solucionar problemas observados em quase todos os municípios da Amazônia.

Consultoria prolongada

Campagnoli destaca que as geotecnologias ajudam a identificar se o município possui aptidão, por exemplo, para o extrativismo, a mineração, a agricultura, a pecuária, o turismo, sempre considerando a necessidade fundamental de preservar a floresta e oferecendo condições de desenvolvimento econômico e social sustentáveis. “Se uma determinada região insiste em investir em uma atividade fora de sua aptidão, cresce o risco de prejuízos econômicos, sociais e até mesmo ao meio-ambiente”, acredita.

A capacitação oferecida pelo Sipam também ajuda na organização do planejamento urbano e é indispensável em obras relacionadas ao tratamento e destinação de resíduos sólidos. Campagnoli cita como benefício direto da consultoria oferecida pelo órgão a consciência sobre o tratamento desse material. “Os lixões são responsáveis pela contaminação de mananciais, destruição de nascentes e proliferação de doenças. Apenas por esses fatores já é possível entender porque o tratamento desses resíduos precisa ser feito de maneira correta, em local apropriado.

Para auxiliar as prefeituras na elaboração de projetos que contribuam para este novo modelo de desenvolvimento sustentável, o Sipam contratará 14 técnicos que trabalharão em sete municípios-polo, oferecendo consultoria permanente e gratuita às secretarias municipais de meio ambiente (SEMAs). Esses profissionais terão sua base em Alta Floresta, Juína e Confresa, no Mato Grosso.O municipio de Aripuanã sera atendido pelo polo de Juina. Os técnicos serão contratados com recursos do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), terão formação superior e larga experiência na elaboração de projetos com foco na institucionalização das SEMAs.

Esforço coletivo

Segundo ele, a expectativa do Sipam é que até meados de 2011 todas as prefeituras da Arco Verde estejam em condições de aplicar os conhecimentos adquiridos e que muitas já estejam usufruindo dos primeiros resultados da mudança do modelo produtivo. “Nossa expectativa é que a partir daí possamos compartilhar as melhores práticas com os demais municípios da Amazônia, contribuindo para preservar as riquezas naturais da região”, explica o coordenador-geral. O FNMA destina R$ 4 milhões para este projeto, até 2011.

Coordenado pela Casa Civil e executado pelo Ministério do Meio Ambiente, a Operação Arco Verde reúne 21 instituições públicas federais, além de secretarias estaduais e prefeituras, com foco no desenvolvimento de um modelo econômico sustentável para os municípios que mais sofreram com a ação do desmatamento na região amazônica.

Saiba o preços dos remédios





Cleomar Diesel /Tv Aripuanã
Uma das despesas que mais pesam no bolso do brasileiro, são os remédios.
E estes gastos que não são poucos ,acompanham toda a vida do cidadão.

A tempos recebi um Imail , que me enviava o endereço de um SITE ,o mesmo publicava o preço dos remédios. Inicialmente não acreditei ,pois são tantas as porcarias que a gente recebe, como correntes ,que são uma praga da internet.
Por sorte abri o i mail e entrei na pagina . E por alguns meses, tive o cuidado de conferir os preços dos medicamentos que consumimos em casa. Para minha surpresa, de fato, estamos comprando os medicamentos pelo preço da tabela.

Por outro lado, percebi, que quase todas as drogarias, vendem produtos com preço médio .Eu explico . Um remédio de pressão por exemplo, genérico, produzido pelo laboratório GERMED , custa 46.00 é muito mais caro que o mesmo medicamento da MEDLEY, que custa 25,00 ,e o mesmo produto de um outro laboratório pode chegar até 60 ,00 . Estou citando um exemplo , mas você pode fazer o mesmo comparativo e tirar suas conclusões. Eu cheguei a conclusão; que mesmo o medicamento, sendo vendido na tabela , continuo sendo enganado, pois a drogaria poderia me dar a opção em escolher o produto que desejasse levar.
Este é o endereço http://www.consultaremedios.com.br/
Este site de acordo com seus autores tem como objetivo, levar informações e orientar o profissional da saúde e a população,( especialmente a população) sobre a existência da diversidade entre medicamentos de marca, genéricos e similares, propiciando comparativo de preços entre os mesmos, sendo um canal eficaz de informações na área da saúde.

Rodada de Negócios do Promadeira 2010 terá apoio da Femade



O Promadeira 2010 fechou parceria com Feira Internacional da Indústria da Madeira, Móveis e Setor Florestal (PR) (Femade), para realizar a rodada de negócios nos dias 26 e 27 de agosto, durante a feira, em Sinop-MT. A Rodada pretende aproximar empresários do setor madeireiro de todo o país e do exterior.
A feira Promadeira é um evento que tem por objetivo fomentar e promover negócios ligados ao setor madeireiro. Para alcançar excelentes resultados durante o evento, várias ferramentas serão utilizadas, uma delas é a atividade paralela, Rodada de Negócios.

Antecipadamente serão agendadas reuniões entre os empresários do setor que poderão formar parcerias, tais como compra e venda, acordos de representação e distribuição, joint-ventures, transferências de tecnologia, trocar informações, apresentar e divulgar seus produtos e é claro efetivar negócios.

As rodadas visam favorecer o pequeno e médio empresário, abrindo a oportunidade para que tenha acesso aos grandes compradores. Mesmo que o negocio não seja fechado na hora, é um tempo em que é dedicado a divulgação da empresa bem como de buscar novos contatos.
O presidente da entidade, João Carlos Baldasso, diz que a expectativa deve superar em cerca de 150% os investimentos realizados na edição de 2008 - o evento é bienal. Conforme Baldasso a rodada de negócios do Promadeira 2010 deve movimentar cerca de R$ 50 milhões, ante aos aproximados R$ 20 milhões obtidos no evento anterior.
Os interessados em se inscrever na Rodada de Negócios devem ser empresas compradoras ou vendedoras de produtos de madeira serrada ou beneficiada. Para efetivarem a inscrição, basta encaminharem a ficha de inscrição devidamente preenchida para o email luciana@cipem.org.br ou femade@femade.com.br.

Outras informações podem ser obtidas através do telefone 3644-3666.

Celular deu problema ,tera que ser trocado .Agora é Lei.



Aparelho celular com defeito é um dos assuntos mais reclamados nos Procons dos diveros Estados brasileiros, conforme dados noticiados hoje pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor(DPDC) do Ministério da Justiça, que reúne e divulga o balanço das reclamações vindas dos Procons estaduais (quase 25% de todas as reclamações referem-se a celular defeituoso).

Diante da explosão das reclamações, e principalmente, do mau atendimento e demora para o conserto das “bombas” que emudecem de uma hora para outra na mão do consumidor, o DPDC emitiu parecer técnico (Nota Técnica), determinando que a troca de celular “bichado” deve ser feita de imediato, e não mais após o prazo de 30 dias, dado às empresas para a realização do reparo.

Explico. Como regra, o Código de Defesa do Consumidor(CDC) dá aos fabricantes o prazo de 30 dias, antes de que estes sejam obrigados a realizar a troca do produto defeituoso, ou a fazer a devolução do dinheiro do consumidor. Só que o CDC também estabeleceu uma exceção à regra citada. Qual?

No caso de produto considerado essencial, a troca ou a devolução do dinheiro deve ser feita de imediato. Isto porque, é absolutamente injusto que a pessoa que paga caro por um produto novo, essencial ao seu dia a dia, tenha de esperar um mês pelo conserto do aparelho, que em muitos casos apresenta defeito logo ao sair da loja ou poucos dias após a compra.

Daí, esperar tanto tempo pelo conserto, em se tratando de produto essencial, só seria admissível se o fabricante do produto defeituoso concedesse outro produto reserva para ser utilizado pelo consumidor, enquanto este aguarda o reparo do equipamento “internado” na assistência.

E também não se pode admitir, no caso de produto essencial, que o consumidor seja sempre obrigado a adquirir duas mercadorias iguais: uma para usar normalmente, e outra para utilizar enquanto aguarda o demorado conserto do produto defeituoso.

Por essa razão, o próprio Código do Consumidor afirma, no parágrafo 3º do artigo 18, que em se tratando “de produto essencial,” defeituoso a troca ou a devolução da grana do consumidor deve ser feita de imediato.

Foram embargadas 221 fazendas do centro-oeste e norte do país,


Foram embargadas 221 fazendas do centro-oeste e norte do país, “preventivamente” suspensas de vender carne para os principais frigoríficos exportadores: JBS, Marfrig, Minerva, Frigol e Independência, sob monitoramento da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), acusadas de se localizar em regiões recém desmatadas do bioma amazônico, terras indígenas e unidades de conservação.

Segundo o coordenador de sustentabilidade da Abiec, Fernando Sampaio, a medida foi tomada não apenas por manifestação do Greenpeace, mas em função de o mercado consumidor mundial exigir que o Brasil tenha o “selo verde”, bem como, exigência das maiores redes varejistas localizadas no país que não querem trabalhar na margem da legalidade.

No entanto, outras 1.700 propriedades estão sendo monitoradas por satélite, sob o risco de serem também embargadas. Sampaio justifica que o trabalho é realizado para provar ao mundo que a carne brasileira não é produzida em meio ao desmatamento.

“A gente não quer de maneira alguma punir o produtor que esteja trabalhando conforme a lei, a gente quer monitorar quem está fazendo coisa errada”, diz.

Polícia Federal apreende 161 quilates de diamantes em Rondônia acredita-se que os diamantes tenham saido da reserva Roosevelt dos povos Cinta Larga


Tvaripuanã/ 24 Horas News

A Polícia Federal em Rondônia apreendeu na noite de terça-feira (20) aproximadamente 161 quilates de diamantes, em Cacoal (478 km de Porto Velho).

Policiais receberam uma denúncia de que compradores de diamantes estariam hospedados em um hotel na cidade. Dois suspeitos foram localizados com as pedras de diamantes, uma balança de precisão, duas lupas, anotações sobre o comércio de pedras preciosas e cerca de R$ 13.000.

Segundo a PF, os diamantes apreendidos possivelmente são do garimpo Lajes, dentro da Terra Indígena Roosevelt dos povos Cinta Larga. Segundo os agentes, as pedras seriam transportadas até a cidade de Boa Vista, em Roraima.

Os suspeitos --cujos nomes não foram divulgados pela PF-- foram encaminhados para a base central da Operação Roosevelt, em Pimenta Bueno (RO), onde foi registrado o flagrante. As pedras apreendidas foram encaminhadas para perícia na Superintendência de Polícia Federal em Porto Velho (RO).

Desde a criação da operação Roosevelt, em que a PF fiscaliza os acessos à reserva para coibir exploração ilegal de minérios, foram apreendidos aproximadamente 3.000 quilates em diamantes.

A Campanha Politica revela cada uma.


Tvaripuanã/congresso em foco

Veja só .Quércia declarou à Justiça eleitoral possuir R$ 1,2 milhão em espécie guardados na sua casa. Se ele trocar essa dinheirama em notas de R$ 2, a de menor valor hoje em circulação, ficará com 600 mil notas. Cada uma delas tem 14 centímetros de comprimento.

Se Quércia colocar uma nota na frente da outra, percorrerá nada menos que 84 quilômetros. Certamente é o suficiente, com sobras, para conduzir Alckmin de sua casa até o Palácio dos Bandeirantes no dia 1 de janeiro, se for eleito, pisando em dinheiro.

Somente a possibilidade de concretizar desejos estranhos como o descrito acima pode explicar, nos dias de hoje, o gosto por guardar tanto dinheiro em espécie em casa. A trilha de notas sugerida para Quércia é algo tão bizarro quanto a piscina de patacas do Tio Patinhas.

Num país sem inflação, com um sistema bancário sólido, por que tantos candidatos declaram à Justiça eleitoral guardar volumes tão altos de grana viva em casa?

Pode não servir para explicar tudo, mas declarar altas somas de dinheiro fora do sistema bancário ajuda a acertar contabilidades que, de outras formas, não fechariam. É impossível verificar a existência de tal dinheirama. Se alguém quiser atestar se de fato o dinheiro existe, bastará ao dono dizer que o gastou na véspera. Será simplesmente impossível rastrear-se para saber se é verdade.

Guardar altas quantias em casa, porém, não é algo irregular. É um fato. E a explicação dada por todos os candidatos que assim fazem para explicar tal hábito. A começar pela candidata do PT, Dilma Rousseff, que diz ter R$ 133,3 mil no seu cofre, ou no seu colchão.

Quércia é o dono do colchão mais polpudo, mas está longe de ser o único dos candidatos a cargos eletivos em outubro que revela ter esse estranho hábito. O Congresso em Foco levantou toda a turma do dinheiro no colchão que disputa este ano cargos majoritários. Ficaram de fora os descrentes no sistema bancário que concorrem para o Legislativo, como deputados federais, distritais ou estaduais.

Depois de Quércia, quem possui a maior fortuna fora dos bancos é Nilo Coelho, candidato a vice-governador de Paulo Souto, do PSDB, na Bahia. Ele afirmou ter R$ 912,6 mil em casa. O senador Romero Jucá (RR), líder do governo, é outro caso curioso: diz ter R$ 548 mil guardados em casa.

Isso representa nada menos que 89% de tudo o que Jucá declarou. A menor quantia declarada pertence a Toninho do Psol, candidato a governador do Distrito Federal, que disse ter em casa R$ 2 mil.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Recenseadores do IBGE iniciam treinamento e começam a trabalhar em duas semanas


Tv Aripuanã
Daqui a duas semana, os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começarão a visitar os cerca de 58 milhões de domicílios do país, com a meta de coletar informações sobre a vida dos brasileiros. Ontem (19), começou a segunda etapa da seleção dos 191 mil profissionais do Censo 2010, e foi divulgado como a população poderá identificá-los.

Um dos principais objetivos do treinamento é ensinar como usar o computador de mão, um pequeno aparelho azul, onde serão inseridas as respostas dos questionários do IBGE, que, antigamente, eram preenchidos a mão. "Não haverá papel nesse censo", reforçou a coordenadora operacional do Censo 2010, Maria Vilma Salles. Segundo ela, esse computador será o principal instrumento de identificação dos recenseadores.

Durante os três meses de pesquisa, os profissionais do IBGE poderão ser reconhecidos também pelo boné do Censo 2010 e por um crachá com nome, foto e identidade, usado do lado esquerdo do colete azul do instituto. Os cidadãos que desconfiarem dos recenseadores ainda poderão ligar gratuitamente para o número 0800 721 8181 ou acessar o site do IBGE para checar a matrícula do profissional.

Para evitar problemas e conseguir informações de qualidade, o curso de uma semana, que começa hoje em todos o país, vai explicar como os recenseadores devem se apresentar nas casas. O foco é na abordagem, que poderá ser feita inclusive nos fins de semana ou no horário noturno, naqueles casos em que o morador não estiver disponível durante o horário comercial.

"Com base na primeira seleção, que classificou cerca de 210 mil recenseadores, o IBGE estima que a maioria dos 191 mil profissionais que trabalhará no Censo 2010 será de mulheres (58%), com idade entre 18 e 25 anos (45%). Nas equipes em treinamento também estão cinco candidatos com mais de 80 anos. O salário dos recenseadores durante a pesquisa vai variar entre R$ 800 e R$ 1,6 mil.

Jornalista de diploma


Jornalista Alexandre Garcia


Dilma e Serra Privilegiam Nichos Corporativos Diferenciados - você entendeu a frase? Que diabo é isso? Parece trecho de algum memorando empresarial bem burocrático, mas não é. É a manchete de um importante jornal da capital do Brasil. Foi alguém com diploma de jornalista que produziu esses hieróglifos, esse patoá. Um burocrata sem vocação jornalística. Pois deve ter sido um bando de burocratas assim, supostamente representando verdadeiros jornalistas, que deve ter convencido os deputados a aprovarem, na Comissão Especial que trata de emenda à Constituição, a exigência de diploma de jornalista para exercer a profissão. A exigência fora derrubada pelo Supremo, em junho do ano passado, por inconstitucional, já que restringe a liberdade de expressão, limitando-a aos que tiverem diploma de jornalista. Como faltam duas votações no plenário da Câmara e duas no plenário do Senado, ainda há tempo para argumentar contra a exigência do diploma de jornalista.

Sou insuspeito, porque tenho diploma de jornalista. Fui primeiro lugar no vestibular e em todo curso. Lecionei em duas faculdades de jornalismo, na PUC e no Ceub, e num curso de jornalismo em Montevidéu. Sei que ninguém precisa de oito semestres para ser jornalista. O que é preciso é ter vocação - faro para a notícia e capacidade de contá-la -, talento - para saber contar - um grande conhecimento de tudo, sobretudo História, a ciência básica do jornalista. E uma bagagem sem fim de conhecimentos gerais, com humildade de saber que sempre sabe pouco e com curiosidade bastante para sempre querer saber mais. E conhecer a ferramenta, a Língua. A manchete idiota que abre este texto é exemplo de quem não sabe que a comunicação se dá com a simplicidade e objetividade, como resumiu Churchill, ainda jornalista na Índia, em 1898: Das palavras, as mais simples; das mais simples, as mais curtas.

Pois bem, o que interessa para a sociedade a quem os jornalistas servem? Se eles têm ou não têm diploma de jornalista, ou a qualidade da informação? Não importa a opinião de comentaristas ou de editorialistas e colunistas. O que importa é se a notícia é verdadeira, expressa numa linguagem simples, clara e objetiva para todos entenderem e com a credibilidade conferida pela isenção e neutralidade de quem a transmite. Ou seja, o que dá credibilidade à notícia é a imparcialidade com que ela é produzida e o conhecimento que tem o jornalista do fato e de suas causas e consequências. Assim, não é a exigência de diploma de jornalista que está em questão e, sim, a competência do jornalista. E nenhum jornal, revista, TV ou emissora de rádio vai cometer a bobagem de contratar alguém incompetente. Quando fui diretor da TV Manchete e depois da TV Globo em Brasília e alguém pedia emprego mostrando currículo e diplomas, antes de olhar os diplomas eu o mandava para a rua e voltar com uma reportagem.

Pode-se exigir diploma para médico, engenheiro, mas não para jornalista, ou economista. Imagine-se exigir diploma de administrador de empresa para promover alguém a gerente. A exigência do diploma de jornalista nada mais é que criar um cartório para proteger medíocres. E proteger escolas superiores de jornalismo que proliferam sem qualidade, em que professores são, às vezes, gente que não deu certo nas redações e nos microfones.

Alexandre Garcia é jornalista da Globo em Brasília
. E-mail: alexgar@terra.com.br

Bom desempenho

Fonte Diario de Cuiaba
Mato Grosso tem razão de sobra para comemorar o saldo do primeiro semestre deste ano no quesito geração de emprego. O crescimento percentual no comparativo com mesmo período de 2009 foi de 500%.

O bom desempenho na geração de emprego em Mato Grosso é atestado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego, que acaba de ser divulgado nacionalmente.

Documento do CAGED revela que no primeiro semestre deste ano a economia mato-grossense gerou 24.686 postos de trabalho, o que resulta em 8.650 contratações descontadas as demissões no período. Em 2009, o saldo foi de 1.436 novos empregos.

Dois segmentos econômicos respondem basicamente pelo resultado alcançado por Mato Grosso: a cadeia do agronegócio e o setor industrial. A geração de emprego revela que a base econômica mato-grossense é diversificada, o que é alentador, pois é muito arriscado e inseguro o Estado concentrar sua economia em apenas um segmento.

O agronegócio sempre foi o principal pilar econômico mato-grossense. Sua participação na geração de empregos é retrato fiel da realidade dessa ampla atividade, que está em franco crescimento graças às injunções internacionais do mercado de commodities agropecuárias, ao surgimento de indústrias em vários polos de produção primária e aos incentivos oficiais que reduzem alíquotas tributárias e em alguns casos oferecem desoneração total, estimulando investimentos empresariais em Mato Grosso.

A indústria é polivalente e sua geração de emprego em muitos casos é remontada com o agronegócio. Exemplo disso é que entre os cinco municípios com mais de 30 mil habitantes que se despontam enquanto responsáveis por grande abertura de postos de trabalho se encontram Primavera do Leste e Aripuanã.

Primavera do Leste é um dos maiores polos do agronegócio mato-grossense e nos últimos anos recebeu grandes investimentos no setor agroindustrial, com destaque para a instalação de uma planta da Cargill, que esmaga soja, refina e envasa óleo de soja.

Aripuanã é verdadeiro canteiro de obras com a construção de hidrelétricas no rio que empresta o nome ao município e está no centro das atenções de investidores interessados em seu diversificado potencial mineral.

A realidade mato-grossense é o que revela os números do CAGED. O futuro é promissor e mantém a esperança de líderes políticos e empresariais, que apostam na continuidade do desenvolvimento, a exemplo do presidente da Federação das Indústrias em Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, que trabalha com a projeção da geração de 50 mil postos de trabalho neste ano, pelo conjunto econômico.

Mais que divulgar resultados o CAGED semeou otimismo entre a população mato-grossense, porque o emprego é uma das maiores preocupações do cidadão. Por uma série de fatores Mato Grosso vai bem obrigado nesse quesito.



Mais que divulgar resultados o CAGED semeou otimismo entre a população mato-grossense

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Tribo na Amazônia quer garantir futuro com projeto de carbono


TV Aripuanã fonte BBC Brasil

Uma etnia indígena da Amazônia brasileira quer ser pioneira na elaboração de um projeto de redução de carbono para financiar o seu desenvolvimento de forma sustentável.

Os Suruis que vivem entre os municípios de Cacoal (RO) e Aripuanã (MT), Suruí (que significa “gente de verdade”), detêm a posse da reserva Sete de Setembro, na divisa entre Rondônia e Mato Grosso,na região noroeste de Matogrosso, querem receber recursos para manter a floresta de pé, e aplicar o dinheiro em um plano de desenvolvimento capaz de garantir pelo menos meio século de sobrevivência da etnia.

A reserva, homologada em 1983, tem uma área total de cerca de 248 mil hectares, dos quais 243 mil ainda estão preservados. A idéia é que a etnia se comprometa a evitar o desmatamento dentro desta área e, em troca, receba recursos oriundos da não-emissão de CO2 na atmosfera.

Para saber quanto carbono deixará de ser emitido, técnicos do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesan) estão fazendo um estudo do estado de degradação da área e de como ela poderia ser recuperada a partir da adoção de atividades sustentáveis.

Atividades de exploração degradaram parte da reserva de 248 mil hectares
Sem fonte de renda, muitos indígenas fizeram acordos para explorar a madeira ao redor de suas aldeias. Outros arrendaram terras para a pecuária ou para o plantio do café. Uma situação que perdurou até há poucos anos.

"O território está relativamente conservado, mas a tendência para o futuro é de que, sem nenhum projeto, aumente a área desmatada", explica o coordenador do estudo de campo, Gabriel Carrero.

"Nosso trabalho hoje é entrar na terra indígena para procurar essas áreas de degradação e avaliar o grau de degradação."

A pesquisadora do Idesan Claudia Vitel diz que a definição desta variável permitirá estimar quanto carbono poderia deixar de ser emitido até 2050 a partir de atividades sustentáveis que podem "afetar a cobertura da terra no futuro".

Essa estimativa, a da quantidade de CO2 não-emitido é convertida em créditos de carbono, que são vendidos no mercado internacional. Uma tonelada de CO2 equivale a um crédito de carbono. O preço do crédito tem variado muito, está em torno de 13 euros (cerca de R$ 30).

Com o estudo, o Idesan quer obter certificações internacionais para garantir a validade do projeto e atrair recursos de investidores.

Feição indígena

Não será o primeiro projeto de redução de emissões de carbono por desmatamento e degradação – mais conhecidos pela sigla Redd – no Brasil, mas os Surui querem que este seja o primeiro intimamente relacionado à sobrevivência de uma etnia indígena.

Ferrovia: governo federal realiza audiência em Lucas e Água Boa na próxima semana


Cleomar Diesel
Nesta semana, o governo federal vai realizar quatro audiências públicas em Mato Grosso, Rondônia e Goiás para apresentar e discutir a Ferrovia de Integração Centro-Oeste com a comunidade. A primeira, na segunda-feira (19), acontecerá em Vilhena (RO). Na terça-feira (20), será em Lucas do Rio Verde e no dia seguinte em Água Boa. As audiências terminam na sexta-feira (23) no município goiano de Campinorte.

Esta ferrovia podera ser ,tambem a redenção da região noroeste do estado de Mato grosso. Podendo viabilizar varios projetos que estão esperando a vinda de uma ferrovia ou ligação asfaltica, como é o caso do projeto Votorantim que pretende explorar zinco em Aripuanã.


A nova ferrovia terá a extensão de 1.004 quilômetros entre Uruaçu (GO) e Lucas do Rio Verde. A conclusão está prevista para 2014 e o valor investido na obra será de R$ 4,1 bilhões. Já para o trecho entre Lucas do Rio Verde e Vilhena (RO), com 598 quilômetros, devem ser investidos R$ 2,3 bilhões.

Segundo informações da assessoria de imprensa, o projeto é elaborado com recursos da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pela Engenharia, Construções e Ferrovias (Valec), empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes. O governo federal investirá R$ 6,4 bilhões e será o responsável pela construção, que deve começar no ano que vem. Os estudos preliminares, o EIA/RIMA e o projeto básico da Ferrovia de Integração Centro-Oeste foram iniciados no ano passado, dentre as ações definidas pelo Ministério dos Transportes.

Esta é apenas a primeira parte do projeto da Ferrovia Transcontinental (EF-354). No Plano Nacional de Viação, a EF-354 é planejada para ter 4,4 mil quilômetros de extensão. O trajeto seguirá de Uruaçu (GO) para o leste, passando pelo Distrito Federal, Minas Gerais até o litoral fluminense. Para o oeste, o plano indica um caminho de Vilhena (RO) rumo ao Acre até a fronteira com o Peru, trecho que está em fase de estudos.

A Ferrovia de Integração Centro-Oeste é mais uma iniciativa para modificar a matriz de transportes no Brasil, conforme o Plano Nacional de Logística de Transportes. De acordo com o PNLT, o objetivo é de que, em 2025, 32% do transporte de cargas do país seja efetuado por meio de trens, o que vai reduzir custos. Com isso, a produção de grãos, açúcar, álcool e carne da região será negociada a preços mais competitivos, pois o empreendimento facilita o acesso a vários portos. Outra vantagem é atrair grandes projetos e investimentos da iniciativa privada para a região, com geração de emprego, renda e melhoria da qualidade de vida.

Bandidos tentam roubar outro avião em Mato Grosso

Fonte: Só Notícias


Bandidos tentaram roubar, ontem de manhã, no aeroporto municipal de Juína (região Noroeste), um avião Cessna 210, que foi retirado do angar e levado à pista. Os ladrões tentaram decolar, mas não conseguiram. Quando a polícia chegou, a aeronave estava com a hélice danificada, bem como uma porta e alguns componentes do painel. Não foi confirmado o montante do prejuízo e, com estes danos, a aeronave, que pertence ao pecurista José Martins Rodrigues, não tem condições de decolagem.

A polícia apurou que os ladrões arrombaram também a bomba de combustível e furtaram cerca de 150 litros de querosene para aviação e colocaram neste avião. Policiais buscam pistas para identificar em que veículo eles fugiram e quantos assaltantes tentaram furtar o Cessna. "Ainda não sabemos quantos bandidos são. As investigações agora ficam com a Polícia Civil", informou, ao Só Notícias, o sargento Alexandro Prudencio Siqueira.

No início deste mês, conforme Só Notícias já informou, bandidos roubaram um avião Sêneca, de uma empresa de táxi aéro, em Cuiabá. A aeronave foi levada para a Bolívia, onde o piloto acabou sendo deixado. Ele retornou a Cuiabá e confirmou que o roubo ocorreu no trajeto Rondonópolis-Cáceres.

Frio que chegou a MT termina amanhã

Depois do final de semana mais frio do ano, a previsão é que a baixa temperatura continue até esta terça-feira (20), em Cuiabá. Nesta segunda-feira, também será de muito frio na Capital: a temperatura apontada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) é de 12ºC e a máxima, de 23ºC, sol entre poucas nuvens e não há previsão de chuva até na quinta-feira (22) .

O Inpe prevê que as temperaturas começam a subir a partir de terça-feira. Amanhã será de sol na maior parte do dia; a mínima será de 13C e a máxima, de 29ºC. O clima voltara esquentar aos poucos, podendo chegar até aos 35ºC na sexta-feira (23).

De acordo com o instituto, na madrugada de sexta-feira (16) para sábado (17), e de sábado para domingo (18), a mínima em Cuiabá foi de 10ºC. Sem sol e com ventos, a sensação térmica chegou até 7ºC.

Em cdades como Cáceres, Chapada dos Guimarães, Alto Paraguai, a temperatura foi ainda mais baixa do que na capital: a mínima ficou entre 5ºC e 9ºC, neste fim de semana.

Segundo o Inpe, o intenso frio ocorreu em Mato Grosso devido à frente fria que veio da massa de ar polar, chegando primeiro, no Brasil, no Rio Grande do Sul, e a Mato Grosso na segunda-feira (12).

Nova massa de ar

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma nova frente fria poderá chegar em Mato Grosso perto do próximo fim de semana.

De acordo com o Inmet, a nova massa de ar polar começa a se deslocar da Argentina em direção ao Brasil na quinta-feira (22). Se chegar em Mato Grosso, não terá a mesma intensidade desta frente fria que atingiu no estado.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Frigorífico suspende abates


Tv Aripuana/ A Gazeta

Os frigoríficos do grupo Pantanal suspenderam temporariamente as atividades em Mato Grosso. Três unidades localizadas no Estado, sendo uma em Várzea Grande, uma em Rondonópolis e outra em Juara deixarão de abater bovinos. Com o fechamento, 850 funcionários perdem o emprego e cerca de 2 mil pecuaristas terão de procurar outras unidades para enviar os animais. As plantas, juntas, abatiam 1,5 mil cabeças por dia. Com este fechamento, sobe para 13 o número de plantas em Mato Grosso que estão com as operações paralisadas, um comprometimento de 33,3% do parque industrial do Estado.

O proprietário dos frigoríficos Pantanal, Luiz Antônio Freitas, que também é presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), explica que a decisão foi tomada por inviabilidade de mercado e para evitar a falência financeira da empresa. Freitas salienta, porém, que todos os compromissos serão honrados em dia e que nenhum fornecedor ou funcionário ficará sem receber o que tem de direito. "O mercado está ruim e para evitar problemas mais graves resolvemos interromper por tempo indeterminado, mas vamos cumprir todos os nossos compromissos", argumenta o empresário.

A Acrimat, rebate a afirmação de Freitas e diz que qualquer fechamento causa impacto e que há 2 problemas no setor da carne, primeiro seria um possível monopólio por parte de 2 grandes grupos que detêm 33% das unidades em funcionamento atualmente. Outro problema seria a falta de remuneração por parte do setor varejista.

Efeito Cascata - Desde a crise na economia mundial em meados de 2008, a cadeia produtiva da carne está sofrendo perdas significativas. Em Mato Grosso, são 13 unidades paradas das 39 existentes. Com isso, 8,3 mil bovinos deixam de ser abatidos por dia e apenas 39% do potencial é utilizado. Luciano Vacari avalia a crise como um descaso do governo que não desenvolve políticas públicas para as pequenas e médias indústrias. "O BNDES (Banco Nacional Para o Desenvolvimento Econômico e Social) financia apenas a expansão internacional de grupos fortes e não investe nos pequenos e micros".

Em maio, o Frialto foi a quarta empresa a entrar com pedido de Recuperação Judicial e suspendeu as atividades por 30 dias em suas três unidades em Mato Grosso. Atualmente, apenas a planta de Matupá está operando. O Frialto está formulando um Plano de Recuperação Judicial para ser apresentado até o fim deste mês. Além do Frialto, o Independência, o Quatro Marcos e o Arantes estão em processo de recuperação judicial.

PP acredita que José Riva ultrapasse os 100 mil votos



Na terça-feira (20), o deputado José Riva (PP), presidente da Assembleia Legislativa, fará o lançamento oficial de sua candidatura à reeleição pela coligação Mato Grosso em Primeiro Lugar. Será no Hotel Fazenda Mato Grosso, a partir das 19 horas. Candidatos majoritários da coligação encabeçada pelo governador Silval Barbosa (PMDB), bem como das proporcionais, estarão presentes ao ato.

O progressista vai repetir o slogan (Compromisso com Mato Grosso) e número da campanha (11.234) de 2006, quando se reelegeu com mais de 82 mil votos. Na época, ele foi, pela terceira vez consecutiva, o campeão de votos no Estado e, proporcionalmente, pela segunda no Brasil. A previsão de Riva e de membros da aliança é de que o deputado supere a casa dos 100 mil votos.

Ampliação do porto de Santarém causa polêmica e ambietalistas e promotores se colocam contra produção brasileira


TV Aripuanã /noticias agricolas-(NA)
Audiência pública em Santarém (PA) para decidir pela ampliação do porto - e exportar a soja do centro-oeste - transforma-se em embate político-ideológico, com promotores e ambientalistas colocando-se contra a produção agrícola brasileira.

Segundo o presidente da Famato, Rui Otttoni Prado, a discussão muitas vezes não estava focada somente na ampliação do porto e sim no tamanho dos produtores nacionais, tentando dividi-los.
“Nós produtores do Mato Grosso estamos de olho nesse porto, nós precisamos desse porto, até porque isso faz muito bem para o Brasil antes mesmo de fazer bem para o MT. E eu acredito que Santarém também já está bastante maduro para receber este tipo de investimento como este”, afirma Prado.

Quanto à divisão dos produtores, o presidente da Famato afirma que todos sofrem com os mesmos problemas e têm as mesmas necessidades, como problemas de infraestrutura, de renda, comercialização, logística, entre outros. “A agropecuária tem que estar unida para buscar melhores soluções para o nosso país. E o governo não pode fomentar essa divisão”.

Impacto ambiental – ao contrário do que é divulgado, Prado afirma que a ampliação do porto pode trazer benefícios para a preservação do meio ambiente com a rota praticada sendo reduzida no percurso entre estados como MT e o porto de Santarém em relação ao porto de Santos. Além disso, as hidrovias também têm grande importância neste processo, já que no momento em que estiverem prontas, o escoamento das mercadorias impactará ainda menos no meio ambiente.

Diante disso, esses corredores de exportações devem ser prioridade para o próximo governo.
“A soja é um produto nobre e a usamos para nos alimentar direta e indiretamente. Nós temos que abrir a cabeça dos nossos governantes para que sejam feitos os investimentos necessários, neste caso a infraestrutura”, diz o presidente da Famato.